Leia o texto para responder às questões de números 07 a 13.
Conama decide sobre resíduos em adubo 

  O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) decidirá se aprova uma resolução que regulariza o uso de resíduos industriais como matéria-prima para a produção de adubos. Essa resolução tem causado protestos de ambientalistas e motivou a realização de um abaixo-assinado, contrário à aprovação, na página de petições on-line Avaaz.
  A preocupação está no fato de que tais resíduos - como cinzas, lama e escória de processos de produção de ligas de metais - ao mesmo tempo que trazem micronutrientes essenciais para a produção de fertilizantes (cobre, manganês, molibdênio e zinco), carregam metais pesados com potencial cancerígeno.
  O assunto está em discussão no Conama há cerca de oito anos e voltou à pauta neste ano, diante da sensação de que, como a prática acontece de qualquer jeito, seria preciso regulamentá-la. Pela proposta, se fosse feito um tratamento desses resíduos, e dentro de determinados limites de contaminantes, seria possível o uso desse material em adubos. Uma série de pareceres anexados ao processo, até mesmo do Ministério da Saúde, aponta, entretanto, que não há limite mínimo seguro para a presença de metais pesados.
  O risco é que metais como chumbo, mercúrio, arsênio, cromo e cádmio se acumulem no solo e na água, contaminando as plantas, os animais e os seres humanos.
  Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, membro do Conama que liderou o abaixo-assinado, a resolução se insere no que ele chama de “processo de conformação” sobre procedimentos que já ocorrem.
  “Só porque acontecem, não significa que devam ser regulamentados. Se isso for aprovado, vai parar na Justiça, é uma questão de constitucionalidade. Passa a ser um problema de saúde pública”, afirma.
  Um outro parecer, feito por pesquisadores da USP e da Federal do ABC, também traz conclusão semelhante e ainda acrescenta que o uso desses resíduos pode criar barreiras à exportação de produtos agrícolas.
  O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) defende uma proposta alternativa de resolução em que o uso desses resíduos industriais só seja admitido em duas possibilidades. Ou se extraem deles os elementos de interesse para os fertilizantes, ou se eliminam totalmente os metais pesados.
  O promotor ambiental de São Paulo, Adriano A. de Souza, lembra que a fragilidade da proposta se deve à inexistência de controle eficiente em torno de contaminações do solo.

(O Estado de S.Paulo, 4 set.2013. Adaptado)
A forma verbal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Na semana passada, os black blocs estiveram por trás de todas as manifestações violentas que explodiram no Rio de Janeiro e em São Paulo, com exceção da tentativa de invasão do Hospital Sírio-Libanês (...).
(Veja, 21.08.2013)

Esses grupos são formados por
O presidente dos EUA, Barack Obama, visitou neste domingo a notória prisão de Robben Island, onde o líder da luta contra o apartheid na África do Sul, (...), ficou 18 dos 27 anos em que permaneceu preso.

O líder antiapartheid e ex-presidente sul-africano (...) continua hospitalizado em um centro médico de Pretória. Segundo as últimas informações, ele permanece estável, mas em condições críticas.

(http://oglobo.globo.com/mundo/ obama-visita-prisao-...-8862517, 30.06.2013)

Esse líder e ex-presidente sul-africano é
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Matrimônio à brasileira 

