Um homem de 48 anos, com história de hipertensão arterial e
dislipidemia, procura o Serviço de Emergência com forte dor
torácica constritiva, que se iniciou há 60 minutos durante
momento de repouso. Ele descreve a dor subesternal como um
“um elefante sobre seu peito”. Encontra-se taquipneico e
diaforético.
O traçado eletrocardiográfico mostra elevação do segmento ST e
onda T invertida nas derivações da parede anterolateral.
Tratando-se de um infarto agudo do miocárdio, assinale a opção
que indica os resultados laboratoriais que devem ser encontrados
no material colhido, no momento da admissão do paciente.
Um paciente paraplégico por TRM nível T2 entra no Pronto
Socorro com um quadro de elevação de pressão arterial,
sudorese e palidez.
Além de investigar a etiologia, devemos imediatamente
Uma paciente de 79 anos foi levada pela sua filha para uma
consulta clínica pois vinha apresentando episódios de queda da
própria altura ao se levantar da cama durante a madrugada. Esse
quadro se iniciou há 2 meses, mas nas últimas 2 semanas tinha
aumentado a frequência, inclusive com 3 episódios pela manhã,
ao se levantar da cama. Estava sendo acompanhada por um
neurologista por apresentar doença de Parkinson. Diante desse
quadro, ele havia indicado medidas comportamentais, incluindo
se sentar antes de se levantar da cama e aumentar tanto a
hidratação quanto o consumo de sal na dieta. Contudo, a
paciente permaneceu apresentando quedas. Não estava em uso
de anti-hipertensivos. Ao exame clínico, a pressão arterial era de
140 por 88 mmHg na posição supina e, ao ficar na posição
ortostática, rapidamente a pressão caía para 88 por 60 mmHg.
Referiu sensação de intolerância ortostática. Não houve mudança
significativa na frequência cardíaca. O exame cardiovascular
estava sem alterações.
Diante desse quadro, a medicação mais indicada para essa
paciente é: