Paciente do sexo feminino, prematuro, peso ao nascer 1,568 kg
e idade gestacional de 31 semanas. Submetida a cirurgia
cardíaca para arterioplastia pulmonar esquerda. Evoluiu com
sepse tardia. Prescrição médica: fentanila 1 ml, SF 0,9% 10 ml
EV em 24 horas, dipirona 0,1 ml EV de 8/8 horas. Ácido acetil
salicílico 10 mg VS 1x ao dia, cefotaxima 65 mg EV de 8/8 horas,
ranitidina 1 mg EV de 12/12 horas, midazolam 0,2 mg EV se
necessário, fenobarbital 8 mg EV 1 x ao dia e vancomicina 30
mg EV de 8/8 horas.
Ao analisar essa prescrição, o farmacêutico deverá sugerir
o aprazamento em horários distintos para o
De acordo com a Portaria 344/1998 e suas atualizações, que rege
a dispensação de medicamentos sujeitos à controle especial,
analise as afirmativas a seguir.
I. O farmacêutico é o responsável por analisar as prescrições e
só pode aviar ou dispensar os medicamentos quando todos
os itens da receita e da notificação de receita estiverem
devidamente preenchidos.
II. As prescrições via receita ou da notificação de receita
possuem validade por 60 dias, a partir da data do
preenchimento.
III. O cadastramento de medicamentos no SNGPC (Sistema
Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados) é
exclusiva do farmacêutico responsável pelo estabelecimento,
que deve ser cadastrado no sistema como usuário e senha
própria.
Está correto o que se afirma em
“Um Farmacêutico Hospitalar, ao interpretar uma prescrição
manual de nutrição parenteral pediátrica, adicionou à formula
0,4 mL (40 unidades) ao invés de 0,4 mL (406 unidades) de
heparina. O erro passou desapercebido pela equipe de
enfermagem, que não notou a diferença do medicamento
prescrito com o constante no rótulo da nutrição parenteral.
A criança sofreu hipoglicemia grave.”
(Boletim ISMP, vol. 2, número 5, out 2013.)
A prática segura recomendada para evitar erro de medicação
neste caso, é