  No Brasil, essas tradições foram implantadas desde os primeiros tempos coloniais, seguindo as mesmas regras do modelo social português católico, que regeu os valores e costumes da colônia durante séculos. Embora os grupos familiares fossem dispersos, a instituição familiar firmou-se no país tendo como base o casamento, a priori realizado entre grupos de convívio ou parentelas, para não dispersarem o patrimônio adquirido.
  Diante disso, urgia que viessem para a colônia mulheres brancas. Poderiam ser órfãs ou meretrizes, diziam os jesuítas. Pouco importava que essas mulheres não fossem de família. O importante é que estivessem em condições de se casar com os colonos, pertencentes a diferentes classes sociais, pois casar-se com mulheres nativas, ou negras escravas, não teria o mesmo valor social de casar-se com mulheres da corte.
  Contrariando esses ideais, os homens que vieram povoar a colônia deitavam-se constantemente com as mulheres nativas e negras, comprovando que as práticas da irracionalidade do instinto se contrapunham à racionalidade das normas, gerando repúdio aos que pretendiam moralizar a sociedade em formação no Brasil. Degredo, confisco de bens, acusações de crime, entre outras, eram as punições impostas para quem fosse preso sob a alegação de ter realizado ou testemunhado um casamento fora dos moldes cristãos.
  Pelo tipo de casamento imposto pelo Arcebispado da Bahia para efetivar o casamento cristão, os noivos deveriam apresentar à autoridade uma documentação provando serem solteiros e batizados, além de aguardar denúncias do pregão colocado na porta da igreja durante três domingos. (...)Mas essa documentação custava muito caro e se constituiu em grande entrave para a realização do casamento cristão, levando os homens a se envolverem com mulheres nativas ou negras, desviando-se dos interesses da Igreja.
  Para burlar essas normas, homens e mulheres uniam-se em concubinato, que pouco se afastava da prática do casamento cristão.(...) O casal ia à missa, com suas testemunhas, e esperava a hora em que o padre se voltasse ao público, ou para dar a bênção ou para descer do altar, para juntos se receberem em voz alta como marido e mulher. O padre, desprevenido, não podia negar sua condição de testemunha do ato, sacramentando a união. Mas nem todos os casais buscavam a bênção e, diante da enorme clandestinidade, a Igreja insistia para que o Estado português acabasse de vez com essas uniões.

(Maria Beatriz Nader. História Viva. ed.119. set.2013. Adaptado) (www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/matrimonio_a_brasileira.html?)
Reescrevendo-se trechos do texto, a pontuação mantém-se correta em:
A Câmara dos Deputados aprovou ontem o polêmico projeto do governo do presidente José Mujica que legaliza a maconha no país. Após mais de 13 horas de acalorados debates, a proposta passou por 50 votos a 46. O texto da lei agora segue para votação no Senado, onde a Frente Ampla de Mujica também é maioria. Caso seja aprovado, (...) se tornará o primeiro país do mundo em que a produção, a distribuição e a venda de maconha a consumidores adultos serão reguladas pelo Estado. (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/121703- camara...-aprova-a-legalizacao-da-maconha.shtml, 01.08.2013. Adaptado)

O país ao qual se refere a notícia é
O presidente nacional do (...), governador Eduardo Campos (PE), afirmou nesta quarta-feira que o partido deixará seus cargos no governo federal para “ficar à vontade” para “debater” o Brasil em vista das eleições presidenciais de 2014. (...) A entrega dos cargos foi oficializada mais cedo, após reunião da Executiva do partido, em Brasília.

Atualmente, o (...) ocupa dois postos de primeiro escalão na Esplanada: o Ministério da Integração Nacional e a Secretaria de Portos.

(http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/09/campos-diz-que-...-deixa-governo-para-ficar-vontade-para-2014.html,18.09.2013)

O partido que fez esse anúncio foi o
No início do ano, uma pesquisa do Ipea (...) indicou que o principal problema de 58% dos brasileiros que procuram atendimento na rede pública é a falta de médicos. (...) A presidente Dilma Rousseff assinou uma medida provisória e três editais para tentar dar um basta a essa situação dramática em que está envolta a saúde pública do país. Trata-se da criação do programa Mais Hospitais, Mais Médicos.
(Istoé, 10.07.2013. Adaptado)

São medidas desse programa
O crack é usado por 35% dos consumidores de drogas ilícitas nas capitais do Brasil, revela pesquisa inédita feita pela Fundação Oswaldo Cruz. O trabalho, encomendado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e divulgado nesta quinta-feira, 19, indica que a maior parte dos usuários está concentrada na Região (...). Dos 370 mil consumidores regulares de crack ou similares (merla, pasta-base e oxi) estimados nas capitais do País, 148 mil encontram-se na região. Isso significa que 43% da população que usa regularmente drogas ilícitas nas capitais do (...) consome crack.
(http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,35-dos-usuarios-de-drogas-nas-capitais-consomem-crack-diz-pesquisa,1076524,0.htm, 19.09.2013)

De acordo com a pesquisa, a maior parte dos usuários está na região
Uma clínica recebeu 840 seringas de 5 mL, 1 440 seringas de 10 mL e 600 seringas de 20 mL, e quer distribuí-las em pacotes, sem misturar tamanhos, de modo que não haja sobras. Todos os pacotes devem ter a mesma quantidade de seringas, e essa quantidade deve ser a maior possível. Nessas condições, o número de pacotes formados será igual a
No início do ano, uma pesquisa do Ipea (...) indicou que o principal problema de 58% dos brasileiros que procuram atendimento na rede pública é a falta de médicos. (...)

A presidente Dilma Rousseff assinou uma medida provisória e três editais para tentar dar um basta a essa situação dramática em que está envolta a saúde pública do país. Trata-se da criação do programa Mais Hospitais, Mais Médicos.
(Istoé, 10.07.2013. Adaptado)

São medidas desse programa
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 13.
Conama decide sobre resíduos em adubo 

  O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) decidirá se aprova uma resolução que regulariza o uso de resíduos industriais como matéria-prima para a produção de adubos. Essa resolução tem causado protestos de ambientalistas e motivou a realização de um abaixo-assinado, contrário à aprovação, na página de petições on-line Avaaz.
  A preocupação está no fato de que tais resíduos - como cinzas, lama e escória de processos de produção de ligas de metais - ao mesmo tempo que trazem micronutrientes essenciais para a produção de fertilizantes (cobre, manganês, molibdênio e zinco), carregam metais pesados com potencial cancerígeno.
  O assunto está em discussão no Conama há cerca de oito anos e voltou à pauta neste ano, diante da sensação de que, como a prática acontece de qualquer jeito, seria preciso regulamentá-la. Pela proposta, se fosse feito um tratamento desses resíduos, e dentro de determinados limites de contaminantes, seria possível o uso desse material em adubos. Uma série de pareceres anexados ao processo, até mesmo do Ministério da Saúde, aponta, entretanto, que não há limite mínimo seguro para a presença de metais pesados.
  O risco é que metais como chumbo, mercúrio, arsênio, cromo e cádmio se acumulem no solo e na água, contaminando as plantas, os animais e os seres humanos.
  Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, membro do Conama que liderou o abaixo-assinado, a resolução se insere no que ele chama de “processo de conformação” sobre procedimentos que já ocorrem.
  “Só porque acontecem, não significa que devam ser regulamentados. Se isso for aprovado, vai parar na Justiça, é uma questão de constitucionalidade. Passa a ser um problema de saúde pública”, afirma.
  Um outro parecer, feito por pesquisadores da USP e da Federal do ABC, também traz conclusão semelhante e ainda acrescenta que o uso desses resíduos pode criar barreiras à exportação de produtos agrícolas.
  O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) defende uma proposta alternativa de resolução em que o uso desses resíduos industriais só seja admitido em duas possibilidades. Ou se extraem deles os elementos de interesse para os fertilizantes, ou se eliminam totalmente os metais pesados.
  O promotor ambiental de São Paulo, Adriano A. de Souza, lembra que a fragilidade da proposta se deve à inexistência de controle eficiente em torno de contaminações do solo.

