Um arquiteto encomendou a um paisagista um terrário para colocar num apartamento como divisória entre dois ambientes. Uma das exigências do proprietário do apartamento é que o terrário representasse um ambiente de floresta úmida, semelhante à Floresta Atlântica. Solicitou, também, que o ambiente incluísse exclusivamente representantes das divisões do Reino Plantae. Com base nos conhecimentos sobre esse Reino, considere os seguintes grupos:

1- Musgos, pois são encontrados sobre troncos e solo da floresta.
2-Algas cianofíceas, pois são produtores primários.
3-Samambaias, pois são os principais elementos do sub-bosque.
4-Pinus sp., pois formam o dossel das florestas.
5- Epífitas, pois são frequentes sobre os ramos das árvores.
Atendem às exigências do proprietário os itens:

Em suínos, a sensibilidade ao anestésico halothane é de grande importância econômica, uma vez que os animais sensíveis são altamente propensos a stress, provocando prejuízos por morte súbita e condenação de carcaças. Essa sensibilidade é provocada pela homozigose do gene h, e os animais afetados não podem ser dentificados morfologicamente, até que a doença se manifeste, antes de atingirem a maturidade sexual. Um criador cruzou um macho e uma fêmea de genótipos desconhecidos e obteve um filhote que manifestou a doença. O mesmo casal foi cruzado mais uma vez e teve dois filhotes. Temeroso de perder também estes animais, o criador quer saber qual a probabilidade de ambos os filhotes serem afetados. Assinale a resposta correta.

Segundo a teoria cinética, um gás é constituído por moléculas que se movimentam desordenadamente no espaço do reservatório onde o gás está armazenado. As colisões das moléculas entre si e com as paredes do reservatório são perfeitamente elásticas. Entre duas colisões sucessivas, as moléculas descrevem um MRU. A energia cinética de translação das moléculas é diretamente proporcional à temperatura do gás. Com base nessas informações, considere as seguintes afirmativas:

1- As moléculas se deslocam todas em trajetórias paralelas entre si.
2- Ao colidir com as paredes do reservatório, a energia cinética das moléculas é conservada.
3- A velocidade de deslocamento das moléculas aumenta se a temperatura do gás for aumentada.
Assinale a alternativa correta.

Utilizando o celular e um programa de acesso a mapas on line, você localizou um ponto de interesse a aproximadamente 2,5 cm de distância do local onde se encontrava. Considerando que o programa indicava a escala aproximada de 1:3.000, calcule a distância a ser percorrida em linha reta até esse ponto de interesse.

O Papa Francisco, eleito em março de 2013, chamou atenção novamente para a figura de Francisco de Assis, considerado o fundador da Ordem dos Franciscanos (ou dos Frades Menores) na Baixa Idade Média. Assinale a alternativa que relaciona o contexto de surgimento dos Franciscanos e sua motivação de ação.

O estudo dos climas compõe um importante capitulo da ciência, e seu conhecimento é de suma importância para a organização e desenvolvimento das sociedades humanas. Os climas da Terra expressam, devido às suas diferenças, aspectos geográficos particulares. Nesse sentido, é correto afirmar:

As teorias atômicas vêm se desenvolvendo ao longo da história. Até o início do século XIX, não se tinha um modelo claro da constituição da matéria. De lá até a atualidade, a ideia de como a matéria é constituída sofreu diversas modificações, como se pode observar no modelo atômico de Bohr, que manteve paradigmas conceituais sobre a constituição da matéria, mas também inseriu novos conceitos surgidos no início do século XX.



No modelo atômico de Bohr:



1. O elétron circula em órbita com raio definido.



2. O elétron é descrito por uma função de onda.



3. Para descrever o elétron num orbital são necessários 4 números quânticos.



4. Toda a massa do átomo está concentrada no núcleo, que ocupa uma porção ínfima do espaço.



Entre as afirmativas acima, correspondem ao modelo atômico de Bohr:

Existe uma regra geral em fisiologia animal que define como sendo de 1 mm a espessura máxima de um tecido capaz de sustentar suas células se o mecanismo de transporte é realizado apenas por difusão. Células, tecidos e organismos precisam ter acesso a oxigênio e nutrientes e remover compostos nitrogenados e ás carbônico para poderem realizar suas funções vitais adequadamente. O principal sistema que provê essas condições nos cordados vertebrados é o sistema circulatório. Inegável reconhecer que, graças a esse sistema (entre outros), vertebrados podem atingir tamanhos tão grandes como o de baleias ou elefantes. Entretanto, mesmo não apresentando um sistema circulatório completo, com coração e vasos, alguns animais com estrutura corporal mais simples podem atingir tamanhos consideravelmente grandes. Sob essa perspectiva, considere as seguintes afirmativas:

1- Poríferos não apresentam tecidos verdadeiros e, portanto, não são capazes de desenvolver órgãos ou sistemas que possam resolver o problema das trocas internas de gases, nutrientes e excretas. Assim, poríferos são animais para os quais a regra do 1 mm é efetivamente aplicável, e por isso nenhuma espécie esse grupo atinge esse tamanho.
2- Alguns cnidários (celenterados) podem atingir grandes dimensões. As soluções para o problema do 1 mm são variáveis e geralmente baseadas em duas características: a) esses animais são diblásticos (apresentam duas monocamadas corporais, que geralmente se encontram diretamente em contato com a água externa ou com a água da gastroderme); b) o aumento corporal está associado ao aumento de uma camada acelular ou com poucas células, denominada mesogleia.
3-Animais pseudocelomados (também denominados de blastocelomados) podem realizar as trocas internas utilizando o fluido do pseudoceloma em si. O transporte pode, ainda, ser auxiliado por um sistema de canais como os encontrados em acantocéfalos e rotíferos, denominado em alguns desses grupos de sistema lacunar de canais.
4-Apesar de serem acelomados e de não apresentarem um sistema circulatório, muitos platelmintos podem atingir grandes tamanhos. É o caso das planárias terrestres, que atingem mais de 30 cm de comprimento, e das tênias (algumas com dezenas de metros de comprimento). Nesses casos específicos, as trocas de gases, nutrientes e excretas ocorrem através do trato digestivo e pela superfície corporal desses animais, com um processo de difusão eficiente.

Assinale a alternativa correta.

Um avião voa numa trajetória retilínea e horizontal próximo à superfície da Terra. No interior da aeronave, uma maleta está apoiada no chão. O coeficiente de atrito estático entre a maleta e o chão do avião é µ e a aceleração da gravidade no local do voo é g. Considerando esta situação, analise as seguintes afirmativas:

1. Se a maleta não se mover em relação ao chão do avião, então um passageiro pode concluir corretamente, sem acesso a qualquer outra informação, que o avião está se deslocando com velocidade constante em relação ao solo.

2. Se o avião for acelerado com uma aceleração superior a µg, então o passageiro verá a maleta se mover para trás do avião, enquanto um observador externo ao avião, em repouso em relação à superfície da Terra, verá a maleta se mover no mesmo sentido em que o avião se desloca.

3. Para um mesmo valor da aceleração da aeronave em relação à Terra, com módulo maior que µg, maletas feitas de mesmo material e mesmo tamanho, mas com massas diferentes, escorregarão no interior do avião com o mesmo valor da aceleração em relação ao chão da aeronave.

Assinale a alternativa correta.

Considere que num recipiente cilíndrico com êmbolo móvel existem 2 mols de moléculas de um gás A à temperatura inicial de 200 K. Este gás é aquecido até a temperatura de 400 K numa transformação isobárica. Durante este aquecimento ocorre uma reação química e cada molécula do gás A se transforma em duas moléculas de um gás B.

