Um homem de 71 anos, com histórico de hipertensão controlada e diabetes tipo 2, começa a apresentar mudanças comportamentais progressivas, incluindo desorganização cognitiva, dificuldade em executar tarefas diárias e episódios de alucinações visuais, frequentemente envolvendo pessoas ou objetos inexistentes. Durante a noite, manifesta confusão acentuada, com dificuldade em reconhecer o ambiente e episódios de desorientação. Além disso, ocorre flutuação cognitiva, caracterizada por períodos em que parece alerta e orientado, seguidos por episódios de deterioração mental com déficits de atenção e memória. Familiares relatam que, em momentos de lucidez, o paciente é capaz de interagir de forma adequada, mas em outras ocasiões, mostra respostas incoerentes e dificuldade em seguir conversas. O exame neurológico revela rigidez muscular generalizada, especialmente em membros superiores, bradicinesia (lentidão nos movimentos), e postura corporal alterada, compatível com disfunções motoras progressivas. Não há relato de tremores evidentes, mas se observa instabilidade postural e leve comprometimento da marcha.

O diagnóstico mais provável desse caso é:

Assinale a alternativa correta sobre o uso da psicoterapia em indivíduos idosos.
Homem de 79 anos é levado à consulta pelos filhos, pois perceberam que o pai está mais quieto e não quer sair de casa desde o falecimento da esposa há 1 ano. Paciente diz: “não vejo graça em nada, tudo me faz lembrar a falta que ela me faz”. Relata tristeza, desânimo e dores pelo corpo. Há 3 meses, foi morar com um dos filhos e tem apresentado desentendimentos com sua nora. Paciente queixa-se: “não quero ficar longe da minha casa, eles (os filhos) querem que eu vá logo embora para ficar com meu dinheiro”. Os filhos dizem que, há 4 dias, o paciente recusa qualquer alimento, líquido ou medicação oferecidos pela nora e passou a dizer que ela vai envenená-lo. Dorme pouco durante a noite e cochila durante o dia. Paciente é obeso, apresenta hipercolesterolemia em uso de sinvastatina, tem hipertensão arterial controlada com hidroclorotiazida e teve infarto do miocárdio há 5 anos. Considerando o caso clínico, a conduta correta é administrar