Leia o quadro clínico abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna. Paciente J.F.B, 26 anos, sexo feminino, auxiliar de escritório, chegou, em 19 de outubro de 2015, com diagnóstico clínico de ______________. Na anamnese da Terapeuta Ocupacional, a paciente relatava fortes dores incapacitantes para realização de suas atividades laborativas nos polegares de ambas as mãos. À realização do Teste de Finkelstein, o qual consiste no alongamento passivo pela adução do polegar e desvio ulnar do punho, o resultado foi positivo, confirmando o diagnóstico.
Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O terapeuta ocupacional pode utilizar a atividade de teatro como recurso terapêutico com a população infantojuvenil, pois esta permite a manifestação de conteúdos grupais na respectiva horizontalidade (o acontecer grupal) e verticalidade (a história pessoal).

Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

A brincadeira pode ser utilizada pelo terapeuta ocupacional para avaliar o desenvolvimento cognitivo e físico, a comunicação, as habilidades sociais, a habilidade de resolução de problemas, a criatividade e a flexibilidade.

João, com 51 anos de idade, casado, músico, sentiu fortes dores na região cervical e formigamento no membro superior esquerdo. Após exames, identificou-se que ele havia sofrido um infarto. Indicou-se a cirurgia para a colocação de marcapasso.
Acerca desse caso clínico, considerando a etapa de avaliação inicial do terapeuta ocupacional, julgue o item a seguir.
O terapeuta ocupacional deve utilizar a abordagem de avaliação top-down, levantando informações da história de papéis ocupacionais, atividades e tarefas, e não os dados clínicos do paciente.
Uma criança de 7 anos de idade, com diagnóstico transtorno de deficit de atenção e hiperatividade compareceu com o pai no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), próximo à respectiva residência. O genitor relata que a criança apresenta comportamento agressivo e agitação psicomotora, além da dificuldade de lidar com a rotina. Faz uso de risperidona com canabidiol. 

Considerando o caso exemplificativo e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

Crianças apresentam comportamento na escola, por exemplo, com o fim de vivenciar aquilo que os respectivos lares não puderam oferecer: a possibilidade de uma expressão afetiva mais espontânea e o estabelecimento de limites.

Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

As relações entre pares e familiares próximos ao adolescente ou à criança podem ser desencadeadoras de estresse e contribuir para o sofrimento psíquico vivenciado, ou ser fatores protetivos ao gerarem sentimentos de segurança e de possibilidades de suporte e apoio.

Quanto aos objetivos gerais da Terapia Ocupacional em Geriatria e Gerontologia, assinale a alternativa incorreta.
Considere uma paciente de 45 anos de idade, com histórico de uso e dependência de benzodiazepínicos por aproximadamente 10 anos. Residia sozinha, longe dos cuidados da família. Nessa fase, mostrava-se uma pessoa produtiva e independente, mas sempre com conflitos familiares e mais instrospectiva. Iniciou sintomatologia com gastos excessivos, irritabilidade, lentificação do pensamento, discurso desconexo, taquilalia e mutismo. Nesse período, foi encaminhada para iniciar acompanhamento no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) II com equipe multidisciplinar. 

Levando em consideração o texto motivador e com relação à atuação do terapeuta ocupacional na saúde mental adulto, julgue o item a seguir.

Na perspectiva da terapia ocupacional social, as atividades do cotidiano podem potencializar a criação do vínculo, pois é por meio dele que se torna possível a composição de estratégias para a constituição das ações do acompanhamento individual e territorial.

Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O Questionário de Capacidades e Dificuldades (SDQ) pode ser usado pelo terapeuta ocupacional para avaliar algumas áreas de desempenho de crianças ou adolescentes.

Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O terapeuta ocupacional social deve estar aberto às necessidades do outro, e esse outro, contextualizado em relação a um meio que o produz e é produzido por ele, no qual o terapeuta ocupacional também participa e intervém.

Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

Para construir estratégias de prevenção da violência, o terapeuta ocupacional deve conduzir a respectiva ação por meio do reconhecimento e da compreensão do cotidiano e da história ocupacional dos adolescentes.

Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O cuidado ampliado em terapia ocupacional deve mapear as redes de suporte e proteção dos envolvidos, contribuindo para a construção e o fortalecimento de uma atenção interdisciplinar, intersetorial e em rede.