Com base nesses dados e nos conceitos de termodinâmica, é correto afirmar que o volume final do recipiente na temperatura de 400 K é:

Tenho insistido também que a monarquia deve ser atribuída exclusivamente aos varões, já que a ginecocracia vai contra a lei natural; esta deu aos homens a força, a prudência, as armas, o poder. A lei de Deus ordena explicitamente que a mulher se submeta ao homem, não só no governo de reinos e impérios, mas também na família. (...) Também a lei civil proíbe à mulher os cargos e ofícios próprios ao homem. (...) É extremamente perigoso que uma mulher ostente a soberania. (...) No caso de uma rainha que não contraia o matrimônio – caso de uma verdadeira ginecocracia –, o Estado está exposto a graves perigos procedentes tanto dos estrangeiros como dos súditos, pois caso seja um povo generoso e de bom ânimo suportará mal que uma mulher exerça o poder.
(Jean Bodin, Los seis libros de la republica. Edição espanhola de 1973, p. 224.)
A citação extraída do livro do jurista francês Jean Bodin (1530-1596), publicado em 1576, refere-se ao exercício do poder soberano por mulheres, algo que seria contrário às leis da natureza, à lei de Deus e às leis civis, de acordo com o pensamento político da época. Contudo, uma importante monarca contemporânea a Bodin, Elizabeth Tudor, exerceu o poder político em condições adversas e muitas vezes ameaçadoras à sua integridade física, e seu longo reinado foi considerado pelos historiadores como a "época dourada" da Inglaterra. Sobre a monarquia e o exercício do poder soberano, é correto afirmar:

"Incompreensível mulher! / A noite a vira bacante infrene, calcando aos pés lascivos o pudor e a dignidade, ostentar o vício na maior torpeza do cinismo, com toda a hediondez de sua beleza. A manhã a encontrava tímida menina, amante casta e ingênua, bebendo num olhar a felicidade que dera, e suplicando o perdão da felicidade que recebera." (José de Alencar, em Lucíola)
Em relação ao romance Lucíola, considere as seguintes afirmativas:
1-Para Lúcia, a prostituição funciona como autopunição, na medida em que reforça o sentimento de culpa pela pureza perdida e valorizada.
2- O idealismo romântico convive com a aguda percepção da importância da posição social, do conflito entre dinheiro e virtude e com o realismo das descrições sem reticências.
3-O romance de Alencar coloca a literatura em relevo, através das obras citadas, da crítica de Lúcia à Dama das Camélias e da referência às leituras permitidas às mulheres.
4-O abandono da vida anterior não é purificação suficiente, razão pela qual o corpo manchado pelo vício deve morrer junto com o fruto do amor impossível.
Assinale a alternativa correta.

Para contestar a las preguntas 77, 78, 79 y 80 utilice los dos textos a continuación.

No veo qué ganamos las mujeres

Milagros del Corral es exdirectora de la Biblioteca Nacional

Ha tardado mucho pero, al fin, la Real Academia de la Lengua ha emitido su opinión a propósito del supuesto carácter sexista del español a través del informe rigurosamente fundamentado de Ignacio Bosque. No puedo sino estar de acuerdo con la crítica responsable de la RAE. Y ello a pesar de que soy mujer y una profesional que, desde muy joven, ha trabajado en entornos mayoritariamente masculinos. Soy también consciente de que la mujer todavía está lejos de alcanzar la equiparación social y profesional que le corresponde y, en consecuencia, soy una firme partidaria de la defensa de mis derechos, que son los derechos de media humanidad. Digo, pues, no a la discriminación.
Sin embargo, esta reciente costumbre de pervertir nuestra maravillosa lengua castellana me parece un puro sinsentido. Nunca me he sentido excluida de forma gramatical alguna, singular o plural, ni creo que los hombres se sientan discriminados al ser aludidos, en singular y en plural, como artistas, periodistas, trapecistas, etcétera. Sin duda aquí se ha producido un error, aunque haya sido con la mejor intención. Aquí se ha confundido sexo con género, biología con gramática.
El activismo feminista, de la mano de una serie de instituciones que quieren ser políticamente correctas, quieren hacernos creer con sus guías de uso de lenguaje no sexista que la visibilidad de las mujeres pasa por desnaturalizar nuestro idioma con fórmulas rebuscadas, cuando no claramente atentatorias contra la morfología gramatical o sintáctica, sin miedo alguno a recargar el discurso hasta límites estéticamente insoportables: niños y niñas, andaluces y andaluzas, jueces y juezas, miembros y miembras? Eso cuando no nos atropellan con amig@s, utilización supuestamente genial del símbolo de una medida de líquidos y, más recientemente, del dominio de las direcciones de correo electrónico.
Amén del innecesario estropicio lingüístico, no creo que recomendaciones de esta naturaleza sirvan de nada a nuestra mayor visibilidad. Ni mucho menos que lleguen muy lejos. De momento, solo las aplican de forma acrítica algunos políticos de posmodernidad mal entendida. Y, desde luego, no han logrado calar en el habla popular. Y no han calado porque el pueblo es sabio e inconscientemente siente que las expresiones recomendadas rayan en lo ridículo y no convienen a la economía de la comunicación, pecado grave en la era de Twitter y el microrrelato. Quiero creer que se trata de una moda pasajera.

Pero, ¿dónde estaba la RAE?

Inés Alberdi es catedrática de Sociología de la Universidad Complutense

¿Cómo puede sorprenderse el profesor Bosque de que para preparar una Guía de uso no sexista del lenguaje no se consulte con la Academia de la Lengua? Lo que sorprende es que no haya sido esta institución la que se haya ocupado de darnos sugerencias para hacer un uso del lenguaje que no oculte a las mujeres.
¿Por qué la RAE no ha dicho nada hasta ahora de cómo el lenguaje español hace invisibles a las mujeres? ¿Dónde están sus análisis y sus recomendaciones para dar un uso más de acuerdo con la igualdad de género? La Academia es, como dice el profesor Bosque, la institución que debe vigilar por el buen uso de la lengua, pero esto no le ha parecido un problema o no le ha interesado.
Bienvenida sea la Academia de la Lengua a este debate en el que tendría que haber estado hace años. No necesariamente para decirnos lo que hay que hacer sino para sumar su conocimiento y su experiencia al de tantas otras personas e instituciones que conocen aspectos que también habrá que tener en cuenta.
En sus argumentos contra las guías se refiere casi exclusivamente a una de las cuestiones que estas señalan, la necesidad de hacer manifiesta la presencia femenina en cualquier colectivo al que nos estemos refiriendo, niñas y niños, padres y madres, cuestión que la lengua española oscurece a través del uso del genérico masculino. Este es quizás el aspecto más difícil de revisar si queremos que el español no olvide a las mujeres, pero hay muchos otros. La propuesta que hacen algunas guías, de reiterar constantemente el masculino y el femenino de todo, no le gusta y lo ridiculiza. A mí tampoco, pero no me burlo porque el tema me parece muy serio. Creo que hay formas posibles de evitar esa reiteración. Por ejemplo, hablar del género humano en vez del hombre cuando se habla de la evolución. No se trata tanto de señalar con el dedo a los que abusen del genérico masculino, como tratar de enseñar a todos a hablar con mayor rigor y respeto a la igualdad de género. La lengua es hija de la historia y por ello no debe sorprendernos que la española sea tan sexista. Pues bien, les diría, como digo a mis estudiantes, que procuren reflexionar sobre cómo escriben y traten de no olvidar a las mujeres al hacerlo.

(Textos adaptados de www.elpais.es - http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/05/actualidad/1330979981_863178.html)

Al opinar sobre la Real Academia de la Lengua Española y el informe sobre el lenguaje sexista escrito por el académico Ignacio Bosque:

O filme "Argo" (EUA, 2012) ganhou o Oscar de melhor filme de 2013, e teve como pano de fundo a Revolução Iraniana, ocorrida em 1979. Esse evento histórico

O termo BRICS tem sido utilizado para designar os países Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Sobre esses países, é correto afirmar que:

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 76.

Ayurveda, ¿otro camino?

Jorge Luis Serra (médico argentino, se formó en pediatría en la Universidad de Buenos Aires. Actualmente es especialista en medicina ayurvédic(A).

