Conforme Dias e Pinto (2019), “a educação é, desde a sua gênese, objetivos e funções, um fenômeno social, estando relacionada ao contexto político, econômico, científico e cultural de uma determinada sociedade. O ato de educar é um processo constante na história de todas as sociedades, não é o mesmo em todos os tempos e lugares, e é, em sua essência, um processo social. Além disso, educação e sociedade se correlacionam porque a primeira exerce forte influência nas transformações ocorridas no âmago da segunda”. A partir dessa concepção, pode se deduzir que:
Na obra de Durkheim, “o homem encontra-se naturalmente num estado de egoísmo motivado por desejos ilimitados, necessitando ser disciplinado para tornar-se um ser social, ou seja, um ser preparado para viver em sociedade”. Nesse contexto, a educação cumpre, então, duas funções: socializar o indivíduo para integrar-se na coletividade, pela aceitação de valores e normas, e formá-lo para exercer um ofício no contexto da diferenciação de funções na divisão social do trabalho. Assim, é possível afirmar que: