Desde que a Grã-Bretanha tomou posse das Ilhas Malvinas ou Falklands, em 1833, ao expulsar a base naval argentina ali instalada, a Argentina passou a reivindicar a devolução desse território insular. Os próprios britânicos questionavam, a princípio, os títulos jurídicos que lhes embasavam a possessão do arquipélago: as investidas inglesas na América do Sul se repetiram depois do fim das guerras napoleônicas (em 1815), chegando até as Malvinas em 1833. O duque de Wellington, vencedor de Napoleão em Waterloo, porém, havia escrito:

“Revi os papéis concernentes às ilhas Falkland. De nenhum modo me fica claro que tenhamos algum dia possuído soberania sobre essas ilhas”. A soberania sobre as ilhas foi causa de um enfrentamento armado entre os dois países em 1982, a Guerra das Malvinas.”

(Disponível em: https://funag.gov.br/loja. Acesso em: fevereiro de 2024.)


Nos dias atuais, as Ilhas Malvinas:

Com início no próximo domingo, o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana se encaixa na tradição, na tentativa de equilibrar a oferta de espetáculos e oficinas. Segundo o coordenador do evento realizado pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), Armando Wood, a atual edição apresenta uma versão “bem equilibrada” dessas duas propostas, com atrações de diversas áreas, da música às artes plásticas. Com o tema Latinoamérica – ¿Libertas, Libertad, Liberdade?, a programação pretende se aproximar das manifestações culturais dos países da América Latina, o que poderá ser conferido com a presença de artistas estrangeiros. A integração da América Latina enfrenta dificuldades e obstáculos e isso pode ser atribuído em grande parte

Os constantes desafios que se interiorizam no âmbito da ordem internacional vêm modulando a forma como governos, empresas, sociedade civil e centros de pensamento estão se relacionando. Em um mundo cada vez mais multifacetado, o monopólio da política externa já não cabe mais como instrumento de competência exclusiva de entidades governamentais, seja em seu aspecto de formulação ou em aspecto decisório.

(Lafer. 2001.)


Alguns temas estruturais fazem parte da agenda de debates e das preocupações especificamente do Brasil, tais como: