As características químicas, isotópicas e mineralógicas de rochas ígneas são
distintas nos diferentes ambientes tectônicos em que são geradas. Sobre rochas ígneas e ambientes
de formação, é correto afirmar que:
Questões de Concursos
selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Publicidade
As análises geomorfológicas realizadas nos terrenos
montanhosos permitem que um perito geólogo possa indicar a
suscetibilidade de movimentos de massa em locais com
ocupações urbanas densas, sendo úteis na definição de
interdições de unidades residenciais em encostas.
Dentre os parâmetros morfométricos que influenciam a possibilidade de ocorrência de um movimento de massa em uma encosta densamente ocupada, aqueles que podem ser obtidos a partir de modelos digitais de elevação são:
Dentre os parâmetros morfométricos que influenciam a possibilidade de ocorrência de um movimento de massa em uma encosta densamente ocupada, aqueles que podem ser obtidos a partir de modelos digitais de elevação são:
A classificação das morfologias de relevo permite que se tenha
um bom entendimento dos processos que foram responsáveis
pela geração das formas. As abordagens geomorfológicas para a
classificação do relevo utilizam a divisão do modelado tanto em
planta como em perfil, havendo a possibilidade de distinguir
topos, encostas e fundos de vale.
Os fundos de vale são unidades geomorfológicas que:
Os fundos de vale são unidades geomorfológicas que:
Considerando a influência combinada da
geologia e da topografia em um ambiente
montanhoso, analise as afirmativas a seguir:
I. Em áreas de relevo acidentado, a orientação das camadas sedimentares em relação à declividade do terreno é irrelevante para a análise de risco geotécnico, uma vez que a resistência do solo depende exclusivamente da composição mineralógica.
II. A presença de camadas rochosas inclinadas no sentido da encosta, com fraturas e falhas geológicas, aumenta significativamente o risco de deslizamento, especialmente em terrenos com alta declividade.
III. A análise topográfica, associada à identificação de zonas de cisalhamento e zonas de falhas geológicas, é essencial para a definição de áreas críticas de instabilidade em encostas.
IV. O mapeamento geológico-estrutural, em conjunto com a modelagem digital do terreno (MDT), permite prever com precisão a ocorrência de rupturas de taludes em áreas montanhosas, eliminando completamente a necessidade de monitoramento in loco.
Pode-se afirmar que:
I. Em áreas de relevo acidentado, a orientação das camadas sedimentares em relação à declividade do terreno é irrelevante para a análise de risco geotécnico, uma vez que a resistência do solo depende exclusivamente da composição mineralógica.
II. A presença de camadas rochosas inclinadas no sentido da encosta, com fraturas e falhas geológicas, aumenta significativamente o risco de deslizamento, especialmente em terrenos com alta declividade.
III. A análise topográfica, associada à identificação de zonas de cisalhamento e zonas de falhas geológicas, é essencial para a definição de áreas críticas de instabilidade em encostas.
IV. O mapeamento geológico-estrutural, em conjunto com a modelagem digital do terreno (MDT), permite prever com precisão a ocorrência de rupturas de taludes em áreas montanhosas, eliminando completamente a necessidade de monitoramento in loco.
Pode-se afirmar que:
A petrografia ígnea envolve o estudo de rochas
formadas a partir do resfriamento e solidificação
do magma. Considerando os processos de
formação e a classificação das rochas ígneas,
assinale a alternativa que descreve as
características texturais e mineralógicas de uma
rocha ígnea intrusiva e sua relação com o
ambiente de cristalização.
Publicidade