Com a popularização dos dispositivos móveis — computadores portáteis, telefones celulares
inteligentes (smartphones), leitores tipo tablets, entre outros —, os projetos gráficos editoriais estão
“migrando” cada vez mais da página impressa para o ambiente digital, ora simulando as características
tradicionais do objeto físico, como a ação de virar páginas, ora propondo novas funcionalidades já
plenamente adaptadas às novas mídias digitais, como conteúdos dinâmicos e customizáveis de forma
quase individualizada.
Nesse contexto, ao realizar um projeto gráfico editorial híbrido, isto é, que funcione tanto em mídia
impressa como em mídias digitais, o designer deve priorizar
A respeito das recomendações de acessibilidade em interfaces
digitais previstas no Guia de Boas Práticas para Acessibilidade
Digital, julgue os itens a seguir.
I As imagens decorativas, como bordas ou planos de fundo,
não necessitam de texto alternativo; nesses casos, é
recomendado levar a imagem decorativa para o CSS.
II Os botões de tamanho de fonte não são especificamente uma
obrigatoriedade para a acessibilidade, já que as pessoas
podem utilizar o recurso de zoom do navegador.
III É essencial evitar efeitos visuais baseados em mouseover e
garantir que todas as interações importantes possam ser
acessadas por meio de métodos que sejam compatíveis com
tecnologias assistivas.
No design editorial, existe um recurso
de construção que utiliza um conjunto
de módulos regulares que facilitam a
distribuição dos elementos na página, ou
tela, cuja função principal é controlar os
objetos gráficos distribuídos no layout,
isto é, criar um sistema de organização
de conteúdo. A qual recurso o enunciado
se refere?