Questões de Concursos

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A respeito dos aspectos multifatoriais e interdisciplinares que envolvem o adoecimento e o processo de tratamento do câncer, julgue o item que se segue.

Os cuidados paliativos ocorrem somente no momento da terminalidade, por isso não envolvem o processo de evolução de doenças crônico-degenerativas.

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).
A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.
Na situação, estão presentes os critérios para se diagnosticar Luana com transtorno de ansiedade decorrente do quadro cancerígeno.

Julgue o item a seguir, acerca da intervenção do psicólogo e da relação entre esse profissional, o doente e sua família.

A assistência psicológica com o objetivo de informar, acolher e treinar o manejo da ansiedade entre familiares pode ser individual ou grupal, desde que inclua apenas membros de uma só família.

Sobre a comunicação entre a equipe de saúde e o paciente nos diferentes contextos de tratamento, julgue o item a seguir.

A comunicação com pacientes traqueostomizados, mesmo conscientes, deve ser evitada pelo psicólogo, porque, nessa condição, o paciente não pode usar a fala, e a tentativa de fazê-lo pode gerar ansiedade.

Considerando a necessidade do cuidado integral no processo dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

O código de ética do psicólogo é claro ao vedar ao psicólogo induzir convicções religiosas durante o exercício profissional, vetando o acolhimento de assuntos relacionados à fé nos cuidados paliativos.

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.

O isolamento associado ao choro fácil e ao medo da morte apresentados por Luana são sintomas característicos de quadro depressivo em fase inicial.

Sobre a comunicação entre a equipe de saúde e o paciente nos diferentes contextos de tratamento, julgue o item a seguir.

Em respeito à individualidade de um paciente que aceita o tratamento, mas que se recusa a ouvir detalhes sobre seu diagnóstico ou prognóstico, a equipe deve seguir o tratamento sem retomar o assunto.

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.

O papel do psicólogo em oncologia faz-se importante no enfrentamento da doença e na qualidade de vida de Luana e de seus familiares.

A respeito dos aspectos multifatoriais e interdisciplinares que envolvem o adoecimento e o processo de tratamento do câncer, julgue o item que se segue.

Os programas de cuidados paliativos são agrupados em cinco domínios: físico, psicológico, cultural, espiritual e estrutural.

Julgue o item a seguir, acerca da intervenção do psicólogo e da relação entre esse profissional, o doente e sua família.

Do ponto de vista ético, é correto perguntar a pacientes adultos e conscientes que tenham familiares participativos se preferem que informações sobre resultados de exames e prognóstico sejam conversadas primeiramente consigo mesmos ou com os seus familiares.

Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.

As sensações de exclusão, de não pertencimento ou mesmo de abandono apresentadas por Luana desencadeiam a criação de defesas que estão comprometendo seu processo de enfrentamento da doença.

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