Estudo de caso
Histórico: MG nasceu em 1993, de 34 semanas de gestação, trigemelar, parto cesariano, foi o último filho a nascer. Pesava 1.760 g, obtendo Apgar 5 no primeiro minuto de vida, 6 no quinto minuto e 7 no décimo minuto. Permaneceu na incubadora 12 dias, recebendo alta hospitalar posteriormente. Quadro Clínico: Hipertonia global, hiper-reflexia, componente atáxico, movimentos globais difusos, involuntários e incoordenados especialmente de cabeça e membros superiores. Apresentava nível II no GMFCS. Diagnóstico neurológico: paralisia cerebral do tipo mista (espasticidade com componente atetoide e ataxia), causa provável de anóxia neonatal. Tratamentos específicos: A fisioterapia e a terapia ocupacional foram iniciadas aos 7 meses de idade e a fonoaudiologia aos 18 meses. Avaliação funcional de terapia ocupacional: MG foi encaminhado pelo neuropediatra para avaliação de terapia ocupacional aos 7 meses de ida de, por apresentar importante atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Sua movimentação global era difusa, desorganizada e apresentava intensa insegurança antigravitacional ao ser movimentado. Intervenção em terapia ocupacional: O tratamento de terapia ocupacional iniciou-se aos 7 meses de idade e foi estruturado nos princípios do Método Neuroevolutivo. O objetivo do trabalho concentrou-se na estimulação motora global, levando o bebê a adquirir as etapas motoras compatíveis com sua idade cronológica. Corresponde ao Método:
Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O adolescente possui o próprio pensamento abstrato ainda em construção, o que favorece a linguagem da ação como uma forma de comunicação, e é por meio do fazer que o terapeuta ocupacional identifica essa peculiaridade e traduz a expressão.

Uma criança de 7 anos de idade, com diagnóstico transtorno de deficit de atenção e hiperatividade compareceu com o pai no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), próximo à respectiva residência. O genitor relata que a criança apresenta comportamento agressivo e agitação psicomotora, além da dificuldade de lidar com a rotina. Faz uso de risperidona com canabidiol. 

Considerando o caso exemplificativo e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O brincar com o outro ressalta a importância das brincadeiras para a promoção da inclusão e transformação sociais, assim como para a convivência intercultural, inclusive em pátios escolares.

Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O cerne da teoria de Piaget está na díade mãe-bebê. Não é possível haver um bebê sem que haja os cuidados maternos, em razão da “dependência absoluta”, marca dos primeiros meses de vida do bebê para com a mãe.

Uma criança de 5 anos de idade apresenta o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA). Ela encontra-se em atendimento clínico com a terapeuta ocupacional há cerca de seis meses, e a abordagem utilizada para o tratamento foi a integração sensorial. O plano de saúde da família não aceita fazer o reembolso das sessões e pede um parecer com justificativa para a terapeuta ocupacional, solicitando esclarecimentos quanto ao uso dessa abordagem com a criança. 

Acerca desse caso e considerando os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

O TEA está inserido no transtorno global do desenvolvimento (TGD) que, de acordo com o Ministério da Saúde (2013), diz respeito às funções psíquicas que são afetadas, conhecidas como transtornos invasivos ou abrangentes.

Uma criança de 7 anos de idade, com diagnóstico transtorno de deficit de atenção e hiperatividade compareceu com o pai no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), próximo à respectiva residência. O genitor relata que a criança apresenta comportamento agressivo e agitação psicomotora, além da dificuldade de lidar com a rotina. Faz uso de risperidona com canabidiol. 

Considerando o caso exemplificativo e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

O terapeuta ocupacional tem como alvo final a promoção do desenvolvimento infantil dentro do sistema educacional, seja pela atuação direta com a criança, seja por meio de capacitação dos educadores.

Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.

A criação dos CAPSi e o direcionamento intersetorial constituem ações-chave para alavancar a montagem da rede pública ampliada de atenção em saúde mental da criança e do adolescente no País.

O TDC, Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação é um atraso no desenvolvimento motor, que pode aparecer sem relação com distúrbios neurológicos ou traumas. Este transtorno pode se manifestar em crianças na pré-escola e para o devido cuidado é importante a sua identificação precoce. Assinale a alternativa CORRETA.
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