Uma impressão digital nada mais é do que um depósito de materiais orgânicos deixado em uma superfície no instante em que houve o contato dos dedos com a superfície de um objeto. Quanto maior a oleosidade da pele ou o suor das mãos, mais facilmente a impressão digital poderá ser revelada. Nos locais de crimes, as impressões papilares podem ser encontradas sob três aspectos distintos: latentes, visíveis e modeladas:
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve uma ideia: colocou um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
O milharal era à beira da estrada e todas as pessoas que por ali passavam se divertiam com aquele espantalho:
– Que espantalho engraçado! – diziam todos.
O fazendeiro, ouvindo tais comentários, ficava feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo por ter feito um espantalho
admirado por todos que por ali passavam.
Então, para se sentir mais feliz e orgulhoso e mais envaidecido, o fazendeiro colocou no milharal um outro espantalho.
Eram dois agora os espantalhos e as pessoas duplamente elogiavam. E o fazendeiro fez três, quatro, cinco... O fazendeiro colocou centenas de espantalhos em seu terreno. Os pés de milho eram arrancados e em seus lugares eram colocados espantalhos.
E o fazendeiro deixou de ser feliz e orgulhoso e envaidecido, pois as pessoas que por ali passavam comentavam
___________.
– Que fazendeiro _____! Ele não gosta dos passarinhos, por isso colocou um exército de espantalhos para espantá-los.
E como o fazendeiro não era __________, plantou no seu espantalhoal um pé de milho para poder atrair os passarinhos. E as pessoas que por ali passavam, ao ver um único pé de milho no meio de tanto espantalho, comentavam:
– Olha, que belo pé de milho!
O fazendeiro voltou a se sentir feliz, orgulhoso e envaidecido por possuir um pé de milho que as pessoas admiravam, quando por ali passavam. E para sentir-se mais feliz, orgulhoso e envaidecido, o fazendeiro plantou dois, três, quatro, cinco... centenas de pés de milho. Os espantalhos eram arrancados e em seus lugares eram plantados pés de milho. Assim o espantalhoal voltou a ser um milharal.
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve a ideia de colocar um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
(NANI, Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo. Belo Horizonte, Formato, 1987. p. 62-3.)
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve uma ideia: colocou um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
O milharal era à beira da estrada e todas as pessoas que por ali passavam se divertiam com aquele espantalho:
– Que espantalho engraçado! – diziam todos.
O fazendeiro, ouvindo tais comentários, ficava feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo por ter feito um espantalho
admirado por todos que por ali passavam.
Então, para se sentir mais feliz e orgulhoso e mais envaidecido, o fazendeiro colocou no milharal um outro espantalho.
Eram dois agora os espantalhos e as pessoas duplamente elogiavam. E o fazendeiro fez três, quatro, cinco... O fazendeiro colocou centenas de espantalhos em seu terreno. Os pés de milho eram arrancados e em seus lugares eram colocados espantalhos.
E o fazendeiro deixou de ser feliz e orgulhoso e envaidecido, pois as pessoas que por ali passavam comentavam
___________.
– Que fazendeiro _____! Ele não gosta dos passarinhos, por isso colocou um exército de espantalhos para espantá-los.
E como o fazendeiro não era __________, plantou no seu espantalhoal um pé de milho para poder atrair os passarinhos. E as pessoas que por ali passavam, ao ver um único pé de milho no meio de tanto espantalho, comentavam:
– Olha, que belo pé de milho!
O fazendeiro voltou a se sentir feliz, orgulhoso e envaidecido por possuir um pé de milho que as pessoas admiravam, quando por ali passavam. E para sentir-se mais feliz, orgulhoso e envaidecido, o fazendeiro plantou dois, três, quatro, cinco... centenas de pés de milho. Os espantalhos eram arrancados e em seus lugares eram plantados pés de milho. Assim o espantalhoal voltou a ser um milharal.
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve a ideia de colocar um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
(NANI, Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo. Belo Horizonte, Formato, 1987. p. 62-3.)

O sistema Antropométrico de Bertillon apoiava-se em três requisitos, que são:
Moacyr Scliar
1º Vida é dor, e acordo com dor de dentes. O dia é belíssimo, um sol de verão invade o barraco; quanto a mim, choro de dor. Choro também por outras razões, mas principalmente de dor.
2º Vida é combate. De nada me adianta ficar deitado. Levanto-me e começo a fazer ginástica. Ao fletir o tronco, dou com o bilhete da Francisca, em cima da cadeira.
3º Escrever é uma conquista recente de Francisca, que frequenta, com muito sacrifício, um curso noturno de alfabetização. A caligrafia melhora dia a dia, constato, desdobrando a mensagem que, infelizmente, não me dá outros motivos de satisfação: Francisca acaba de me deixar, optando por um estivador – o que afinal de contas está bem de acordo com a falta de sensibilidade dela, mas me cria problemas: quem vai cozinhar? Quem vai arrumar o barraco? Quem vai me arranjar dinheiro para o cinema? Ai, vida é preocupação.
4º Mas a vida também é alegria. O Sol brilha, a ginástica me faz bem, e, se Francisca me deixou, mulheres não me faltarão. Aliás, não guardo nenhum rancor a Francisca. Ela nunca esteve à minha altura. Porque, se hoje moro em barraco, é por opção: fui criado por um tio rico, e nada me faltou a não ser o tédio. Por causa deste me tornei hippie. Depois resolvi profissionalizar-me e me tornei pobre de verdade. Foi assim que vim morar neste barraco, a princípio sozinho; mais tarde trouxe a Francisca, então uma simples empregada doméstica, uma analfabeta. Agora ela me deixou. Mas não tem nada, vamos em frente, amanhã será outro dia.
5º A dor de dentes, momentaneamente aliviada, retorna feroz. Preciso ir ______ dentista, concluo. Cachaça com fumo não vai me adiantar, principalmente se a gente não tem – como é o meu caso – nem cachaça nem fumo. Nestas horas me arrependo um pouco de ter deixado o lar do meu tio. Pelo menos, não deveria ter jogado fora o cartão de crédito que ele me deu.
6º Decido ir ao dentista da associação beneficente da vila, que trata os pobres de graça. O dentista é uma bela pessoa, gordinho e simpático; examina-me rapidamente e decide que o caso é de extração. Posso escolher, informa-me; extração com anestesia (o que me custará uma módica quantia), ou sem. Escolho sem, e berro quando o dente é arrancado. O dentista pensa que eu grito de dor, mas se engana; berro de satisfação pelo dinheiro poupado. Gastar só para me tornar insensível? Absurdo. Vida é sofrimento; sofrer é tragar a vida a grandes goles, conforme explico ao dentista ao me despedir, com a boca cheia de sangue.
7º Cuspindo glóbulos pelos caminhos empoeirados da vila, desço _____ cidade, com o propósito de
arranjar um café, senão o da manhã, pelo menos o da tarde: são quase três horas.
8º O movimento nas ruas do centro me surpreende. Uma quantidade enorme de pessoas, nas ruas, nas lojas. E aí me dou conta: é 31 de dezembro. O último dia do ano!
9º Vida é emoção. Lembro-me de como eu e o tio comemorávamos a passagem do ano: muito doce, muita champanha. Meu tio, esqueci-me ______ dizer, era importador de vinhos finos, de modo que o champanha era sempre do melhor, embora eu custasse um pouco a me embebedar com ele. A noite de 31 de dezembro era de sonhos e esperanças. Lembrando-me disso sento na sarjeta e choro, choro...
La enseñanza del español en el sistema educativo brasileño: situación y posibles actuaciones (ARI)
Tema: La Ley 11.161 de 2005 abrió nuevas perspectivas para la enseñanza del español en Brasil. Se analizan aquí su actual situación en el sistema educativo brasileño no universitario y las posibles líneas de actuación.
Resumen: La Ley brasileña 11.161 de 2005 supone que el español es de oferta obligatoria por el centro y de matrícula optativa por el alumno en la Enseñanza Media, estableciendo un plazo de cinco años para su implantación. Esta medida ha generado diversas hipótesis sobre el presente y el futuro del español en Brasil. El presente ARI pretende mostrar cual es la situación actual, los problemas a afrontar para la plena implementación de la Ley y las posibles actuaciones a realizar por España.
Análisis: La aprobación en 2005 de la Ley 11.161, conocida como “Ley del español”, culminó un largo proceso histórico seguido por la enseñanza del español en Brasil. Al tiempo, supone el punto de partida de diversas iniciativas educativas, culturales, políticas y económicas. Un análisis de la enseñanza del español en el sistema educativo brasileño no universitario debe contemplar como elementos básicos las características del propio sistema educativo brasileño y la evolución de la enseñanza del español dentro de él, un breve análisis de la “Ley del español” y las dificultades para su implementación, y los datos generales de la situación actual. Por último, se plantean algunas líneas de actuación posibles para la acción institucional española. Antes de entrar en ellos, conviene señalar el auge que la enseñanza del español tiene hoy en Brasil, habiéndose incrementado su demanda, en los últimos 15 años, a niveles nunca vistos, tanto en el ámbito estrictamente educativo, como en el empresarial. Las causas son varias: el hecho de que Brasil tiene frontera con siete países hispanohablantes; sus relaciones comerciales con países hispanohablantes (el 20% de sus importaciones y el 25% de sus exportaciones); el número de hispanohablantes no brasileños en Brasil, que estimamos ligeramente superior a un millón (0,6% de la población total); el número de brasileños que habla español, que sin duda es aún mayor pero es difícil de estimar; y el factor que más ha contribuido a la expansión del español en Brasil, el MERCOSUR. Si bien su presente y futuro es controvertido, es indudable que su mera existencia resulta esencial para el español en Brasil, considerando que la lengua española ha de ocupar un importante papel en este proceso de integración regional. Asimismo, en el ámbito educativo, ha generado interesantes iniciativas en el denominado MERCOSUR-educativo. El español en el sistema educativo brasileño Vistas las causas, debemos analizar, con objeto de situar al español en el mismo, el sistema educativo brasileño. Lo primero que destaca es su dimensión: casi 60 millones de alumnos (un 60% en la Enseñanza Fundamental) en una superficie que dobla la UE. A ello hay que sumar la atribución competencial a municipios, estados y gobierno federal, o las importantísimas diferencias territoriales. Su sistema educativo refleja la complejidad y diversidad de Brasil.
Conclusiones: La actual situación del español en Brasil es indisoluble de una trayectoria histórica más corta y de menor importancia de lo que suele pensarse. La confluencia de factores económicos, sociales y culturales, entre los que destaca el proceso de integración regional, ha posibilitado alcanzar los niveles actuales. Hoy, después de la promulgación de las reformas legislativas analizadas, el español se imparte y se estudia en todo el país, tanto en niveles universitarios como no universitarios y, asimismo, tiene gran importancia en el ámbito de la enseñanza no reglada: academias o cursos de variada naturaleza. Todos los estados han realizado, con desigual fortuna, actuaciones específicas para su enseñanza. Sin embargo, el futuro del español en Brasil presenta sombras, con carencias de formación y recursos educativos. En el mejor de los supuestos, la enseñanza del español seguirá estando lejos de la posición del inglés, en una situación de lengua de menor prestigio y desfavorecida con respecto a ésta en cuanto a la oferta y a los medios asignados para su enseñanza. En estas circunstancias, la acción institucional española, en la actualidad ya importante con la presencia de distintas Agencias y Ministerios, tiene aún mucho que aportar a la presencia del español en Brasil. Este análisis ha intentado sugerir algunas posibles líneas de actuación que, sin duda, serían imposibles de aplicar sin los recursos necesarios, que han de proceder tanto de las autoridades educativas brasileñas como de las agencias españolas y, por qué no, del sector privado representado por las empresas españolas presentes en Brasil.
Álvaro Martínez-Cachero Laseca Administrador civil del Estado y director del Instituto Cervantes de Porto Alegre
http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano/contenido? WCM_GLOBAL_CONTEXT=/elcano/elcano_es/zonas_es/lengua+y+cultura/ari14 0-2009
No que diz respeito a Multiplexação, podemos afirmar que:
I - A multiplexação por divisão de tempo se beneficia do fato de que a capacidade (em quantidade de bits por segundo) do meio de transmissão, em muitos casos, excede a taxa média de geração de bits das estações conectadas ao meio físico.
II - A multiplexação por divisão de frequência possui como vantagem em relação a multiplexação por divisão de tempo, a facilidade de expansão do sistema de comunicação.
III - Na multiplexação por divisão de tempo, os canais ficam separados no tempo e sobrepostos em frequência.
Assinale a alternativa correta:
No quadro abaixo, numere a coluna 1 com a coluna 2 e em seguida assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
COLUNA 1
(1) Cookies.
(2) Pop-ups.
(3) Plug-ins.
COLUNA 2
( ) São programas, normalmente, não fabricados pelo mesmo fabricante do navegador, que ajudam a processar tipos especiais de conteúdo da Web.
( ) São informações que os sites Web armazenam em um arquivo texto criado no computador do usuário final. Eles armazenam preferências, informações de estado ou registros de navegação do usuário.
( ) São janelas, normalmente menores, que abrem no navegador quando as páginas abertas possuem tal recurso. Normalmente, possuem informação extra ou propaganda.
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve uma ideia: colocou um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
O milharal era à beira da estrada e todas as pessoas que por ali passavam se divertiam com aquele espantalho:
– Que espantalho engraçado! – diziam todos.
O fazendeiro, ouvindo tais comentários, ficava feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo por ter feito um espantalho
admirado por todos que por ali passavam.
Então, para se sentir mais feliz e orgulhoso e mais envaidecido, o fazendeiro colocou no milharal um outro espantalho.
Eram dois agora os espantalhos e as pessoas duplamente elogiavam. E o fazendeiro fez três, quatro, cinco... O fazendeiro colocou centenas de espantalhos em seu terreno. Os pés de milho eram arrancados e em seus lugares eram colocados espantalhos.
E o fazendeiro deixou de ser feliz e orgulhoso e envaidecido, pois as pessoas que por ali passavam comentavam
___________.
– Que fazendeiro _____! Ele não gosta dos passarinhos, por isso colocou um exército de espantalhos para espantá-los.
E como o fazendeiro não era __________, plantou no seu espantalhoal um pé de milho para poder atrair os passarinhos. E as pessoas que por ali passavam, ao ver um único pé de milho no meio de tanto espantalho, comentavam:
– Olha, que belo pé de milho!
O fazendeiro voltou a se sentir feliz, orgulhoso e envaidecido por possuir um pé de milho que as pessoas admiravam, quando por ali passavam. E para sentir-se mais feliz, orgulhoso e envaidecido, o fazendeiro plantou dois, três, quatro, cinco... centenas de pés de milho. Os espantalhos eram arrancados e em seus lugares eram plantados pés de milho. Assim o espantalhoal voltou a ser um milharal.
E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve a ideia de colocar um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
(NANI, Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo. Belo Horizonte, Formato, 1987. p. 62-3.)