Uma das maneiras mais comuns de categorizar sistemas de capacidade de processamento paralelo é a taxonomia introduzida por Flynn em 1972, que propõe a categorização de sistemas computacionais levando-se em conta instruções computacionais e dados.
Assinale a alternativa que possua a categoria em que uma sequência de dados é transmitida para um conjunto de processadores, onde cada um executa uma sequência de instruções diferentes.
Leia os textos abaixo:
Texto 1:
Câncer de Mr. Catra está entre os mais comuns em homens (Publicada em 08 de abril de 2018) O funkeiro Mr. Catra, 49, divulgou no mês de dezembro do ano passado que está com câncer de estômago. Na época, ele revelou que o tumor foi descoberto no início de 2017 e que ele já estava em tratamento, com uma cirurgia marcada para o mês de janeiro.
Câncer de estômago
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de estômago é o quarto mais comum entre os homens no Brasil. Está atrás apenas do câncer de próstata, pulmão e intestino. A estimativa do Inca é que sejam confirmados 21.290 novos casos de câncer de estômago no Brasil durante todo o ano de 2018. Desses, 7.750 serão em mulheres, e 13.540, em homens. No caso das mulheres, esse tipo de tumor é o sexto mais comum. Está atrás do câncer de mama, intestino, colo do útero, pulmão e tireoide, nessa ordem. É um câncer mais comum em pessoas mais velhas. Em cerca de 65% dos casos, os pacientes têm mais de 50 anos, sendo ainda mais comum por volta dos 70.
Um dos grandes problemas é que o câncer de estômago costuma ser assintomático. De acordo com o oncologista Bruno Santucci, diretor técnico do Instituto Hemomed de Oncologia e Hematologia, a dor só fica mais forte à medida que o tumor vai crescendo, o que dificulta muito o diagnóstico precoce.
“Dificulta porque coincide com a vida tumultuada dos dias de hoje. Todo mundo tem um pouquinho de dor de estômago e ninguém leva muito em consideração. Ninguém pensa que pode ser alguma coisa mais séria, acha que é porque comeu alguma coisa diferente ou porque está muito estressado”, explica o oncologista.
(Gabriela Lisbôa / R7
https://noticias.r7.com/saude/cancer-de-mr-catra-esta-entre-os-mais-comuns-em-homens-08042018
Texto 2:
Há quem ainda diga que a mulher é o sexo frágil, mas não é bem isso que indica a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE com apoio do Ministério da Saúde. De acordo com o estudo, os homens são mais suscetíveis a problemas de audição do que as mulheres – em toda a população, a proporção é de 1,2% no sexo masculino e 1,0% no sexo feminino. Isso acontece porque os hormônios femininos protegem a audição, fazendo com que o declínio auditivo se inicie mais tardiamente nas mulheres do que nos homens.
Essa diferença entre os sexos só diminui quando as células auditivas começam a morrer naturalmente, por volta dos 50 anos. No entanto, isso não significa que elas podem descuidar da saúde auditiva.
A perda de audição também é influenciada pela genética. Há indivíduos que são geneticamente predispostos a serem mais sensíveis aos sons elevados. Seja o seu caso ou não, algumas atitudes fazem toda diferença quando o assunto é a saúde dos ouvidos. Usar protetores auriculares em ambientes barulhentos é essencial.
Os protetores auriculares podem garantir um bom conforto acústico para quem precisa estar próximo a maquinários ou em lugares barulhentos, como estações de trem e metrô. "Muitas pessoas recorrem à música em seus smartphones em volumes cada vez mais altos quando estão nesses lugares para evitar o ruído, mas, para os ouvidos, a música alta também é prejudicial”.
(Repórter PB
http://www.reporterpb.com.br/noticia/saude/2018/04/10/homens-s%C3%A3o-mais-suscet%C3%ADveis-%C3%A0-problemas-de-audi%C3%A7%C3%A3o-do-que-mulheres-veja/75190.html
O assunto principal tratado nos textos é
Texto 1
A primeira aproximação entre a etnografia, nos moldes da descrição densa proposta por Geertz, e o jornalismo dialógico, conforme perspectiva de Medina, é a necessidade da imersão na realidade, nos espaços onde as situações sociais se desenrolam. O repórter e o antropólogo precisam observar, sentir o cheiro, tocar e, de certa forma, se colocar em relação, em contato com os contextos e personagens sobre os quais tratam. Seja o pesquisador que passará semanas ou meses acompanhando uma comunidade alternativa (ou mesmo uma dinâmica urbana), seja o repórter que tem apenas parcos dias para investigar uma questão, o trabalho dos dois depende, antes de tudo, de um único procedimento, a observação empírica.
