Na chamada classificação funcional, SCHELLENBERG (2006) aconselha, sempre que possível, para os documentos públicos que se relacionam com importantes diretrizes, opiniões e decisões políticas, que se criem:
Para GONÇALVES (1998), além de simplicidade e flexibilidade, um plano de classificação de boa qualidade precisa ter também:
SCHELLENBERG (2006) adverte que se cada documento de um arquivo for tirado arbitrariamente do seu contexto e reorganizado por um sistema classificado ou outro qualquer, poderá perder sua integridade como documento da organização e função, perdendo, assim, seu valor
As listas e tabelas de descarte e os planos de destinação são considerados por SCHELLENBERG (2006):
Na tentativa de restauração da organização original de um arquivo, ao deparar-se com documentos soltos, o arquivista deve considerar que aquilo que determina o lugar do documento no arquivo é o(a):
Além de suporte, gênero, tipo, forma, formato e contexto de produção, o sétimo elemento característico de qualquer documento, conforme GONÇALVES (1998), é sua:
O conceito de preservação no universo digital, segundo CONWAY (2001), tem assumido três significados: possibilitar o uso de documentos, proteger o item original copiado e manter os objetos digitais. Para o autor, este último significado é resultado da escolha da forma de armazenamento, da expectativa de vida dos sistemas de formação de imagens digitais e também da preocupação em garantir o acesso ao documento – que se traduz pelo planejamento e ação relacionados:
Apesar de algumas releituras da questão na literatura especializada, para FONSECA (2005) o princípio da proveniência ainda figura, na disciplina arquivística, como:
Segundo o e-ARQ Brasil (2011), para apoiar os procedimentos e operações técnicas de gestão arquivística de documentos, além de quatro instrumentos principais, há, também, três considerados adicionais: o glossário, o vocabulário controlado e o:
Conforme GONÇALVES (1998), na fase corrente, o plano de classificação de documentos de arquivo deve abranger todos os tipos documentais produzidos/acumulados pela entidade, pois todos eles devem ser objeto de organização, estando, portanto, sujeitos à classificação e à ordenação. Sendo assim, o plano de classificação será também extremamente útil à elaboração dos planos de destinação e das tabelas de temporalidade, essenciais no processo de:
Segundo GONÇALVES (1998), para que a organização dos documentos arquivísticos possa resultar eficiente, tanto a classificação quanto a ordenação devem estar:
São seis as modalidades de ordenação de documentos arquivísticos usualmente consideradas principais: numérica simples, alfabética, cronológica, geográfica, temática e:
SILVA (2017) defende ser condição para preservação e acesso dos documentos arquivísticos, independentemente de suporte, formato, gênero, tipo ou data, o(a):
Analisar e denominar o documento utilizando fórmula padronizada para caracterizar a estrutura e o conteúdo do tipo documental, a partir da fundamentação dos princípios tanto da Diplomática, quanto da Arquivística, é o procedimento denominado:
O nome dado ao arquivo que tem predominância de documentos decorrentes do exercício de atividades-fim de uma instituição ou unidade administrativa é arquivo:
JARDIM (1995) argumenta que o conceito ou noção teórica que aparece como um dos pilares da Arquivologia contemporânea, especialmente no processo de avaliação e seleção dos documentos permanentes, é de:
Uma comunicação escrita em que se solicita o comparecimento a uma reunião de uma ou mais pessoas, de uma ou mais coletividades, é documento nomeado como:
Na ISAAR (CPF), há quatro áreas de informação normatizando os elementos de descrição para um registro de autoridade arquivística. Além das áreas de identificação, de descrição e de relacionamentos, a quarta área é a de:
Na literatura científica do campo da Arquivologia, intensificam-se os debates acerca da necessidade de um novo perfil do profissional de arquivo que não seja apenas um organizador de papéis, que lute por uma posição mais proativa de seu saber, que rompa com o mito da objetividade e imparcialidade da área. Para HEYMANN (2008), existe uma fase no processo de tratamento dos arquivos onde esta concepção do arquivista não como um mero conservador, mas como “produtor” de saber, aparece especialmente. É no processo de:
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