(O Estado de S.Paulo, 4 set.2013. Adaptado)
No trecho – O assunto está em discussão no Conama há cerca de oito anos e voltou à pauta neste ano, diante da sensação de que, como a prática acontece de qualquer jeito, seria preciso regulamentá-la. (3.º parágrafo) –, a forma la (l + pronome pessoal oblíquo a = la) refere-se a
O Papa Bento XVI, em sua primeira aparição pública desde que anunciou sua renúncia, disse, nesta quarta-feira (13), que tomou a decisão de abandonar o pontificado “em plena liberdade, pelo bem da Igreja”.

(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/02/ papa-bento-xvi-diz-que-renunciou-pelo-bem-da-igreja.html, 13.02.2013)

Segundo alguns analistas, além de problemas de saúde, essa renúncia estaria ligada
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 13.
Conama decide sobre resíduos em adubo 

  O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) decidirá se aprova uma resolução que regulariza o uso de resíduos industriais como matéria-prima para a produção de adubos. Essa resolução tem causado protestos de ambientalistas e motivou a realização de um abaixo-assinado, contrário à aprovação, na página de petições on-line Avaaz.
  A preocupação está no fato de que tais resíduos - como cinzas, lama e escória de processos de produção de ligas de metais - ao mesmo tempo que trazem micronutrientes essenciais para a produção de fertilizantes (cobre, manganês, molibdênio e zinco), carregam metais pesados com potencial cancerígeno.
  O assunto está em discussão no Conama há cerca de oito anos e voltou à pauta neste ano, diante da sensação de que, como a prática acontece de qualquer jeito, seria preciso regulamentá-la. Pela proposta, se fosse feito um tratamento desses resíduos, e dentro de determinados limites de contaminantes, seria possível o uso desse material em adubos. Uma série de pareceres anexados ao processo, até mesmo do Ministério da Saúde, aponta, entretanto, que não há limite mínimo seguro para a presença de metais pesados.
  O risco é que metais como chumbo, mercúrio, arsênio, cromo e cádmio se acumulem no solo e na água, contaminando as plantas, os animais e os seres humanos.
  Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, membro do Conama que liderou o abaixo-assinado, a resolução se insere no que ele chama de “processo de conformação” sobre procedimentos que já ocorrem.
  “Só porque acontecem, não significa que devam ser regulamentados. Se isso for aprovado, vai parar na Justiça, é uma questão de constitucionalidade. Passa a ser um problema de saúde pública”, afirma.
  Um outro parecer, feito por pesquisadores da USP e da Federal do ABC, também traz conclusão semelhante e ainda acrescenta que o uso desses resíduos pode criar barreiras à exportação de produtos agrícolas.
  O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) defende uma proposta alternativa de resolução em que o uso desses resíduos industriais só seja admitido em duas possibilidades. Ou se extraem deles os elementos de interesse para os fertilizantes, ou se eliminam totalmente os metais pesados.
  O promotor ambiental de São Paulo, Adriano A. de Souza, lembra que a fragilidade da proposta se deve à inexistência de controle eficiente em torno de contaminações do solo.

(O Estado de S.Paulo, 4 set.2013. Adaptado)
As concordâncias verbal e nominal estão de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Na semana passada, os black blocs estiveram por trás de todas as manifestações violentas que explodiram no Rio de Janeiro e em São Paulo, com exceção da tentativa de invasão do Hospital Sírio-Libanês (...).
(Veja, 21.08.2013)
Esses grupos são formados por
Empresas como Exxon Mobil, BP, BG, Chevron e Statoil ficarão fora do primeiro leilão do pré-sal. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) recebeu um quarto das inscrições esperadas para a disputa por Libra, atualmente a maior reserva de petróleo em oferta no mundo, com estimativa entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris.

(O Estado de S.Paulo, 20.09.2013)

Um dos motivos para esse desinteresse pelo campo de Libra está
O Papa Bento XVI, em sua primeira aparição pública desde que anunciou sua renúncia, disse, nesta quarta-feira (13), que tomou a decisão de abandonar o pontificado “em plena liberdade, pelo bem da Igreja”.

(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/02/papa-bento-xvi-diz-que-renunciou-pelo-bem-da-igreja.html, 13.02.2013)

Segundo alguns analistas, além de problemas de saúde, essa renúncia estaria ligada
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 13.
Conama decide sobre resíduos em adubo 

  O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) decidirá se aprova uma resolução que regulariza o uso de resíduos industriais como matéria-prima para a produção de adubos. Essa resolução tem causado protestos de ambientalistas e motivou a realização de um abaixo-assinado, contrário à aprovação, na página de petições on-line Avaaz.
  A preocupação está no fato de que tais resíduos - como cinzas, lama e escória de processos de produção de ligas de metais - ao mesmo tempo que trazem micronutrientes essenciais para a produção de fertilizantes (cobre, manganês, molibdênio e zinco), carregam metais pesados com potencial cancerígeno.
  O assunto está em discussão no Conama há cerca de oito anos e voltou à pauta neste ano, diante da sensação de que, como a prática acontece de qualquer jeito, seria preciso regulamentá-la. Pela proposta, se fosse feito um tratamento desses resíduos, e dentro de determinados limites de contaminantes, seria possível o uso desse material em adubos. Uma série de pareceres anexados ao processo, até mesmo do Ministério da Saúde, aponta, entretanto, que não há limite mínimo seguro para a presença de metais pesados.
  O risco é que metais como chumbo, mercúrio, arsênio, cromo e cádmio se acumulem no solo e na água, contaminando as plantas, os animais e os seres humanos.
  Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, membro do Conama que liderou o abaixo-assinado, a resolução se insere no que ele chama de “processo de conformação” sobre procedimentos que já ocorrem.
  “Só porque acontecem, não significa que devam ser regulamentados. Se isso for aprovado, vai parar na Justiça, é uma questão de constitucionalidade. Passa a ser um problema de saúde pública”, afirma.
  Um outro parecer, feito por pesquisadores da USP e da Federal do ABC, também traz conclusão semelhante e ainda acrescenta que o uso desses resíduos pode criar barreiras à exportação de produtos agrícolas.
  O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) defende uma proposta alternativa de resolução em que o uso desses resíduos industriais só seja admitido em duas possibilidades. Ou se extraem deles os elementos de interesse para os fertilizantes, ou se eliminam totalmente os metais pesados.
  O promotor ambiental de São Paulo, Adriano A. de Souza, lembra que a fragilidade da proposta se deve à inexistência de controle eficiente em torno de contaminações do solo.

(O Estado de S.Paulo, 4 set.2013. Adaptado)
Pode-se concluir, pelo texto, que
O crack é usado por 35% dos consumidores de drogas ilícitas nas capitais do Brasil, revela pesquisa inédita feita pela Fundação Oswaldo Cruz. O trabalho, encomendado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e divulgado nesta quinta-feira, 19, indica que a maior parte dos usuários está concentrada na Região (...).

Dos 370 mil consumidores regulares de crack ou similares (merla, pasta-base e oxi) estimados nas capitais do País, 148 mil encontram-se na região. Isso significa que 43% da população que usa regularmente drogas ilícitas nas capitais do (...) consome crack.
(http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,35-dos-usuarios-de-drogas-nas-capitais-consomem-crackdiz-pesquisa,1076524,0.htm, 19.09.2013)

De acordo com a pesquisa, a maior parte dos usuários está na região
A opção para ativar linhas de grade que podem ser usadas para alinhar os objetos de um documento do MS Word 2010, na sua configuração padrão, encontra-se na guia de opções
No Internet Explorer 10, na sua instalação padrão, é possível adicionar um site ao menu Iniciar do MS-Windows 7.

Assinale a alternativa que apresenta o nome do item da barra de menus que permite realizar essa ação.
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