René Kaës definiu vários princípios de análise para pensar as relações entre os diferentes espaços psíquicos incluídos no grupo. O princípio que explica a constância relativa da matéria psíquica nos três espaços psíquicos - o do grupo como entidade, o dos vínculos de grupo e o do sujeito singular no grupo -, corresponde ao princípio de constância e de
Em uma concepção pós-moderna, o conhecimento psicológico pertence ao domínio do intersubjetivo, no qual os significados são construídos nos espaços comuns de pessoas em
A globalização é um processo de expansão econômica que derruba barreiras para o intercâmbio econômico e competitivo, sejam elas sociais, culturais, ambientais, éticas, legais, financeiras ou políticas. Idalberto Chiavenato propõe alguns estágios distintos pelos quais este processo passa. No estágio multinacional,

Medo e preconceito

O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva –, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro. Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra. Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra “negro”. Tinha de ser “afrodescendente”, ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude... e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la. Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei. No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

“Isso não tem jeito mesmo”, me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama. Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

(LUFT, Lya. 10 de setembro, 2014 – Revista Veja.)

No período “O preconceito, é em muitos de nós que ele existe”, foi utilizado o recurso semântico da figura de linguagem, que consiste no emprego de um sentido figurado que surge de uma intenção ou da necessidade de expressão de forma criativa, inovadora. Assinale a alternativa correspondente à figura utilizada no trecho e sua definição correta.
Uma entrevista de admissão havia sido feita por outro terapeuta, portanto, Beck não gastou tempo analisando os sintomas de Irene em detalhes ou colhendo uma história. Irene começou por descrever “seus estados tristes”. Beck quase imediatamente começou a provocar seus pensamentos automáticos durante esses períodos. Terapeuta: Quais tipos de pensamentos passaram por sua mente quando você teve esses sentimentos tristes na semana passada? Paciente: Bem... Eu acho que estou pensando em qual é a finalidade de tudo isso. Minha vida acabou. Simplesmente não é mais a mesma coisa... Eu tenho pensamentos como: “O que é que eu vou fazer?... Às vezes eu sinto raiva dele, do meu marido. Como ele poderia me deixar? Isso não é terrível da minha parte? O que há de errado comigo? Como posso ter raiva dele? Ele não queria ter uma morte horrível... Eu deveria ter feito mais. Eu deveria ter feito ele ir ao médico logo que ele começou a ter dores de cabeça... Oh, qual a finalidade...” T: Parece que você está sentindo muito mal agora. Estou certo? P: Sim. T: Continue a me dizer o que está passando em sua mente nesse momento. P: Eu não posso mudar nada... Acabou... Eu não sei... Tudo parece tão triste e sem esperança... O que eu posso esperardo futuro... doença e, em seguida, a morte... T: Então um dos pensamentos é que você não pode mudar as coisas e que não vai ficar melhor? P: Sim. T: E, às vezes, você acredita piamente nisso? P: Sim, eu acredito, às vezes. T: Neste momento, você acredita? P: Eu acredito – sim. T: Neste momento você acredita que não pode mudar as coisas e que não vai ficar melhor? P: Bem, há algum vislumbre de esperança, mas, no geral, sim... T: Existe alguma coisa em sua vida que você meio que almeja, em termos de sua própria vida, a partir de agora? P: Bem, o que eu almejo – eu gosto de ver os meus filhos, mas eles são tão ocupados agora. Meu filho é um advogado eminha filha faz faculdade de medicina... Então, eles são muito ocupados... Eles não têm tempo pra gastar comigo. A partir dessa fala terapêutica, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Há indicação de depressão. ( ) A linha utilizada é a psicanálise. ( ) A linha utilizada pelo terapeuta é a TCC. ( ) Ao indagar os pensamentos automáticos da paciente, o terapeuta começou a entender a desesperança em relaçãoao futuro. A sequência está correta em
