Sobre o efeito de continentalidade é correto afirmar:
São considerados softwares. EXCETO:
Considerando as disposições do Código Tributário Nacional, assinale a INCORRETA:
O AMOR POR ENTRE O VERDE
1º Não é sem frequência que, à tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de uns treze anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os cabelos ___________ para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, dezesseis, esguio, com pastas de cabelo a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma coisa eu lhes asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos beijos. São, na sua extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque, incluindo as velhas árvores que por ali espapaçam sua verde sombra; e as momices e brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber ....... quantos milênios remontam.
2º Eu os observo por um minuto apenas para não perturbar lhes os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam ....... posição inicial e se olham nos olhos, e ela se afasta com delicadeza os cabelos de sobre a fronte do namorado, para vê-lo melhor, e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e termina tudo, quando não há passantes, num longo e _____________ beijo.
3º – Que será – pergunto-me eu em vão – dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor? Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o contato de outras bocas, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã quando eu chegar ....... janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos?
4º – E se prosseguirem se amando – pergunto-me novamente em vão – será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era _____________ aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado?
5º É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que frequentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram.
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro, José Olympio, 1987.
1º Não é sem frequência que, à tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de uns treze anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os cabelos ___________ para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, dezesseis, esguio, com pastas de cabelo a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma coisa eu lhes asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos beijos. São, na sua extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque, incluindo as velhas árvores que por ali espapaçam sua verde sombra; e as momices e brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber ....... quantos milênios remontam.
2º Eu os observo por um minuto apenas para não perturbar lhes os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam ....... posição inicial e se olham nos olhos, e ela se afasta com delicadeza os cabelos de sobre a fronte do namorado, para vê-lo melhor, e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e termina tudo, quando não há passantes, num longo e _____________ beijo.
3º – Que será – pergunto-me eu em vão – dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor? Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o contato de outras bocas, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã quando eu chegar ....... janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos?
4º – E se prosseguirem se amando – pergunto-me novamente em vão – será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era _____________ aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado?
5º É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que frequentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram.
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro, José Olympio, 1987.
Analise as afirmativas referentes ao texto:
I - Segundo o autor, é um verdadeiro milagre encontrar o ser verdadeiramente amado no labirinto de desengano amorosos.
II - O autor demonstra que é impossível prever o futuro amoroso do jovem casal, já que esta é uma questão complexa e cheia de mistérios.
III - O autor percebe que enquanto se abraçam, a moça parece demonstrar tranquilidade, paciência e aceitação, e o rapaz parece fazer planos e pensar no futuro.
Quais afirmativas estão corretas?
I - Segundo o autor, é um verdadeiro milagre encontrar o ser verdadeiramente amado no labirinto de desengano amorosos.
II - O autor demonstra que é impossível prever o futuro amoroso do jovem casal, já que esta é uma questão complexa e cheia de mistérios.
III - O autor percebe que enquanto se abraçam, a moça parece demonstrar tranquilidade, paciência e aceitação, e o rapaz parece fazer planos e pensar no futuro.
Quais afirmativas estão corretas?
Albertina e Paulo vão completar 50 anos de casados e, ao longo desse tempo, tiveram 11 filhos. Em comemoração às bodas de ouro do casal, eles pretendem tirar uma fotografia junto com os filhos para anexar ao álbum da família. O número de maneiras diferentes de Albertina, Paulo e os 11 filhos tirarem essa fotografia juntos, posicionados um ao lado do outro, com Paulo ao centro e Albertina ao lado dele, é igual a:
Certo dia, um feirante comprou 6 caixas de determinado legume, todas com o mesmo peso. Sabe-se que o quilograma desse legume foi comprado por R$ 1,30 e vendido por R$ 1,90. Sabe-se ainda que o lucro desse feirante na compra e venda dessa quantidade de legume foi de R$ 90,00.