ROVIDA, Mara Ferreira. Etnografia e reportagem jornalística: aproximação
possível para uma metodologia de pesquisa empírica.
Líbero, São Paulo, v. 18, n. 35, p.77-88, jun.2015. Disponível em: <https://casperlibero.edu.br/wp-content/uploads/2015/08/MaraRovida.pdf>. Acesso em 24 jul. 2019.
Texto 2
Pesquisar, checar dados, rechecar com outras fontes, cruzar informações, descobrir mentiras antes que elas sejam publicadas, enterrar-se em calhamaços de documentos, pedir ajuda a quem entende para estudar papéis técnicos e balanços, andar muito, ouvir muito, perguntar muito e ter a sorte de contar com uma boa equipe, com um editor competente e um programador visual ainda mais… eis o caminho da boa reportagem.
CAMPOS, Pedro Celso. A reportagem. In: Observatório da Imprensa. Abril, 2002. Disponível em
<http://observatoriodaimprensa.com.br/primeiras-edicoes/a-reportagem/> Acesso em 24 jul. 2019.
Com base nesse cenário, assinale a alternativa correta.
Leia com atenção o caso clínico a seguir:
Ana, 35 anos, acorda no sábado com uma sensação de incômodo em uma das mamas e percebe uma secreção no mamilo. No autoexame, há um volume diferente e até então inexistente em sua mama. Temerosa, por já ter tido um caso de câncer de mama na família, Ana logo procura atendimento médico e recorre ao pronto-socorro municipal, já que a unidade de Saúde da Família de seu bairro não abre nos finais de semana. No pronto socorro, Ana espera por algumas horas e é atendida pelo plantonista, que a examina e questiona quanto à sua ida ao ginecologista e a seu último exame de mamografia. Nada observa ao exame e lhe receita um analgésico, referindo que não se tratava de caso de urgência e que ela fosse ao médico do posto. Ana sai desolada do pronto-socorro, pois não queria adiar a solução para o seu caso. Na manhã de segunda-feira, ela acorda cedo e vai para o Centro de Saúde, onde encontra uma pequena fila. A enfermeira recebe Ana, e ela lhe explica o ocorrido. Ana logo consegue ser atendida, e o médico da Saúde da Família a examina, identifica uma pequena infecção, encaminha ao ginecologista e continua com a receita do analgésico. Ana sai da unidade triste e pensativa: “Um pequeno volume na mama... Será um caroço? Será que estou com um câncer, assim como minha avó?” Ana angustia-se: “E esse pedido do médico? Onde tem ginecologista aqui no município?” A enfermeira que a atendeu a vê saindo, mas, como está envolvida com outros atendimentos, não consegue saber se Ana precisa de mais alguma coisa. Ana vai em busca do ginecologista do hospital municipal. Na recepção, busca informações sobre a marcação de consultas:
– Boa tarde. Preciso de uma informação. Estou com a solicitação do meu médico para um atendimento com o ginecologista.
Onde posso agendar a consulta?
A atendente responde secamente:
– O horário para agendamento de consultas é até as 14h, mas já adianto que há uma fila de espera de mais de dois meses para o ginecologista.
Ana insiste:
– Mas estou com muita dor e preciso fazer essa consulta com urgência.
A atendente não se sensibiliza:
– Todas dizem a mesma coisa. Se for de fato uma urgência, vá ao pronto-socorro. Agora, se quiser marcar uma consulta, volte amanhã até as 14h.
A atendente encerra a conversa. Ela fica irritada com toda a situação, mas também se sente impotente. Volta para casa e de novo se vê envolvida com seus afazeres sem solução para o seu problema.
(Adaptado de Machado, Lima e Baptista, 2009)
Tendo em vista que a Política Nacional de Humanização/Humaniza SUS objetiva a qualificação das práticas de atenção e de gestão em saúde, assinale a alternativa correta.