Considere um homem de 72 anos de idade que chega
ao hospital com palpitações ocasionais e que apresenta
ECG mostrando fibrilação atrial paroxística autolimitada,
com resposta ventricular controlada (80 bpm). O paciente
é hipertenso bem controlado, sem insuficiência cardíaca,
sem história prévia de AVC e sem outros fatores de risco
tromboembólico. Escore CHA2
DS2
‑VASc = 1 (apenas pela
idade). O residente que está atendendo esse paciente
propõe uso de ácido acetilsalicílico (AAS) em baixa dose
como profilaxia antitrombótica.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está
supervisionando esse residente deve ser:
Considere que um residente atende no ambulatório um
paciente de 65 anos de idade, com dispneia aos esforços,
ortopneia e edemas. O ecocardiograma mostra fração
de ejeção de 35%. O residente prescreve furosemida e
reforça as medidas dietéticas.
Nesse caso, a conduta do preceptor supervisor é: