Uma paciente com gestação gemelar de 37 semanas procura uma maternidade em trabalho de parto inicial. Ao exame, é identificado o primeiro feto em apresentação pélvica e com peso estimado de 2800g e o segundo em apresentação cefálica com peso estimado de 3200g.
Nesse caso, a melhor via de parto é:
Uma primigesta, com diagnóstico de obesidade e diabetes gestacional com controle glicêmico adequado com dieta, trouxe exames laboratoriais de rotina e o resultado do TSH foi de 9,5 mUI/L.
Diante desse resultado, dentre as condutas abaixo, a mais adequada para esse caso é:
Uma paciente é encaminhada ao serviço de medicina fetal com diagnóstico de mielomeningocele fetal com 22 semanas. A lesão tem seu limite superior em L5. O feto tem movimentação dos membros inferiores normal e não tem ventriculomegalia.
Sobre a possibilidade de tratamento nesse caso, é correto afirmar que:
Uma gestante realiza ultrassonografia com 17 semanas que evidencia um feto com distensão da bexiga e da uretra (bexiga em formato de “raquete”) e oligodramnia.
Esse achado é característico de:
Sobre os tipos de pelve na mulher, é correto afirmar que:
Sobre a anatomia dos órgãos genitais femininos, é correto afirmar que:
Uma paciente tem atraso menstrual de 7 semanas. A sua dosagem de beta-HCG é de 2000mUI/mL. Ao realizar ultrassonografia, é encontrado útero com cavidade pouco espessada e ecogênica, sem saco gestacional em seu interior. Em região paraovariana esquerda é encontrada massa heterogênea com anel ecogênico e conteúdo anecoico e discreta vascularização ao seu redor. Não havia líquido livre na pelve. A paciente encontra-se assintomática e não possui comorbidades.
Dentre as condutas abaixo, a mais adequada para esse caso é:
Paciente com gestação gemelar com 19 semanas procura atendimento devido a aumento importante do fundo uterino. Realiza ultrassonografia que identifica gestação monocoriônica diamniótica com um feto com polidrâmnio e Doppler do ducto venoso alterado, e o outro em adramnia, bexiga não visualizada e Doppler da artéria umbilical com diástole zero.
Diante desses achados, o diagnóstico mais provável e a conduta são:
A hiperglicemia pode ser detectada pela primeira vez durante a gestação e deve ser diferenciada em: diabetes (DM) diagnosticado na gestação (do inglês overt diabetes) ou diabetes mellitus gestacional (DMG).

Em relação ao diagnóstico do DMG, assinale a afirmativa correta.
Paciente inicia quadro de hemorragia pós-parto. O médico assistente opta por usar o balão de tampão intrauterino.
O seu uso seria justificado na seguinte situação:
Uma grávida com 35 semanas, Gesta IV para III (cesarianas), após um episódio de sangramento vaginal, procurou uma emergência obstétrica. O plantonista realiza exame especular evidenciando sangramento em pequena quantidade pelo orifício cervical. Solicita uma ultrassonografia que evidencia placenta anterior baixa, recobrindo o colo uterino.
Nessa situação, a melhor conduta é:
Chega ao plantão da maternidade uma gestante com 31 semanas com membranas rotas em trabalho de parto, com 6 cm de dilatação, apresentação fetal cefálica e contrações uterinas frequentes e intensas. Realizada cardiotocografia, sendo evidenciada boa vitalidade fetal.
Entre as boas práticas, nesse caso, estão:

Paciente com 39 anos procura atendimento ginecológico com queixa de sangramento vaginal de pequena quantidade e corrimento escuro. Realiza exame genital onde são encontrados pequenos nódulos sangrantes no colo uterino. É realizada a biópsia dessas lesões e o laudo descreve deciduose.


Diante desses achados, a conclusão mais correta é que:

No Brasil, a triagem neonatal do hipotireoidismo congênito (HC), é feita pela medida do TSH em amostra de sangue coletada em papel de filtro - constituindo uma das avaliações do teste do pezinho.

O Programa Nacional de Triagem Neonatal, a fim de minimizar um excesso de resultados falso-positivos, preconiza que a triagem do HC deve ser realizada nas crianças a termo e aparentemente saudáveis
Sobre o prontuário médico, assinale a afirmativa correta.
Em consulta de pré-natal, é atendida uma gestante sem comorbidades prévias, com 26 semanas, que realizou o teste de tolerância oral à glicose de 75g com o seguinte resultado: jejum: 99mg/dl, 1h: 139mg/dl e 2h: 148mg/dl.
Diante desse achado, a conduta inicial mais correta é:
Ultrassonografia evidencia um feto com 26 semanas com ascite, derrame pleural, edema de tecido celular subcutâneo e polidrâmnio. Não foram encontrados sinais de anemia fetal grave ao Doppler da artéria cerebral média.
Tem que fazer parte da propedêutica, nesse caso:
Gestante de 21 semanas, com diabetes gestacional, realiza ultrassonografia morfológica de 2º trimestre que encontra uma massa cística na fossa posterior do cérebro fetal. O ultrassonografista informa que se trata de um remanescente embrionário constituído por uma membrana localizada abaixo do vermis cerebelar e que comumente tem um desenvolvimento neurológico normal.
Diante dessa descrição, o diagnóstico mais provável é de:

Uma mulher de 41 anos, gesta 3 para 1 e aborto 1, foi diagnosticada com neoplasia trofoblástica gestacional de alto risco.

Nesse caso, para o tratamento medicamentoso no dia 1 da semana 1, devem ser utilizados os seguintes agentes:

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