Na obra Psicossomática Hoje, organizada por Julio de Mello Filho, encontra-se que a progressiva e maciça participação do psicólogo na área de saúde, nos hospitais, nos ambulatórios, nos postos de saúde e até nos serviços clínicos particulares, nas mais variadas especialidades e tipos de atendimento, tem estimulado uma crescente preocupação com as questões psicológicas, sendo que duas linhas mestras da questão psicossomática podem ser apontadas: a de que o êxito terapêutico está extremamente vinculado à relação dinâmica médico-paciente e a de que a patologia do homem sempre deve levar em conta a dimensão simbólica pela qual é constituído, o que impõe o conhecimento dos aspectos
O sujeito do Direito é aquele que age consciente de seus direitos e deveres e que segue leis estabelecidas em um dado ordenamento jurídico. Já, para a Psicanálise, o sujeito está assujeitado às leis
Christophe Dejours ocupa-se de questões relativas à relação entre saúde mental e o trabalho e aponta patologias decorrentes das novas formas de trabalho, dentre elas, as que fazem com que, em situações relativas à organização do trabalho, o adulto não consiga mais distinguir aquilo que é bom do que é ruim, o que é justo do que é injusto, e mesmo aquilo que é verdade daquilo que é falso na própria natureza do trabalho. Tal descrição corresponde aos transtornos de
A psicologia organizacional caracteriza-se pela aplicação da teoria e da metodologia psicológica aos problemas das organizações e aos problemas de grupos e de indivíduos em ambientes organizacionais. Dentro da psicologia organizacional existem relevantes áreas de especialização. Acerca do tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Psicologia de pessoal é a área que lida com recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, avaliação do desempenho e análise de cargos de pessoal. Geralmente, os psicólogos dessa área trabalham em departamento de recursos humanos. ( ) Psicologia organizacional propriamente dita: o foco recai nas influências do grupo sobre os empregados considerados individualmente. O empregado considerado individualmente ainda é de interesse, mas o principal tema de estudo é a influência que o grupo exerce sobre ele. Os psicólogos desta área podem estar interessados na estrutura da organização, nos padrões de comunicação, no efeito da diversidade entre os empregados, no clima e na cultura organizacional e nas tomadas de decisão em grupo. O psicólogo que trabalha nessa área, muitas vezes, atua como consultor que se incorpora a uma organização para um determinado projeto, em vez de ser empregado permanentemente, tal como seria um membro do RH. ( ) A terceira área de especialização é a engenharia dos fatores humanos ou ergonomia, que focaliza a interação entre o ser humano e a máquina no ambiente de trabalho. Essa área pode incluir o local de trabalho e o design de equipamentos, bem como problemas como programas de segurança. A utilização cada vez maior da tecnologia, como o computador, aumentou a necessidade de psicólogos organizacionais treinados em fatores humanos. Frequentemente o profissional que atua nessa área tem conhecimento tanto em engenharia quanto em psicologia. A sequência está correta em
Diane Krumm, em seu livro Psicologia do Trabalho: Uma introdução à Psicologia Industrial/organizacional, revela que podem ser considerados alguns princípios tópicos de estudo da Psicologia Organizacional atual; analise-os. I. Questões legais e sociais tais como decisões judiciais, padrões de segurança e emprego justo. II. Recrutamento e retenção de empregados, juntamente com o estudo das necessidades futuras de recursos humanos. III. Análise das necessidades de treinamento e avaliação dos programas de treinamento. IV. Cultura organizacional (a “personalidade” da organização). V. Forma física, saúde e estresse. VI. Efeito de novas tecnologias sobre o local de trabalho e sobre os empregados. VII. Necessidades futuras e desafios enfrentados pelas organizações. VIII. Internacionalização e crescente diversidade do local de trabalho. Estão corretas as alternativas
A tomada de decisão em grupo depende da tarefa e do grupo e pode assumir várias formas. Em uma decisão por consenso, todos os membros
A lei incide como limite na sociedade, mas sem desconsiderar que limite é um conceito de ordem simbólica, da ordem da Lei do Pai, e que seu manejo ou sua aplicação vão depender sempre da capacidade de
A perspectiva humanista enfatizou o potencial inerente à autorrealização do ser humano. Não é de estranhar que os terapeutas humanistas almejem alavancar a autorrealização, ajudando as pessoas a crescer na autoconsciência e autoaceitação. Como a psicanálise, as terapias humanistas tentaram reduzir os conflitos internos que impedem o desenvolvimento natural, munindo os clientes com novos insights. De fato, com frequência, nos referimos às duas vertentes como terapias de insight. No entanto, os terapeutas humanistas diferem dos psicanalistas por focarem: I. O presente e o futuro mais que o passado. Eles exploram os sentimentos à medida que ocorrem, em vez de obter insights sobre as origens infantis dos mesmos. II. Pensamentos conscientes ao invés de inconscientes. III. Assumir responsabilidade imediata por seus sentimentos e suas ações, em vez de desvelar determinantes ocultos. IV. Promover crescimento em vez de curar uma doença. Assim, a pessoa em terapia torna-se “cliente” em vez de “paciente”. Estão corretas as afirmativas
O Código de Ética Profissional do Psicólogo prevê que, quando requisitado a depor em juízo, o psicólogo
O nome dado à doença mental caracterizada por fantasias sexualmente excitantes, impulsos ou comportamentos sexuais recorrentes e intensos que envolvem objetos não humanos, sofrimento ou humilhação da pessoa ou de seu parceiro ou não consentimento de crianças ou outras pessoas, é
“O processo de uma avaliação clínica em psicopatologia é comparado a um funil. O clínico começa coletando uma grande quantidade de informações sobre muitos aspectos do funcionamento do indivíduo para determinar onde pode estar a fonte do problema. Após obter um juízo preliminar do funcionamento geral da pessoa, é importante que o clínico adote o uso de instrumentos visando estabelecer um foco em áreas que sinalizem ser mais relevantes. Para assegurar que este foco seja bem estabelecido, o instrumento adotado deve ser caracterizado por: I. Confiabilidade: que é o grau de consistência de uma medida. II. Validade: que é o grau no qual uma técnica mede o que deve medir. III. Padronização: que é a aplicação de certos padrões para garantir consistência entre medições diferentes. Estão corretas as afirmativas
As ferramentas de avaliação da personalidade são úteis para os estudiosos da personalidade ou terapeutas. Essas ferramentas diferem porque são adaptadas a teorias específicas. Acerca de como os clínicos de tradição freudiana tentam avaliar as características da personalidade, analise as afirmativas a seguir. I. A primeira exigência seria ter uma espécie de estrada para o inconsciente, para identificar reminiscências de experiência da primeira infância – algo que vai além da superfície e revela conflitos e impulsos ocultos. Pois Freud acreditava que a associação livre e a interpretação dos sonhos podiam revelar o inconsciente. Os psicanalistas descartam as ferramentas de avaliação objetiva, tais como questionários do tipo concordo-discordo ou falso-verdadeiro, pois consideram que elas meramente tocam a superfície do consciente. II. Os testes projetivos visam a fornecer esse “raio-x psicológico” ao apresentar um estímulo ambíguo e, depois, solicitar aos participantes que o descrevam ou que contém uma história sobre ele. Henry Murray introduziu o Teste de Apercepção Temática (TAT), no qual as pessoas viam quadros com figuras ambíguas e depois construíam histórias sobre elas. Um uso da narração de histórias tem sido avaliar a motivação de realização. Ao observar um jovem em devaneio, aqueles que imaginam o que ele está fantasiando sobre uma realização é visto como projetando seus próprios objetivos. III. O teste mais usado e mais conhecido é o teste Rorschach, em que as pessoas descrevem o que veem em uma série de pranchas com borrões de tinta. Embora com posições conflitantes, a sociedade de avaliação da personalidade (2005) recomenda o uso “responsável” do teste e em resposta às críticas de resultados e interpretações, foi desenvolvida uma ferramenta de codificação e interpretação, assistida por computador e baseada em pesquisa que almeja melhorar a concordância entre avaliadores e aumentar a validade do teste (Erdberg, 1990: Exner, 2003). IV. É feito o inventário de interesses. Estão corretas apenas as afirmativas
A principal contribuição da abordagem sistêmica ao Comportamento Organizacional é o conceito de organização como um sistema

As questões que envolvem a psicodinâmica do trabalho tornam-se pontos fundamentais de preocupação para os que lidam com saúde pública, sobretudo quando se sabe que a separação entre mente e corpo é apenas uma questão semântica, didática e que o conceito de saúde vai muito além do que a mera ausência sintomática de doenças. Para a psicologia organizacional atual, falar em trabalho e saúde psíquica são questões deveras debatidas; e, acerca das conclusões, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Dejours (1994) distingue dois tipos de sofrimento: o sofrimento criador e o sofrimento patogênico. Este último surge quando todas as possibilidades de transformação, aperfeiçoamento e gestão da forma de organizar o trabalho já foram tentadas, ou melhor, quando somente pressões fixas, rígidas, repetitivas e frustrantes configuram uma sensação generalizada de incapacidade.

( ) O trabalho não pode ser uma negatividade da vida, mas, muito pelo contrário, sua expressão, fator que o capitalismo, em suas mais variadas versões apresentadas no decorrer da história, não permitiu que ocorresse.

( ) As condições e as exigências do mercado de trabalho na atualidade rotinizam e amortecem o sentido da vida, deixando no corpo as marcas do sofrimento, que se manifestam nas mais variadas doenças ditas ocupacionais, além de atentar contra a saúde mental, em especial quando o psiquismo anquilosado em sua mobilidade faz com que a mente seja absorvida em formas de evitação do sofrimento.

( ) Quando as ações no trabalho são criativas possibilitam a modificação do sofrimento, contribuindo para uma estruturação positiva da identidade, aumentando a resistência da pessoa às várias formas de desequilíbrios psíquicos e corporais. Dessa forma, o trabalho pode ser o mediador entre a saúde e a doença; e o sofrimento criador ou patogênico.

A sequência está correta em

Avaliando os transtornos psicológicos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) A avaliação clínica é avaliação e medida sistemáticas de fatores psicológicos, biológicos e sociais em um indivíduo com um possível transtorno psicológico; o diagnóstico é o processo de determinar se esses fatores satisfazem todos os critérios de um transtorno psicológico específico. ( ) A confiabilidade, a validade e a padronização são componentes importantes para determinar o valor de uma avaliação psicológica. ( ) Para avaliar diversos aspectos dos transtornos psicológicos, em um primeiro momento os clínicos podem entrevistar e fazer um exame informal do estado mental do paciente. Observações mais sistemáticas do comportamento são chamadas de avaliação comportamental. ( ) Uma variedade de testes psicológicos pode ser usada durante a avaliação, só excluindo os testes projetivos (nos quais o paciente responde a estímulos ambíguos projetando pensamentos inconscientes), mas são comumente usados os inventários de personalidade, nos quais o paciente responde a um questionário de autorrelato elaborado para avaliar seus traços de personalidade e teste de inteligência, que oferece uma pontuação conhecida como Quociente de Inteligência (Q.I.). ( ) Os aspectos biológicos dos transtornos psicológicos não podem ser avaliados por meio de testes neuropsicológicos construídos para identificar possíveis áreas de disfunção cerebral. A neuroimagem pode ser utilizada para identificar a estrutura e o funcionamento do cérebro. Por fim, a avaliação psicofisiológica se refere às mudanças mensuráveis no sistema nervoso que refletem eventos emocionais ou psicológicos que poderiam ser relevantes para um transtorno psicológico. A sequência está correta em
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