Assim, pode-se afirmar corretamente que cada caixa de legume comprada por esse pesava:
Assim, pode-se afirmar corretamente que cada caixa de legume comprada por esse pesava:
Uma equipe formada por 6 pedreiros, constrói um muro com 270 m de comprimento em 5 horas. Se essa equipe fosse constituída por 8 pedreiros, um muro com 306 m de comprimento seria construído em:
Sobre a composição interna da Terra é incorreto afirmar:
ERA UMA VEZ UM TIRANO
Era uma vez um reino. Ou uma república. Essa é uma das coisas que não deu para saber direito. Mas não tem muita importância. O importante é saber que era uma vez um país muito alegre e divertido, em que as pessoas davam muito palpite no jeito que queriam viver, mas também não esquentavam muito a cabeça com isso. Quem mandava era escolhido por elas – não seu se era presidente ou primeiro-ministro. Esse negócio de todo mundo dar palpite às vezes ficava parecendo uma bagunça completa, por que todo mundo todos queriam falar ao mesmo tempo, cada qual gritava mais do que o outro, às vezes até discutiam e brigavam, não era ___________ ficar sempre em ordem e tranquilidade. Mas no fim acabava dando certo. Era assim: quando tinha mais gente querendo uma coisa, era essa coisa que acabava sendo feita. E quem não estava de acordo podia chorar, resmungar, reclamar, fazer bico, chiar, gritar, espernear, mas no fundo sabia que não tinha mesmo muito jeito, a não ser convencer um monte de gente para passar para o seu lado. Era assim mesmo. Mas de vez em quando toda essa onde e bate-boca pareciam uma bagunça, lá isso pareciam.
Foi por isso que apareceu o Tirano. Ou Deposta. Ou Ditador, tem muitos nomes. Quer dizer, um homem que não perguntou ao pessoal se podia ser presidente ou primeiro-ministro, expulsou quem tinha sido escolhido pela maioria e desandou a dar ordens e mandar em todo mundo, só porque era o mais forte. NO começo, houve até quem ficasse satisfeito com ele, pensando que estava dando um jeito no tal bagunça e que agora as pessoas iam ter ordem para trabalhar em paz. Mas como ele não ouvia palpite dos outros, foi começando a fazer besteira. Primeiro, implicou com isso de cada um ter uma ideia diferente.
– Onde já se viu? Por isso é que fica todo mundo discutindo em vez de trabalhar. É uma perda de tempo...
E lá veio a ordem:
– A partir de hoje, só podem ter as minhas ideias!
É claro que teve gente que protestou:
– Não estou de acordo... Isso é um absurdo!
– Quem que esse cara pensa que é? Será que ele acha que tem o rei na barriga?
Nem faltou um mais __________ sugerindo:
– Podemos abrir a barriga dele e ver...
Não adiantou nada. Agora não tinha mais aquela velha bagunça. Quem não concordou, foi preso. Ou foi expulso do reino. Ou tratou de ir embora antes de ser expulso. Ou ficou bem quietinho, guardou suas ideias bem guardadas no canto mais fundo e escondido da cabeça, e saiu ______________, disfarçando, fazendo de conta que não tinha nada lá dentro.
Era uma Vez um Tirano – Ana Maria Machado – pp. 6-7-8 – Salamandra – 2ª edição – 1982.
Era uma vez um reino. Ou uma república. Essa é uma das coisas que não deu para saber direito. Mas não tem muita importância. O importante é saber que era uma vez um país muito alegre e divertido, em que as pessoas davam muito palpite no jeito que queriam viver, mas também não esquentavam muito a cabeça com isso. Quem mandava era escolhido por elas – não seu se era presidente ou primeiro-ministro. Esse negócio de todo mundo dar palpite às vezes ficava parecendo uma bagunça completa, por que todo mundo todos queriam falar ao mesmo tempo, cada qual gritava mais do que o outro, às vezes até discutiam e brigavam, não era ___________ ficar sempre em ordem e tranquilidade. Mas no fim acabava dando certo. Era assim: quando tinha mais gente querendo uma coisa, era essa coisa que acabava sendo feita. E quem não estava de acordo podia chorar, resmungar, reclamar, fazer bico, chiar, gritar, espernear, mas no fundo sabia que não tinha mesmo muito jeito, a não ser convencer um monte de gente para passar para o seu lado. Era assim mesmo. Mas de vez em quando toda essa onde e bate-boca pareciam uma bagunça, lá isso pareciam.
Foi por isso que apareceu o Tirano. Ou Deposta. Ou Ditador, tem muitos nomes. Quer dizer, um homem que não perguntou ao pessoal se podia ser presidente ou primeiro-ministro, expulsou quem tinha sido escolhido pela maioria e desandou a dar ordens e mandar em todo mundo, só porque era o mais forte. NO começo, houve até quem ficasse satisfeito com ele, pensando que estava dando um jeito no tal bagunça e que agora as pessoas iam ter ordem para trabalhar em paz. Mas como ele não ouvia palpite dos outros, foi começando a fazer besteira. Primeiro, implicou com isso de cada um ter uma ideia diferente.
– Onde já se viu? Por isso é que fica todo mundo discutindo em vez de trabalhar. É uma perda de tempo...
E lá veio a ordem:
– A partir de hoje, só podem ter as minhas ideias!
É claro que teve gente que protestou:
– Não estou de acordo... Isso é um absurdo!
– Quem que esse cara pensa que é? Será que ele acha que tem o rei na barriga?
Nem faltou um mais __________ sugerindo:
– Podemos abrir a barriga dele e ver...
Não adiantou nada. Agora não tinha mais aquela velha bagunça. Quem não concordou, foi preso. Ou foi expulso do reino. Ou tratou de ir embora antes de ser expulso. Ou ficou bem quietinho, guardou suas ideias bem guardadas no canto mais fundo e escondido da cabeça, e saiu ______________, disfarçando, fazendo de conta que não tinha nada lá dentro.
Era uma Vez um Tirano – Ana Maria Machado – pp. 6-7-8 – Salamandra – 2ª edição – 1982.
Da leitura do texto podemos afirmar que:
Três ônibus, A, B e C, percorrem determinado trajeto cíclico diuturnamente. Para dar uma volta nesse percurso e retornar ao ponto de partida, o ônibus A leva 30 minutos, o ônibus B demora 40 minutos, e o ônibus C, 45 minutos. Considerando que os três ônibus partiram do ponto inicial às 8h15min, se encontrarão novamente no ponto inicial às:
Em se tratando de organização do local de trabalho, quando se fala que na recepção existe um claviculário, é o mesmo que dizer que lá existe um:
TEXTO I
La enseñanza del español en el sistema educativo brasileño: situación y posibles actuaciones (ARI)
Tema: La Ley 11.161 de 2005 abrió nuevas perspectivas para la enseñanza del español en Brasil. Se analizan aquí su actual situación en el sistema educativo brasileño no universitario y las posibles líneas de actuación.
Resumen: La Ley brasileña 11.161 de 2005 supone que el español es de oferta obligatoria por el centro y de matrícula optativa por el alumno en la Enseñanza Media, estableciendo un plazo de cinco años para su implantación. Esta medida ha generado diversas hipótesis sobre el presente y el futuro del español en Brasil. El presente ARI pretende mostrar cual es la situación actual, los problemas a afrontar para la plena implementación de la Ley y las posibles actuaciones a realizar por España.
Análisis: La aprobación en 2005 de la Ley 11.161, conocida como “Ley del español”, culminó un largo proceso histórico seguido por la enseñanza del español en Brasil. Al tiempo, supone el punto de partida de diversas iniciativas educativas, culturales, políticas y económicas. Un análisis de la enseñanza del español en el sistema educativo brasileño no universitario debe contemplar como elementos básicos las características del propio sistema educativo brasileño y la evolución de la enseñanza del español dentro de él, un breve análisis de la “Ley del español” y las dificultades para su implementación, y los datos generales de la situación actual. Por último, se plantean algunas líneas de actuación posibles para la acción institucional española. Antes de entrar en ellos, conviene señalar el auge que la enseñanza del español tiene hoy en Brasil, habiéndose incrementado su demanda, en los últimos 15 años, a niveles nunca vistos, tanto en el ámbito estrictamente educativo, como en el empresarial. Las causas son varias: el hecho de que Brasil tiene frontera con siete países hispanohablantes; sus relaciones comerciales con países hispanohablantes (el 20% de sus importaciones y el 25% de sus exportaciones); el número de hispanohablantes no brasileños en Brasil, que estimamos ligeramente superior a un millón (0,6% de la población total); el número de brasileños que habla español, que sin duda es aún mayor pero es difícil de estimar; y el factor que más ha contribuido a la expansión del español en Brasil, el MERCOSUR. Si bien su presente y futuro es controvertido, es indudable que su mera existencia resulta esencial para el español en Brasil, considerando que la lengua española ha de ocupar un importante papel en este proceso de integración regional. Asimismo, en el ámbito educativo, ha generado interesantes iniciativas en el denominado MERCOSUR-educativo. El español en el sistema educativo brasileño Vistas las causas, debemos analizar, con objeto de situar al español en el mismo, el sistema educativo brasileño. Lo primero que destaca es su dimensión: casi 60 millones de alumnos (un 60% en la Enseñanza Fundamental) en una superficie que dobla la UE. A ello hay que sumar la atribución competencial a municipios, estados y gobierno federal, o las importantísimas diferencias territoriales. Su sistema educativo refleja la complejidad y diversidad de Brasil.
Conclusiones: La actual situación del español en Brasil es indisoluble de una trayectoria histórica más corta y de menor importancia de lo que suele pensarse. La confluencia de factores económicos, sociales y culturales, entre los que destaca el proceso de integración regional, ha posibilitado alcanzar los niveles actuales. Hoy, después de la promulgación de las reformas legislativas analizadas, el español se imparte y se estudia en todo el país, tanto en niveles universitarios como no universitarios y, asimismo, tiene gran importancia en el ámbito de la enseñanza no reglada: academias o cursos de variada naturaleza. Todos los estados han realizado, con desigual fortuna, actuaciones específicas para su enseñanza. Sin embargo, el futuro del español en Brasil presenta sombras, con carencias de formación y recursos educativos. En el mejor de los supuestos, la enseñanza del español seguirá estando lejos de la posición del inglés, en una situación de lengua de menor prestigio y desfavorecida con respecto a ésta en cuanto a la oferta y a los medios asignados para su enseñanza. En estas circunstancias, la acción institucional española, en la actualidad ya importante con la presencia de distintas Agencias y Ministerios, tiene aún mucho que aportar a la presencia del español en Brasil. Este análisis ha intentado sugerir algunas posibles líneas de actuación que, sin duda, serían imposibles de aplicar sin los recursos necesarios, que han de proceder tanto de las autoridades educativas brasileñas como de las agencias españolas y, por qué no, del sector privado representado por las empresas españolas presentes en Brasil.
Álvaro Martínez-Cachero Laseca Administrador civil del Estado y director del Instituto Cervantes de Porto Alegre
http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano/contenido? WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/elcano_es/zonas_es/lengua+y+cultura/ari14 0-2009
La enseñanza del español en el sistema educativo brasileño: situación y posibles actuaciones (ARI)
Tema: La Ley 11.161 de 2005 abrió nuevas perspectivas para la enseñanza del español en Brasil. Se analizan aquí su actual situación en el sistema educativo brasileño no universitario y las posibles líneas de actuación.
Resumen: La Ley brasileña 11.161 de 2005 supone que el español es de oferta obligatoria por el centro y de matrícula optativa por el alumno en la Enseñanza Media, estableciendo un plazo de cinco años para su implantación. Esta medida ha generado diversas hipótesis sobre el presente y el futuro del español en Brasil. El presente ARI pretende mostrar cual es la situación actual, los problemas a afrontar para la plena implementación de la Ley y las posibles actuaciones a realizar por España.