Ayurveda es la medicina tradicional de la India, que demanda cinco años y medio de estudio en las universidades de ese país. En el idioma sánscrito, ayur significa vida, y veda, conocimiento. Literalmente, es la ciencia de la vida. Para entenderlo: no está concebido sólo como un sistema médico sino como un sistema de vida para promocionar la salud. Y aunque esto no lo sepan muchos en nuestro país, fue reconocida por la Organización Mundial de la Salud como un sistema médico tradicional. Para su diagnóstico y aplicación, pone mucho énfasis en cómo es la persona, cómo interactúa con la naturaleza y con los otros. A partir de ese conocimiento se puede hacer un plan de equilibrio con los flujos de la vida para que la persona se mantenga más sana durante más tiempo. Para un diagnóstico ayurvédico se tienen en cuenta no sólo las muestras de laboratorio y el diagnóstico por imágenes, sino también cómo habla la persona, cómo piensa, las características de su piel, si es friolenta o calurosa. Es bueno aclarar que esta medicina no propone curaciones mágicas y que los profesionales que la aplican con honestidad atravesaron un largo camino de formación. En la India hay 350 mil médicos ayurvédicos que han estudiado en la facultad. Allá tienen, además, un equivalente a nuestro Conicet, con 2 mil profesionales investigando en 20 centros regionales con convenios en universidades.
(Texto adaptado. VIVA, la revista de Clarín, 02 jan. 2006.)

En relación a Ayurveda, otra forma de expresar lo equivalente a "no está concebido como un sistema médico sino como un sistema de vida para promocionar la salud" es:

Para contestar a las preguntas 77, 78, 79 y 80 utilice los dos textos a continuación.

No veo qué ganamos las mujeres

Milagros del Corral es exdirectora de la Biblioteca Nacional

Ha tardado mucho pero, al fin, la Real Academia de la Lengua ha emitido su opinión a propósito del supuesto carácter sexista del español a través del informe rigurosamente fundamentado de Ignacio Bosque. No puedo sino estar de acuerdo con la crítica responsable de la RAE. Y ello a pesar de que soy mujer y una profesional que, desde muy joven, ha trabajado en entornos mayoritariamente masculinos. Soy también consciente de que la mujer todavía está lejos de alcanzar la equiparación social y profesional que le corresponde y, en consecuencia, soy una firme partidaria de la defensa de mis derechos, que son los derechos de media humanidad. Digo, pues, no a la discriminación.
Sin embargo, esta reciente costumbre de pervertir nuestra maravillosa lengua castellana me parece un puro sinsentido. Nunca me he sentido excluida de forma gramatical alguna, singular o plural, ni creo que los hombres se sientan discriminados al ser aludidos, en singular y en plural, como artistas, periodistas, trapecistas, etcétera. Sin duda aquí se ha producido un error, aunque haya sido con la mejor intención. Aquí se ha confundido sexo con género, biología con gramática.
El activismo feminista, de la mano de una serie de instituciones que quieren ser políticamente correctas, quieren hacernos creer con sus guías de uso de lenguaje no sexista que la visibilidad de las mujeres pasa por desnaturalizar nuestro idioma con fórmulas rebuscadas, cuando no claramente atentatorias contra la morfología gramatical o sintáctica, sin miedo alguno a recargar el discurso hasta límites estéticamente insoportables: niños y niñas, andaluces y andaluzas, jueces y juezas, miembros y miembras? Eso cuando no nos atropellan con amig@s, utilización supuestamente genial del símbolo de una medida de líquidos y, más recientemente, del dominio de las direcciones de correo electrónico.
Amén del innecesario estropicio lingüístico, no creo que recomendaciones de esta naturaleza sirvan de nada a nuestra mayor visibilidad. Ni mucho menos que lleguen muy lejos. De momento, solo las aplican de forma acrítica algunos políticos de posmodernidad mal entendida. Y, desde luego, no han logrado calar en el habla popular. Y no han calado porque el pueblo es sabio e inconscientemente siente que las expresiones recomendadas rayan en lo ridículo y no convienen a la economía de la comunicación, pecado grave en la era de Twitter y el microrrelato. Quiero creer que se trata de una moda pasajera.

