Esmeralda, aluna de 15 anos de uma escola da rede particular de ensino, passou a reiteradamente usar,
por cima da farda, casacos totalmente fechados, cobrindo os braços e pescoço, mesmo durante o
horário do recreio, embora o sol estivesse escaldante. Sua atitude também mudou. Antes descontraída,
leve e comunicativa, passou a isolar-se e, quando abordada por colegas ou professores era evasiva ou
grosseira. Suas notas caíram vertiginosamente. A psicóloga do colégio resolveu intervir e chamá-la
para conversar. Nesse encontro, Esmeralda, em prantos, confessou estar sendo abusada pelo novo
namorado de sua mãe, que passara a residir com elas. A psicóloga, comunicando o fato, de forma
discreta à coordenação de área, com eles, conjuntamente, de acertada decidiu:
A Constituição Federal, no capítulo que trata dos Direitos e Garantias Fundamentais, estabelece em
seu artigo 5º, caput e inciso VI: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à
liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes... ... é inviolável a liberdade
de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na
forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”
De acordo com a Constituição brasileira e com a Lei nº 7.716/1989, qual é a postura do Estado em relação à diversidade religiosa no Brasil?
De acordo com a Constituição brasileira e com a Lei nº 7.716/1989, qual é a postura do Estado em relação à diversidade religiosa no Brasil?