Conforme a Lei n.º 12.319/2010, o tradutor e intérprete de
LIBRAS deve
I atuar com qualquer estudante surdo, independentemente de
gênero, raça, classe social ou religião.
II atuar com discrição, protegendo o direito de sigilo da
informação recebida.
III conhecer as especificidades da comunidade surda.
O Decreto n.º 5.626/2005 prevê que o Ministério da
Educação promoverá, a partir da sua publicação, programas
específicos para a criação de cursos de graduação:
I para a formação de professores surdos e ouvintes, que
viabilize a educação bilíngue: LIBRAS — língua portuguesa
como segunda língua.
II de licenciatura em Letras — LIBRAS ou em Letras —
LIBRAS/língua portuguesa, como segunda língua para
surdos.
III de formação em tradução e interpretação de LIBRAS —
língua portuguesa.
Com base na Lei n.º 12.319/2010, é correto afirmar que o
tradutor e intérprete
I é o profissional que traduz e interpreta de uma língua de
sinais para outra língua de sinais ou para língua oral, ou
vice-versa, em quaisquer modalidades que se apresentem.
II tem competência para realizar interpretação das duas línguas
de maneira simultânea ou consecutiva e proficiência em
tradução e interpretação da LIBRAS e da língua portuguesa.
III atua no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim
das instituições de ensino e repartições públicas.
De acordo com a Lei n.º 14.704/2023, que dispõe sobre o
exercício profissional e as condições de trabalho do profissional
tradutor e intérprete da LIBRAS, julgue os seguintes itens.
I A carga horária de trabalho do intérprete deve ser de
8 h diárias e(ou) 40 h semanais.
II O trabalho de tradução e interpretação superior a 1 h de
duração deverá ser realizado em regime de revezamento,
com, no mínimo, dois profissionais.
III Uma das atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de
suas competências, é traduzir textos escritos, orais ou
sinalizados da língua portuguesa para a LIBRAS.
A respeito da criança surda-cega no ambiente escolar, julgue os itens subsecutivos.
I O professor, intérprete ou guia-intérprete junto à criança surda-cega assume o papel de suprir-lhe a carência de funcionamento
sensorial com estímulos organizados e significativos.
II Os estímulos organizados e significativos promovem na criança surda-cega a construção de sua consciência e imagem corporal,
seu desenvolvimento motor e afetivo, e também sua autonomia.
III O professor, intérprete ou guia-intérprete junto à criança surda-cega deve interpretar os conteúdos escolares e guiar a criança por
todos os espaços escolares, inclusive o banheiro.