Pero, ¿dónde estaba la RAE?

Inés Alberdi es catedrática de Sociología de la Universidad Complutense

¿Cómo puede sorprenderse el profesor Bosque de que para preparar una Guía de uso no sexista del lenguaje no se consulte con la Academia de la Lengua? Lo que sorprende es que no haya sido esta institución la que se haya ocupado de darnos sugerencias para hacer un uso del lenguaje que no oculte a las mujeres.
¿Por qué la RAE no ha dicho nada hasta ahora de cómo el lenguaje español hace invisibles a las mujeres? ¿Dónde están sus análisis y sus recomendaciones para dar un uso más de acuerdo con la igualdad de género? La Academia es, como dice el profesor Bosque, la institución que debe vigilar por el buen uso de la lengua, pero esto no le ha parecido un problema o no le ha interesado.
Bienvenida sea la Academia de la Lengua a este debate en el que tendría que haber estado hace años. No necesariamente para decirnos lo que hay que hacer sino para sumar su conocimiento y su experiencia al de tantas otras personas e instituciones que conocen aspectos que también habrá que tener en cuenta.
En sus argumentos contra las guías se refiere casi exclusivamente a una de las cuestiones que estas señalan, la necesidad de hacer manifiesta la presencia femenina en cualquier colectivo al que nos estemos refiriendo, niñas y niños, padres y madres, cuestión que la lengua española oscurece a través del uso del genérico masculino. Este es quizás el aspecto más difícil de revisar si queremos que el español no olvide a las mujeres, pero hay muchos otros. La propuesta que hacen algunas guías, de reiterar constantemente el masculino y el femenino de todo, no le gusta y lo ridiculiza. A mí tampoco, pero no me burlo porque el tema me parece muy serio. Creo que hay formas posibles de evitar esa reiteración. Por ejemplo, hablar del género humano en vez del hombre cuando se habla de la evolución. No se trata tanto de señalar con el dedo a los que abusen del genérico masculino, como tratar de enseñar a todos a hablar con mayor rigor y respeto a la igualdad de género. La lengua es hija de la historia y por ello no debe sorprendernos que la española sea tan sexista. Pues bien, les diría, como digo a mis estudiantes, que procuren reflexionar sobre cómo escriben y traten de no olvidar a las mujeres al hacerlo.

(Textos adaptados de www.elpais.es - http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/05/actualidad/1330979981_863178.html)

Para Milagros del Corral las guías de uso de lenguaje no sexista:

O texto a seguir é referência para as questões 77 a 80.
School Curriculum Falls Short on Bigger Lessons
By Tara PARKER-POPE
Now that children are back in the classroom, are they really learning the lessons that will help them succeed?
Many child development experts worry that the answer may be no. They say the ever-growing emphasis on academic performance and test scores means many children aren?t developing life skills like self-control, motivation, focus and resilience, which are far better predictors of long-term success than high grades. And it may be distorting their and their parents? values.
In one set of studies, children who solved math puzzles were praised for their intelligence or for their hard work. The first group actually did worse on subsequent tests, or took an easy way out, shunning difficult problems. The research suggests that praise for a good effort encourages harder work, while children who are consistently told they are smart do not know what to do when confronted with a difficult problem or reading assignment.
Academic achievement can certainly help children succeed, and for parents there can be a fine line between praising effort and praising performance. Words need to be chosen carefully: Instead of saying, "I?m so proud you got an ?A? on your test", a better choice is "I?m so proud of you for studying so hard". Both replies rightly celebrate the ?A?, but the second focuses on the effort that produced it, encouraging the child to keep trying in the future.
Praise outside of academics matters, too. Instead of asking your child how many points she scored on the basketball court, say, "Tell me about the game. Did you have fun? Did you play hard?". Parents also need to teach their children that they do not have to be good at everything, and there is something to be learned when a child struggles or gets a poor grade despite studying hard. One strategy is to teach children that the differences between easy and difficult subjects can provide useful information about their goals and interests. Subjects they enjoy and excel in may become the focus of their careers. Challenging but interesting classes or sports can become hobbies.

(Adapted from www.nyt.com)

What did the study mentioned in the text show?

A exposição da mãe à nicotina durante a gravidez pode levar ao retardo do crescimento do feto, maior incidência de abortos e morte na infância. Isso ocorre porque a nicotina causa constrição dos vasos sanguíneos uterinos, levando ao baixo suprimento de oxigênio e nutrientes para o feto. (Moore, K.; Persaud, T.V.N. Embriologia Básica. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.)

Nesses casos, o feto recebe menos oxigênio e nutrientes porque

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 77.

MIS A JOUR LE 26 DECEMBRE 2008

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Le chanteur français Charles Aznavour a enthousiasmé le public lors du lancement officiel lundi soir à Rio de Janeiro de l?année de la France au Brésil, plusieurs centaines de manifestations qui refléteront la créativité et la diversité françaises. Ce lancement a eu lieu à l?occasion de la visite au Brésil, lundi et mardi, de Nicolas Sarkozy.
Le président français, avec son épouse, la chanteuse Carla Bruni, et son homologue brésilien Luiz Inacio Lula da Silva, ont assisté au concert.
Plein de vitalité, Aznavour a interprété quatre chansons très applaudies. Il a dansé à plusieurs reprises et a terminé sur la Bohème, reprise en choeur par le public franco–brésilien.
Avant lui, c?est le chanteur–compositeur brésilien Gilberto Gil qui avait ouvert la soirée en chantant deux de ces compositions dont «Touche pas à mon pote», une chanson qu?il avait composée il y a plusieurs années dans le cadre de la campagne de lutte contre le racisme: «SOS Racisme», de Harlem Désir.
Ancien ministre de la Culture, Gil a aidé à mettre sur pied l?Année de la France au Brésil. Il a souligné que «Touche pas à mon pote» parlait de l?immigration, un thème sensible au Brésil alors que de nombreux Brésiliens sont parfois refoulés aux frontières de l?Europe, notamment en Espagne.
Le plateau a été complété par Arthur H côté français et Lenine côté brésilien qui ont composé et interprété la chanson de l?Année de la France au Brésil: «Paris, c?est comme un pari... les avions se croisent sur l?océan, Rio, Rio, Rio, le soleil se perd dans la baie».
«Nous voulons montrer une France moderne, diverse et ouverte et pas seulement un pays d?histoire», a déclaré la Commissaire générale de l?année, Anne Louyot.
«Cela ne doit pas être un événement éphémère mais doit ouvrir sur l?avenir» en vue d?un partenariat multiple entre les deux pays, a–t–elle souligné en écho au partenariat stratégique.
700 projets Du 21 avril au 15 novembre 2009, grands spectacles populaires, expositions, théâtre, concerts, danse, cirque, foires du livres, colloques scientifiques se succéderont: ce sont au total 700 projets les plus divers qui ont été labellisés «França.br2009», titre officiel de cette manifestation.
La véritable ouverture de l?année aura lieu le 21 avril, à Rio, avec un spectacle pyrotechnique imaginé par le Groupe F, dont les feux d?artifice ont déjà illuminé les cérémonies de Jeux Olympiques ou de grands événements.
C?est également un concert qui mettra un point final à l?Année, le 15 novembre à Sao Paulo. La capitale économique du Brésil accueillera aussi en septembre une exposition sur Matisse.
En juin, la Sao Paulo Fashion Week, principal événement de mode au Brésil, sera placée sous le signe de la «Passion française», et invitera de jeunes créateurs français.



Observation:
Harlem Désir – ancien militant français devenu député européen et membre dirigeant du Parti socialiste.

En ce qui concerne le fait traité dans le texte ci–dessus, considérez les affirmations suivantes: 1– Charles Aznavour a chanté avec Carla Bruni. 2– Harlem Désir a composé la chanson «SOS Racisme». 3– Arthur H est l?un des compositeurs de «Paris, c?est comme un pari...». 4– Gilberto Gil a chanté «Touche pas à mon pote».

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