Análisis: La aprobación en 2005 de la Ley 11.161, conocida como “Ley del español”, culminó un largo proceso histórico seguido por la enseñanza del español en Brasil. Al tiempo, supone el punto de partida de diversas iniciativas educativas, culturales, políticas y económicas. Un análisis de la enseñanza del español en el sistema educativo brasileño no universitario debe contemplar como elementos básicos las características del propio sistema educativo brasileño y la evolución de la enseñanza del español dentro de él, un breve análisis de la “Ley del español” y las dificultades para su implementación, y los datos generales de la situación actual. Por último, se plantean algunas líneas de actuación posibles para la acción institucional española. Antes de entrar en ellos, conviene señalar el auge que la enseñanza del español tiene hoy en Brasil, habiéndose incrementado su demanda, en los últimos 15 años, a niveles nunca vistos, tanto en el ámbito estrictamente educativo, como en el empresarial. Las causas son varias: el hecho de que Brasil tiene frontera con siete países hispanohablantes; sus relaciones comerciales con países hispanohablantes (el 20% de sus importaciones y el 25% de sus exportaciones); el número de hispanohablantes no brasileños en Brasil, que estimamos ligeramente superior a un millón (0,6% de la población total); el número de brasileños que habla español, que sin duda es aún mayor pero es difícil de estimar; y el factor que más ha contribuido a la expansión del español en Brasil, el MERCOSUR. Si bien su presente y futuro es controvertido, es indudable que su mera existencia resulta esencial para el español en Brasil, considerando que la lengua española ha de ocupar un importante papel en este proceso de integración regional. Asimismo, en el ámbito educativo, ha generado interesantes iniciativas en el denominado MERCOSUR-educativo. El español en el sistema educativo brasileño Vistas las causas, debemos analizar, con objeto de situar al español en el mismo, el sistema educativo brasileño. Lo primero que destaca es su dimensión: casi 60 millones de alumnos (un 60% en la Enseñanza Fundamental) en una superficie que dobla la UE. A ello hay que sumar la atribución competencial a municipios, estados y gobierno federal, o las importantísimas diferencias territoriales. Su sistema educativo refleja la complejidad y diversidad de Brasil.
Conclusiones: La actual situación del español en Brasil es indisoluble de una trayectoria histórica más corta y de menor importancia de lo que suele pensarse. La confluencia de factores económicos, sociales y culturales, entre los que destaca el proceso de integración regional, ha posibilitado alcanzar los niveles actuales. Hoy, después de la promulgación de las reformas legislativas analizadas, el español se imparte y se estudia en todo el país, tanto en niveles universitarios como no universitarios y, asimismo, tiene gran importancia en el ámbito de la enseñanza no reglada: academias o cursos de variada naturaleza. Todos los estados han realizado, con desigual fortuna, actuaciones específicas para su enseñanza. Sin embargo, el futuro del español en Brasil presenta sombras, con carencias de formación y recursos educativos. En el mejor de los supuestos, la enseñanza del español seguirá estando lejos de la posición del inglés, en una situación de lengua de menor prestigio y desfavorecida con respecto a ésta en cuanto a la oferta y a los medios asignados para su enseñanza. En estas circunstancias, la acción institucional española, en la actualidad ya importante con la presencia de distintas Agencias y Ministerios, tiene aún mucho que aportar a la presencia del español en Brasil. Este análisis ha intentado sugerir algunas posibles líneas de actuación que, sin duda, serían imposibles de aplicar sin los recursos necesarios, que han de proceder tanto de las autoridades educativas brasileñas como de las agencias españolas y, por qué no, del sector privado representado por las empresas españolas presentes en Brasil.
Álvaro Martínez-Cachero Laseca Administrador civil del Estado y director del Instituto Cervantes de Porto Alegre
http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano/contenido? WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/elcano_es/zonas_es/lengua+y+cultura/ari14 0-2009
Tras la lectura, se puede concluir que la idea central del texto es:
Quando é que os equipamentos e ferramentas utilizados nas atividades diárias devem ser limpos?
Sinergia é um termo utilizado comumente entre administradores e, sua abrangência é técnica tanto quanto humana, dada à forma como ocorre. Stoner (2000, p.34) explica que sinergia é:

Atente para as afirmativas relacionadas ao texto:
I - O texto apresenta um conflito que é marcado pelos diferentes valores que a narradora-personagem e a menina ruiva atribuíam aos livros e à leitura.
II - O movimento da narradora-personagem no espaço, nos lugares é marcado pelas idas e vindas de sua casa para a casa da outra menina.
III - Com o desfecho da narração ocorre a transformação do estado da narradora-personagem que passa de um estado de ansiedade para um de felicidade.
Quais afirmativas estão corretas?
I - O texto apresenta um conflito que é marcado pelos diferentes valores que a narradora-personagem e a menina ruiva atribuíam aos livros e à leitura.
II - O movimento da narradora-personagem no espaço, nos lugares é marcado pelas idas e vindas de sua casa para a casa da outra menina.
III - Com o desfecho da narração ocorre a transformação do estado da narradora-personagem que passa de um estado de ansiedade para um de felicidade.
Quais afirmativas estão corretas?
Taylor baseou seu sistema de administração no estudo e controle de tempos e movimentos nas linhas de produção, assim dividiu cada função em seus componentes e projetou os métodos melhores e mais rápidos para executar cada um desses componentes. (STONER, 2000, p.24). É certo dizer que Taylor tinha como princípio:
Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve uma ideia: colocou um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
O milharal era à beira da estrada e todas as pessoas que por ali passavam se divertiam com aquele espantalho:
– Que espantalho engraçado! – diziam todos.
O fazendeiro, ouvindo tais comentários, ficava feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo por ter feito um espantalho
admirado por todos que por ali passavam.
Então, para se sentir mais feliz e orgulhoso e mais envaidecido, o fazendeiro colocou no milharal um outro espantalho.
Eram dois agora os espantalhos e as pessoas duplamente elogiavam. E o fazendeiro fez três, quatro, cinco... O fazendeiro colocou centenas de espantalhos em seu terreno. Os pés de milho eram arrancados e em seus lugares eram colocados espantalhos.
E o fazendeiro deixou de ser feliz e orgulhoso e envaidecido, pois as pessoas que por ali passavam comentavam
___________.
– Que fazendeiro _____! Ele não gosta dos passarinhos, por isso colocou um exército de espantalhos para espantá-los.
E como o fazendeiro não era __________, plantou no seu espantalhoal um pé de milho para poder atrair os passarinhos. E as pessoas que por ali passavam, ao ver um único pé de milho no meio de tanto espantalho, comentavam:
– Olha, que belo pé de milho!
O fazendeiro voltou a se sentir feliz, orgulhoso e envaidecido por possuir um pé de milho que as pessoas admiravam, quando por ali passavam. E para sentir-se mais feliz, orgulhoso e envaidecido, o fazendeiro plantou dois, três, quatro, cinco... centenas de pés de milho. Os espantalhos eram arrancados e em seus lugares eram plantados pés de milho. Assim o espantalhoal voltou a ser um milharal.
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve a ideia de colocar um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
(NANI, Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo. Belo Horizonte, Formato, 1987. p. 62-3.)
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve uma ideia: colocou um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
O milharal era à beira da estrada e todas as pessoas que por ali passavam se divertiam com aquele espantalho:
– Que espantalho engraçado! – diziam todos.
O fazendeiro, ouvindo tais comentários, ficava feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo por ter feito um espantalho
admirado por todos que por ali passavam.
Então, para se sentir mais feliz e orgulhoso e mais envaidecido, o fazendeiro colocou no milharal um outro espantalho.
Eram dois agora os espantalhos e as pessoas duplamente elogiavam. E o fazendeiro fez três, quatro, cinco... O fazendeiro colocou centenas de espantalhos em seu terreno. Os pés de milho eram arrancados e em seus lugares eram colocados espantalhos.
E o fazendeiro deixou de ser feliz e orgulhoso e envaidecido, pois as pessoas que por ali passavam comentavam
___________.
– Que fazendeiro _____! Ele não gosta dos passarinhos, por isso colocou um exército de espantalhos para espantá-los.
E como o fazendeiro não era __________, plantou no seu espantalhoal um pé de milho para poder atrair os passarinhos. E as pessoas que por ali passavam, ao ver um único pé de milho no meio de tanto espantalho, comentavam:
– Olha, que belo pé de milho!
O fazendeiro voltou a se sentir feliz, orgulhoso e envaidecido por possuir um pé de milho que as pessoas admiravam, quando por ali passavam. E para sentir-se mais feliz, orgulhoso e envaidecido, o fazendeiro plantou dois, três, quatro, cinco... centenas de pés de milho. Os espantalhos eram arrancados e em seus lugares eram plantados pés de milho. Assim o espantalhoal voltou a ser um milharal.
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve a ideia de colocar um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
(NANI, Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo. Belo Horizonte, Formato, 1987. p. 62-3.)
De acordo com o texto as pessoas ora elogiavam ora criticavam o fazendeiro. Por quê?
A atribuição de autoridade para que outra pessoa desempenhe atividades específicas, sendo uma transferência relativa ao cargo dos gerentes para os trabalhadores (ROBBINS, 2000, p.18), denomina-se:
É correto afirmar que a Criminologia contemporânea tem por objetos
A técnica de planejamento PERT/COM utiliza quatro variáveis importantes para a programação das atividades. Essas quatro variáveis estão apresentadas na alternativa: