Uma mulher de 33 anos comparece ao médico com queixa de
leucorreia há 2 semanas, com odor desagradável, que piora após
a relação sexual. Ao exame especular, verifica-se conteúdo
vaginal aumentado, com coloração branco-acinzentada e algo
bolhoso. O colo uterino apresenta mácula rubra de 2,0 cm de
diâmetro ao redor do orifício externo, e o muco cervical está com
aspecto transparente. A fita de pH vaginal registra resultado de
5,2. O teste do KOH10% exacerbou o odor da leucorreia. Ao
toque vaginal, o colo móvel apresenta-se indolor. Realizada a
bacterioscopia, visualizaram-se células epiteliais recobertas por
cocobacilos Gram variáveis.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o melhor tratamento para a paciente é:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o melhor tratamento para a paciente é: