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Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

Situam-se na Grécia as mais antigas bases do pensamento filosófico ocidental, especialmente a partir das contribuições de Sócrates, Platão e Aristóteles.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

Renascimento, Reforma religiosa e Estados nacionais assinalaram o início dos tempos modernos; a expansão comercial e marítima dos séculos XV e XVI alargou os horizontes do homem europeu, levando-o à Ásia, à África e à América.

O nascimento do Brasil como Estado Nacional, na primeira metade do século XIX, coincide com o esforço das elites locais para estabelecer uma identidade nacional brasileira. Com o advento da República, em 1889, vê?se a preocupação de buscar no passado elementos que legitimassem a nova ordem. É na Era Vargas (1930?1945), especialmente durante a ditadura do Estado Novo (1937?1945), contudo, que o projeto de afirmação da nacionalidade adquire foros de algo sistemático, conduzido pelo governo central.

Tendo as informações acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema abordado, julgue os itens de 79 a 90.

As independências latino?americanas fragmentaram o império espanhol, dando origem a países que, a despeito de características comuns, buscaram construir as respectivas identidades nacionais.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

Na Europa medieval, prevaleceu o sistema feudal, com base na terra como bem econômico fundamental, nas relações servis de produção e no domínio de uma aristocracia fundiária e guerreira.

África e América foram incorporadas à história ocidental a partir do expansionismo comercial e marítimo europeu do início dos tempos modernos. O processo de exploração colonial desses continentes seguiu a lógica econômica e política que, na Europa, caracterizava a transição do feudalismo ao capitalismo. Nas palavras de um ex-diretor geral da Unesco, ?hoje, torna-se evidente que a herança africana marcou, em maior ou menor grau, dependendo do lugar, os modos de sentir, pensar, sonhar e agir de certas nações do hemisfério ocidental. Do sul dos Estados Unidos ao norte do Brasil, passando pelo Caribe e pela costa do Pacífico, as contribuições culturais herdadas da África são visíveis por toda parte; em certos casos, chegam a constituir os fundamentos essenciais da identidade cultural de alguns segmentos mais importantes da população?.

Tendo por referência inicial as informações contidas no texto acima e considerando aspectos significativos do ensino de história, da história da América e de suas identidades, bem como da história africana e de suas relações com o exterior, julgue os itens de 81 a 90.

Um dos graves problemas do ensino de história da África, no Brasil, decorre de uma visão estereotipada, de modo que a recorrente identidade continental - o africano - leva à construção de uma falsa homogeneidade, desconhecendo-se as especificidades das sociedades que habitam o continente.

O grande medievalista francês Marc Bloch, autor do clássico Apologia da História ou o ofício do historiador, inaugurou a concepção de “história como problema”, em oposição a uma historiografia positivista que se apoiava em fatos, datas, grandes nomes e heróis. Com Lucien Febvre, ele foi um dos criadores da moderna historiografia conhecida como Escola dos Anais (Annales).

Relativamente às transformações pelas quais passou a produção e a escrita do conhecimento histórico a partir das primeiras décadas do século XX, julgue os itens seguintes.

Nas décadas que se seguiram imediatamente ao fim da Segunda Guerra Mundial, a história econômica, fortemente influenciada pelo marxismo, atingiu o máximo de prestígio acadêmico.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

A Revolução Industrial, que alterou radicalmente os padrões vigentes da economia, pouco impacto exerceu na estrutura da sociedade ocidental, mantendo-se praticamente inalterados os regimes políticos oriundos da Idade Moderna.
O desenvolvimento da historiografia mundial, fenômeno que o século XX consagrou, permite novos olhares sobre o passado protagonizado pelas sociedades. No Brasil, multiplicam-se estudos que lançam luz sobre a trajetória do País, da colônia aos dias atuais. Da independência, em 1822, passando pela implantação da República, em 1889, ao cenário presente, a história brasileira é marcada por avanços e recuos, enfrentando percalços e se mostrando ainda inconclusa em relação à construção da cidadania. Relativamente à história contemporânea, da produção do conhecimento histórico a alguns dos mais marcantes fatos ocorridos no Brasil e no mundo, julgue os itens de 91 a 100. A renovação historiográfica no mundo contemporâneo distingue-se radicalmente do Positivismo do século XIX por não reconhecer no fato, ou seja, no acontecimento, matéria-prima para a produção do saber histórico, substituído por teorias totalizantes.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

Os últimos séculos da Idade Média foram de profunda transformação: impulsionado pela nascente classe burguesa, o renascimento da vida urbana, do comércio e da economia monetária prenunciava o advento de uma nova forma de organização econômica, que viria a ser o capitalismo.
O desenvolvimento da historiografia mundial, fenômeno que o século XX consagrou, permite novos olhares sobre o passado protagonizado pelas sociedades. No Brasil, multiplicam-se estudos que lançam luz sobre a trajetória do País, da colônia aos dias atuais. Da independência, em 1822, passando pela implantação da República, em 1889, ao cenário presente, a história brasileira é marcada por avanços e recuos, enfrentando percalços e se mostrando ainda inconclusa em relação à construção da cidadania. Relativamente à história contemporânea, da produção do conhecimento histórico a alguns dos mais marcantes fatos ocorridos no Brasil e no mundo, julgue os itens de 91 a 100. Há consenso historiográfico acerca do motivo que levou o século XX a experimentar duas guerras mundiais: trata-se da crise geral do capitalismo, que acirrou rivalidades e competições desenfreadas por mercados e áreas de influência.

O grande medievalista francês Marc Bloch, autor do clássico Apologia da História ou o ofício do historiador, inaugurou a concepção de “história como problema”, em oposição a uma historiografia positivista que se apoiava em fatos, datas, grandes nomes e heróis. Com Lucien Febvre, ele foi um dos criadores da moderna historiografia conhecida como Escola dos Anais (Annales).

Relativamente às transformações pelas quais passou a produção e a escrita do conhecimento histórico a partir das primeiras décadas do século XX, julgue os itens seguintes.

Os anos 1970 e 1980 assinalaram o declínio irreversível da denominada história cultural em suas diversas manifestações, como o estudo das mentalidades.
O desenvolvimento da historiografia mundial, fenômeno que o século XX consagrou, permite novos olhares sobre o passado protagonizado pelas sociedades. No Brasil, multiplicam-se estudos que lançam luz sobre a trajetória do País, da colônia aos dias atuais. Da independência, em 1822, passando pela implantação da República, em 1889, ao cenário presente, a história brasileira é marcada por avanços e recuos, enfrentando percalços e se mostrando ainda inconclusa em relação à construção da cidadania. Relativamente à história contemporânea, da produção do conhecimento histórico a alguns dos mais marcantes fatos ocorridos no Brasil e no mundo, julgue os itens de 91 a 100. Ainda que tenha sido conduzida por setores da elite colonial, a independência do Brasil motivou muitos brasileiros a assumirem a causa da emancipação nacional: levantes populares ocorreram em vários pontos do País, a exemplo do Pará, do Maranhão, do Piauí e da Bahia.

África e América foram incorporadas à história ocidental a partir do expansionismo comercial e marítimo europeu do início dos tempos modernos. O processo de exploração colonial desses continentes seguiu a lógica econômica e política que, na Europa, caracterizava a transição do feudalismo ao capitalismo. Nas palavras de um ex-diretor geral da Unesco, ?hoje, torna-se evidente que a herança africana marcou, em maior ou menor grau, dependendo do lugar, os modos de sentir, pensar, sonhar e agir de certas nações do hemisfério ocidental. Do sul dos Estados Unidos ao norte do Brasil, passando pelo Caribe e pela costa do Pacífico, as contribuições culturais herdadas da África são visíveis por toda parte; em certos casos, chegam a constituir os fundamentos essenciais da identidade cultural de alguns segmentos mais importantes da população?.

Tendo por referência inicial as informações contidas no texto acima e considerando aspectos significativos do ensino de história, da história da América e de suas identidades, bem como da história africana e de suas relações com o exterior, julgue os itens de 81 a 90.

As independências latino-americanas, inclusive a do Brasil, inscrevem-se no contexto geral de crise do antigo sistema colonial mercantilista, que se vincula ao quadro mais amplo de desintegração do Antigo Regime na Europa.
O desenvolvimento da historiografia mundial, fenômeno que o século XX consagrou, permite novos olhares sobre o passado protagonizado pelas sociedades. No Brasil, multiplicam-se estudos que lançam luz sobre a trajetória do País, da colônia aos dias atuais. Da independência, em 1822, passando pela implantação da República, em 1889, ao cenário presente, a história brasileira é marcada por avanços e recuos, enfrentando percalços e se mostrando ainda inconclusa em relação à construção da cidadania. Relativamente à história contemporânea, da produção do conhecimento histórico a alguns dos mais marcantes fatos ocorridos no Brasil e no mundo, julgue os itens de 91 a 100. A partir de 1946, com o fim da Segunda Guerra e a redemocratização, o Brasil avançou na industrialização e na vertiginosa urbanização, afastando-se da imagem histórica de economia agrícola e sociedade essencialmente rural.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

A partilha da África, no último quartel do século XIX, determinada pelas potências imperialistas europeias, levou em consideração as especificidades étnicas, religiosas, geográficas e culturais dos povos africanos.

África e América foram incorporadas à história ocidental a partir do expansionismo comercial e marítimo europeu do início dos tempos modernos. O processo de exploração colonial desses continentes seguiu a lógica econômica e política que, na Europa, caracterizava a transição do feudalismo ao capitalismo. Nas palavras de um ex-diretor geral da Unesco, ?hoje, torna-se evidente que a herança africana marcou, em maior ou menor grau, dependendo do lugar, os modos de sentir, pensar, sonhar e agir de certas nações do hemisfério ocidental. Do sul dos Estados Unidos ao norte do Brasil, passando pelo Caribe e pela costa do Pacífico, as contribuições culturais herdadas da África são visíveis por toda parte; em certos casos, chegam a constituir os fundamentos essenciais da identidade cultural de alguns segmentos mais importantes da população?.

Tendo por referência inicial as informações contidas no texto acima e considerando aspectos significativos do ensino de história, da história da América e de suas identidades, bem como da história africana e de suas relações com o exterior, julgue os itens de 81 a 90.

A transferência maciça de mão-de-obra africana para a América Latina, para as Antilhas e para o sul da América do Norte resultou em extraordinário desenvolvimento da produção e do comércio de bens de consumo na zona atlântica, de que decorreram a expansão do mercado interno colonial e a equânime distribuição de riqueza nessas regiões.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

Apesar da grandiosidade do império que conseguiu construir, Roma foi incapaz de deixar um legado cultural original, o que pode ser explicado pelo fato de ter adotado leis, crenças religiosas e costumes dos povos conquistados.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

O papel da Igreja Católica na Europa medieval não se restringiu ao campo meramente religioso: ela exerceu vigoroso poder político e, especialmente por meio dos mosteiros, contribuiu para a preservação da cultura clássica.

Alguns dos mais importantes fundamentos da civilização ocidental foram lançados na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma). Esse legado apresenta-se em múltiplos aspectos, entre os quais podem ser citados as artes, a filosofia, a política e o direito. Nos mil anos que se seguem à queda de Roma, a Europa se ruraliza, a economia mercantil sofre grande refluxo e verifica-se a ascendência, não apenas religiosa, de uma instituição centralizada e de extrema capilaridade - a Igreja Católica. A Baixa Idade Média anuncia profundas transformações que atingem a culminância no início da Idade Moderna. Entre os séculos XVI e XVIII, o Ocidente se reinventa geográfica, política e culturalmente. Em fins do século XVIII, a partir da Inglaterra, a Revolução Industrial inaugura uma nova era para uma história crescentemente globalizada.

Tendo as informações acima como referência inicial, julgue os itens de 71 a 80, relativos à história do mundo ocidental.

O avanço da industrialização, ao longo do século XIX, consolidou o capitalismo como sistema econômico dominante por superar as antigas formas de produção e não ser alvo de qualquer forma de contestação.

África e América foram incorporadas à história ocidental a partir do expansionismo comercial e marítimo europeu do início dos tempos modernos. O processo de exploração colonial desses continentes seguiu a lógica econômica e política que, na Europa, caracterizava a transição do feudalismo ao capitalismo. Nas palavras de um ex-diretor geral da Unesco, ?hoje, torna-se evidente que a herança africana marcou, em maior ou menor grau, dependendo do lugar, os modos de sentir, pensar, sonhar e agir de certas nações do hemisfério ocidental. Do sul dos Estados Unidos ao norte do Brasil, passando pelo Caribe e pela costa do Pacífico, as contribuições culturais herdadas da África são visíveis por toda parte; em certos casos, chegam a constituir os fundamentos essenciais da identidade cultural de alguns segmentos mais importantes da população?.

Tendo por referência inicial as informações contidas no texto acima e considerando aspectos significativos do ensino de história, da história da América e de suas identidades, bem como da história africana e de suas relações com o exterior, julgue os itens de 81 a 90.

A abertura do comércio atlântico no início da Idade Moderna alterou o sistema geoeconômico vigente e propiciou o desenvolvimento de um esquema mercantil triangular, ligando a Europa, a África e as Américas.
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