Ana, 10 anos, foi encaminhada para avaliação psiquiátrica após
reclamações frequentes de sua professora ao longo do último
ano letivo. Segundo o relato escolar, Ana costuma desafiar as
regras de sala de aula, recusa-se a seguir instruções e
frequentemente argumenta com a professora de forma
desafiadora. Ela interrompe as atividades, acusa colegas de
estarem “contra ela” e demonstra irritação com facilidade,
principalmente quando é contrariada. Não há relatos de
agressões físicas ou atos de vandalismo. Os pais mencionam que,
em casa, Ana frequentemente discute com eles, culpando-os pelo
seu mau comportamento.
Acerca desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável para
Ana é transtorno:
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Uma paciente de 8 anos apresenta comportamento retraído e
nervosismo persistente em diversas situações cotidianas. Os
sintomas tiveram início há aproximadamente sete meses,
coincidindo com a mudança para uma nova escola. Desde então,
observa-se que a criança evita participar de atividades em grupo
e demonstra desconforto significativo ao frequentar o ambiente
escolar. Durante a consulta, a paciente relatou sentir intensa
ansiedade ao imaginar situações em que precise interagir com
outras crianças ou ser observada, descrevendo episódios de
palpitações e aceleração do coração. Ela expressa um medo
persistente de ser avaliada negativamente pelos colegas, o que
ocasiona prejuízo no seu desempenho escolar e nas interações
sociais. Não há relato de alterações marcantes de humor ou
pensamentos delirantes. Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é transtorno: