Na Síndrome da cauda eqüina aguda o quadro clássico é:
Questões de Concursos
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Nada por aqui
Na Síndrome da cauda eqüina aguda o quadro clássico é:
A epifisiólise proximal do fêmur tem como característica:
I. escorregamento ocorrendo na camada hipertrófica da placa epifisária femoral proximal.
II. quando ocorre acima dos dez anos de idade e abaixo dos 16 anos de idade, a disfunção endócrina deve ser pesquisada.
III. escorregamento ocorrendo na camada proliferativa da placa epifisária e o lado esquerdo ser o mais afetado.
IV. o colo do fêmur desviar no sentido ânterosuperior em relação à cabeça femoral, ao nível da placa de crescimento.
Quais estão corretas?
Senhora de cinqüenta anos, diabética, consultou por dor intensa no ombro esquerdo, de início espontâneo, contínua, mesmo em repouso, piorando com os movimentos e durante a noite. Não há história de trauma e as limitações vem aumentando progressivamente. A radiografia de ombro, ecografia e RMN foram normais. O diagnóstico é de:
Na osteoporose senil encontram-se:
A fratura em "T" do acetábulo é aquela que:
Nas lesões ósseas patológicas, as indicações mais comuns para tratamento profilático de fratura são:
Na osteomielite tuberculosa:
I. a via de entrada costuma ser hematogênica por foco tuberculoso pulmonar ou ganglionar mesentérico.
II. tanto a forma humana como a bovina podem estabelecer-se no osso.
III. a incidência é mais elevada em idosos, onde a evolução se dá de maneira mais rápida.
IV. sua ocorrência é geralmente é poliostótica.
Quais estão corretas?
A artropatia neuropática de Charcot pode ocorrer:
I. na gota.
II. na diabete mellitus.
III. na siringomielia.
IV. na sífilis.
Quais estão corretas?
Paciente com artroplastia total do joelho, tendo em sua última revisão realizado exame de imagem que mostrou que a haste está frouxa e que há falhas cavitárias na tíbia proximal, acaba fraturando a tíbia adjacente à haste, com mínimo deslocamento. Nessa situação, o tratamento é:
Nas lesões meniscais geralmente ocorre:
I. altas taxas de cicatrização nas lesões da zona vascularizada, mesmo quando há alinhamento em varo e/ou deficiência do ligamento cruzado anterior.
II. cicatrização espontânea quando a lesão for transversal e com desvio menor de 7 (sete) milímetros quando puxado com o gancho de prova artroscópico.
III. cicatrização espontânea quando a lesão for longitudinal, estável (menor que um centímetro de comprimento) e na zona vermelha.
IV. alto índice de cicatrização na lesão longitudinal vascularizada que ocorre na zona vermelha-branca quando feito reparo cirúrgico.
Quais estão corretas?
Menino branco, com doze anos, consultou na emergência por dor na coxa direita. A mãe relatou que seu filho vem apresentando febre. No exame físico o mais relevante foi aumento de volume no terço médio da coxa. Foi feita radiografia que mostrou lesão diafisária lítica de limites imprecisos, com levantamento periostal e imagem em "casca de cebola", a cortical é espessa e há envolvimento de partes moles. O hemograma e VSG mostraram anemia, leucocitose e VSG aumentada. Exame histológico com padrão uniforme de células redondas com núcleos arredondados. A análise imunoistoquímica com proteína CD99 altamente expressa na membrana celular. O diagnóstico é:
Na fratura do tálus o sinal de "Hawkins":
I. aparece na radiografia na incidência ânteroposterior do tornozelo.
II. é uma zona de diminuição de densidade óssea e indica isquemia no corpo do tálus.
III. aparece entre 6 (seis) a 8 (oito) semanas após o trauma.
IV. é uma zona de aumento de densidade óssea e indica que está ocorrendo consolidação no corpo do tálus.
Quais estão corretas?
Na artrite séptica do quadril, a atitude de defesa adotada pelo paciente é:
Na Síndrome Compartimental podemos afirmar que:
Em relação à traumatismos por projétil por arma de fogo podemos afirmar que:
Paciente com 60 (sessenta) anos de idade consultou por dor com início espontâneo no quadril esquerdo e em toda a face interna da coxa e do joelho, que se acentuava com a carga e os movimentos. No exame físico o mais relevante foram deformidades em flexão, adução e rotação externa ao nível do quadril. O diagnóstico clínico é: