Leia o trecho a seguir:

O efeito fotoelétrico foi descoberto em 1886 pelo físico alemão Heinrich Hertz (1857-1894). Na ocasião, Hertz percebeu que a incidência da luz ultravioleta em chapas metálicas auxiliava a produção de faíscas. A explicação teórica para o efeito fotoelétrico, entretanto, só foi apresentada pelo físico alemão Albert Einstein em 1905.

A dúvida que existia na época estava relacionada com a energia cinética dos elétrons que eram ejetados do metal: essa grandeza não dependia do(a) ................... da luz incidente. Einstein percebeu que o agente responsável pela ejeção de cada elétron era um único fóton, uma partícula de luz que transferia aos elétrons uma parte de sua energia, ejetando-o do material, desde que seu(sua) ..................... fosse grande o suficiente para tal.

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-e-efeito-fotoeletrico.htm Acesso: 11 dez. 2018. (Fragmento: Adaptado).

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas.

INSTRUÇÃO: A questão refere-se à obra “A barca dos amantes” de Antônio Barreto.
O livro de Antônio Barreto, “A barca dos amantes”, compreende quatro partes: 1) O homem que trazia o mar, 2) Livro das figurações, 3) Os deuses disfarçados e 4) Mar de mármore, nas quais
Com o sistema de coordenadas da Geometria Analítica, é possível obter a interpretação algébrica de problemas geométricos. Por exemplo, sabendo-se que as retas r e s são perpendiculares, conhecendo a equação da reta r dada por x + y – 1 = 0 e sabendo que o ponto P(–3, 2) pertence à reta s, é possível encontrar o ponto Q, simétrico de P em relação à reta r. Nesse caso, o ponto Q é dado por

TEXTO 2


Pesquisa estuda relação entre alimentos e câncer nas redes sociais


Artigo publicado no periódico inglês Future Science AO examina se as postagens em uma mídia social são modismo ou se há evidência científica quando o assunto é o câncer associado a alimentos funcionais.

Uma das autoras do artigo, Claudia Jurberg, bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), explica que foram analisados alimentos funcionais relacionados ao câncer no Pinterest (rede social de compartilhamento de fotos) e se havia evidência científica ou não no portal de periódicos do PubMed, que é um motor de busca de livre acesso à base de dados MEDLINE de citações e resumos de artigos de investigação em biomedicina. O Pinterest foi a mídia de escolha porque está em franca ascensão no mundo e no Brasil.

"Foram analisados 507 Pins, sendo 75 de alimentos associados ao câncer, compartilhados mais de 27 mil vezes, e encontramos mais de 80 mil artigos científicos sobre esses alimentos e câncer no PubMed. Em 90% dos alimentos mencionados como funcionais para o câncer, encontramos literatura científica. Os Pins são ideias que as pessoas encontram e salvam de toda a Web", esclarece a pesquisadora.

Claudia informa que existem cerca de 50 bilhões de pins sobre comida no Pinterest, e que o objetivo principal era investigar a relação entre postagens sobre comida e câncer no Pinterest e as evidências científicas. "Surpreendentemente, 90% dos alimentos citados nessa mídia social também aparecem na literatura científica". No entanto, apesar desse paralelo entre conteúdo publicado em mídia social e evidência científica, a pesquisadora diz que não foi possível identificar a exata relação dos alimentos com o câncer: se previnem, curam ou tratam. [...]

Coordenação de Comunicação Social do CNPq. Ter, 21 Ago. 2018. Disponível em: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/- /journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/6333171. Acesso: 11 dez. 2018. [Fragmento. Adaptado].

Em relação ao Texto 2, assinale a alternativa CORRETA:

“O acidente em Mariana ficou conhecido no Brasil como o maior desastre ambiental da história e deixou 19 pessoas mortas, além de destruir o distrito de Bento Rodrigues, contaminar a Bacia Hidrográfica do Rio Doce e comprometer o abastecimento de água e a produção de alimentos em diversas cidades da região.”

Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-08/juiz-suspende-acao-criminal-contra-mineradoras-por-acidente-em-mariana >. Acesso em: 21 nov. 2017.

Sobre o rompimento da Barragem Fundão em Mariana, é correto afirmar que

DESENREDO

Adélia Prado


Grande admiração me causam os navios

e a letra de certas pessoas que esforço por imitar.

Dos meus, só eu conheço o mar.

Conto e reconto, eles dizem “anh”.

E continuam cercando o galinheiro de tela.

Falo da espuma, do tamanho cansativo das águas,

eles nem lembram que tem o Quênia,

nem de leve adivinham que estou pensando em Tanzânia.

Afainosos me mostram o lote: aqui vai ser a cozinha,

logo ali a horta de couve.

Não sei o que fazer com o litoral.

Fazia tarde bonita quando me inseri na janela, entre meus tios,

e vi o homem com a braguilha aberta,

o pé de rosa-doida enjerizado de rosas.

Horas e horas conversamos inconscientemente em português

como se fora esta a única língua do mundo.

Antes e depois da fé eu pergunto cadê os meus que se foram,

porque sou humana, com capricho tampo o restinho de molho na panela.


Saberemos viver uma vida melhor que esta,

quando mesmo chorando é tão bom estarmos juntos?

Sofrer não é em língua nenhuma.

Sofri e sofro em Minas Gerais e na beira do oceano.

Estarreço de estar viva. Ó luar do sertão,

ó matas que não preciso ver pra me perder,

ó cidades grandes, Estados do Brasil que amo como se os tivesse inventado.

Ser brasileiro me determina de modo emocionante

e isto, que posso chamar de destino, sem pecar,

descansa meu bem querer.

Tudo junto é inteligível demais e eu não suporto.

Valha-me noite que me cobre de sono.

O pensamento da morte não se acostuma comigo.

Estremecerei de susto até dormir.

E no entanto é tudo tão pequeno.

Para o desejo do meu coração

o mar é uma gota.

Disponível em: <http://bernardesdemoura.blogspot.com.br/2004/12/adlia-prado.html> . Acesso em: 24 nov. 2017.


Ao ler o poema apresentado, que faz uma leitura do Brasil considerando vários elementos da paisagem, do território e da formação do País a partir da perspectiva de uma geografia histórica, é correto afirmar que

A Leishmaniose Tegumentar é uma infecção que causa uma lesão na pele a qual, com o tempo, progride e afeta a mucosa da boca, do nariz e da faringe. Sobre as medidas preventivas contra esse tipo de leishmaniose, assinale a alternativa correta.

A questão é referente à obra A dança dos cabelos, de Carlos Herculano Lopes.


Leia o seguinte excerto:


“Assentada neste banco onde a empregada me trouxe o jantar e após a sobremesa uma garrafa de café, estou com os olhos no azul da serra e no sol que nele se abriga, nessa estranha hora em que o silêncio é cortado apenas pelo berro de uma rês ou pelo cruzar de uma ave, e em que faço mais um cigarro, sem, no entanto, livrar-me dos latejos que em fincadas sucessivas voltam às minhas pernas e doem como as antigas lembranças de minha infância.”

LOPES, Carlos Herculano. A dança dos cabelos. Rio de Janeiro: Record, 2017.

Com base na leitura da obra As melhores histórias de Fernando Sabino, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.


I. Algumas tramas se passam em Nova Iorque e há referências a espaços artísticos, bares, restaurantes e artistas que são famosos no contexto estadunidense.

II. Por vezes, tem-se nas narrativas uma perspectiva, da parte do narrador, perpassada pelo preconceito racial. Isso se faz notar de maneira explícita na crônica Albertine Disparue, por meio da caracterização da personagem Albertina, a qual é funcionária do narrador.

III. O recurso da ironia não é uma constância na obra.

IV. Por causa da linguagem leve, divertida e acessível presente nas crônicas, as reflexões profundas ficam em segundo plano. Tal característica é comum no gênero crônica.

V. Muitas das crônicas presentes na obra apresentam processos intertextuais, seja por meio da evocação direta e indireta de textos literários, seja por meio da alusão ou citação do nome de outros autores da literatura, dentre eles Marcel Proust.

Fire Devastates Brazil's Oldest Science Museum

The overnight inferno likely claimed fossils, cultural artifacts, and more irreplaceable collections amassed over 200 years.

By Michael Greshko ______________________________________

PUBLISHED September 6, 2018


Major pieces of Brazil's scientific and cultural heritage went up in smoke on September 2, as a devastating fire ripped through much of Rio de Janeiro's Museu Nacional, or National Museum. Founded in 1818, the museum is Brazil's oldest scientific institution and one of the largest and most renowned museums in Latin America, amassing a collection of some 20 million scientifically and culturally invaluable artifacts.

The Museu Nacional's holdings include Luzia, an 11,500-year-old skull considered one of South America's oldest human fossils, as well as the bones of uniquely Brazilian creatures such as the long-necked dinosaur Maxakalisaurus. Because of the auction tastes of Brazil's 19th-century emperors, the Museu Nacional also ended up with Latin America's oldest collection of Egyptian mummies and artifacts.

Even the building holds historical importance: It housed the exiled Portuguese royal family from 1808 to 1821, after they fled to Rio de Janeiro in 1807 to escape Napoleon. The complex also served as the palace for Brazil's post-independence emperors until 1889, before the museum collections were transferred there in 1902. In an September 5 email, Museu Nacional curator Débora Pires wrote that the entomology and arachnology collections were completely destroyed, as was most of the mollusk collection. However, technicians had braved the fire to save 80 percent of the mollusk holotypes—the specimens that formally serve as the global references for a given species. The museum's vertebrate specimens, herbarium, and library were housed separately and survived the fire.

(…)

An Irreplaceable Loss

It's not yet clear how the fire started, but it did begin after the museum was closed to the public, and no injuries have yet been reported. Firefighters worked through the night to douse the burnt-out shell of the main building, but it seems the blaze has already seared a gaping hole in many scientists' careers.

“The importance of the collections that were lost couldn't be overstated,” says Luiz Rocha, a Brazilian ichthyologist now at the California Academy ofSciences who has visited the Museu Nacional several times to study its collections. “They were unique as it gets: Many of them were irreplaceable, there's no way to put a monetary value on it.”

“In terms of [my] life-long research agenda, I'm pretty much lost,” says Marcus Guidoti, a Brazilian entomologist finishing up his Ph.D. in a program co-run by Brazil's Federal University of Rio Grande do Sul.

Guidoti studies lace bugs, an insect family with more than 2,000 species worldwide. The Museu Nacional held one of the world's largest lace bug collections, but the fire likely destroyed it and the rest of the museum's five million arthropod specimens. “Those type specimens can't be replaced, and they are crucial to understand the species,” he says by text message. “If I was willing to keep working on this family in this region of the globe, this was definitely a big hit.”

Paleontologist Dimila Mothé, a postdoctoral researcher at the Federal University of the State of Rio de Janeiro, adds that the blows to science extend beyond the collections themselves. “It's not only the cultural history, the natural history, but all the theses and research developed there,” she says. “Most of the laboratories there were lost, too, and the research of several professors. I'm not sure you can say the impact of what was lost.”

Brazil’s indigenous knowledge also has suffered. The Museu Nacional housed world-renowned collections of indigenous objects, as well as many audio recordings of indigenous languages from all over Brazil. Some of these recordings, now lost, were of languages that are no longer spoken.

“I have no words to say how horrible this is,” says Brazilian anthropologist Mariana Françozo, an expert on South American indigenous objects at Leiden University. “The indigenous collections are a tremendous loss … we can no longer study them, we can no longer understand what our ancestors did. It’s heartbreaking.”

On Monday, The Brazilian publication G1 Rio reported that ashes of burned documents—some still flecked in notes or illustrations—have rained down from the sky more than a mile away from the Museu Nacional, thrown aloft by the inferno.

(…)

Editor's Note: This story was updated on September 6, 2018, with new details about which artifacts survived the fire.

Taken from: https://www.nationalgeographic.com/science/2018/09/news-museu-nacional-fire-rio-de-janeiro-natural-history/. Access: 11 dez. 2018.

Leia o fragmento a seguir:

“A revolta já tinha mais de quatro meses de vida e as vantagens do governo eram problemáticas. No Sul, a insurreição chegava às portas de São Paulo, e só a Lapa resistia tenazmente, uma das poucas páginas dignas e limpas de todo aquele enxurro de paixões. A pequena cidade tinha dentro de suas trincheiras o Coronel Gomes Carneiro, uma energia, uma vontade, verdadeiramente isso, porque era sereno, confiante e soube tornar verdade a gasta frase grandiloquente: resistir até a morte.

A ilha do Governador tinha sido ocupada e Magé tomado; os revoltosos, porém, tinham a vasta baía e a barra apertada, por onde saíam e entravam, sem temer o estorvo das fortalezas.

As violências, os crimes que tinham assinalado esses dois marcos de atividade guerreira do governo, chegavam ao ouvido de Quaresma e ele sofria.

Da ilha do Governador fez-se uma verdadeira mudança de móveis, roupas e outros haveres. O que não podia ser transplantado era destruído pelo fogo e pelo machado.

A ocupação deixou lá a mais execranda memória e até hoje os seus habitantes ainda se recordam dolorosamente de um capitão, patriótico ou da guarda nacional, Ortiz, pela sua ferocidade e insofrido gosto pelo saque e outras vexações”.

Fonte: BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. Rio de Janeiro. Bestbolso. 2013. p. 211.

O trecho expressa elementos que fazem parte das diferentes formas de produção e organização do espaço brasileiro ao longo de sua construção histórica e humana. A partir de uma perspectiva da geografia humana, é CORRETO afirmar que o trecho ressalta a Revolta da

As medidas dos lados de um triângulo retângulo T1 estão em Progressão Aritmética de razão r e as medidas dos lados de um triângulo T2 estão em Progressão Geométrica, também de razão r. Sabendo que a área de T1 mede 54 cm2 e que o perímetro de T2 mede 65 cm, a diferença entre a medida do maior lado de T2 e a medida do maior lado de T1 é de

Texto 1


O poeta contemporâneo ainda tem com o que se espantar?

(Audrey de Mattos)


Falar da poesia contemporânea, esta que está aí, sendo produzida neste exato instante, é pensar nas mudanças que, de Aristóteles aos vanguardistas do século XX, transformaram a forma conhecida por poesia em território do heterogêneo: grotesco e sublime, temas elevados e temas cotidianos, linguagem polida e palavreado chulo, tudo convive na poesia contemporânea, nem de longe pacificamente, pois que o estranhamento e o (des)entendimento que assomam à alma de quem lê dão conta de que a atual poesia não veio para repousar (nem deixar repousar) em margens plácidas.

[...]

Trata-se então de ouvir o inaudível e ver o invisível, conforme a fórmula clássica baudelairiana. A linguagem poética, até então mero instrumento de reprodução da realidade, “reclamará uma maior autonomia em relação à normatividade do mundo, reivindicando assim algo que parecia impossível: a capacidade de transfigurar o real e integrar-se ao mundo como elemento constitutivo deste” (Tereza Cabañas, in “A poética da inversão”).

[...]

Do poema enterrado ao poema digital, a poesia incorporará tantas e tão variadas formas de expressão que levarão Antonio Cicero a afirmar, em fins da primeira década do século XXI: “Não há mais vanguarda”. “Qualquer fetichismo residual em relação a qualquer forma convencional da poesia” foi eliminado e “a consequente relativização de todas as formas tradicionais de poesia” afeta todos os poetas pós-vanguarda.

[...]

Adaptado de<http://lounge.obviousmag.org/conversa_de_botequim/2014/09/poesia-no-seculo-xxi-rumos.html#ixzz4ybiYJXfM. Acesso em: 10 nov. 2017.

No Texto 1, o autor defende que

Joaquim, um jovem empreendedor, estuda duas possibilidades para investir R$10.000,00. A primeira opção é aplicar durante meio ano a uma taxa de juros simples de 0,5% a.m. e a segunda, aplicar o mesmo montante a uma taxa de juros compostos.

Assinale a alternativa que apresenta a taxa de juros compostos ao mês para que, com a mesma duração e com o mesmo montante inicial, Joaquim obtenha o mesmo rendimento da primeira possibilidade:

(Dados: 6√1,18 = 102797 * 10-5 ; 6√1,03 = 1004939 * 10-6 ;)

Considere a parábola de equação y = ax2 + bx + c , com a, b, c reais e a ≠ 0. Sabe-se que essa parábola intersecta o eixo das ordenadas no ponto P(0,5), que o ponto Q(–2, 8) pertence à parábola e que a abscissa do vértice é xv = 2. Nessas condições, a ordenada do vértice dessa parábola é dada por
Don’t Look Up: four climate experts on the polarising disaster film

Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it. Here four give their views
Rarely has a film been as divisive as Adam McKay’s climate satire Don’t Look Up. Although it has been watched by millions, and is already Netflix’s third most watched film ever, the response from critics was largely negative. Many found its story of scientists who discover an asteroid heading for Earth a clumsy allegory for the climate crisis, while others just found it boring. But many in the climate movement have praised the film, and audience reviews have been generally positive.
We asked four climate experts to give their views on the film. Warning: spoilers ahead.

Ketan Joshi: ‘The main character of the climate crisis is absent’
[…]
Fiona Harvey: ‘The role of the technoloon, played by Mark Rylance, struck a chord’
[…]
After 17 years of reporting on the climate crisis, I doubted at first that the film had much to tell me about the frustrations of communicating a hypothetical catastrophe. As the film’s scientists first struggled to clothe their data in sober, measured terms, then broke into swearing, armwaving shrieks about provable imminent apocalypse, I nodded along. Yes, that’s what it feels like, and no, no one listens, not until it is too late.
Yet it was illuminating in unexpected ways – something I’ve always struggled with is how rational people can fail to grasp the scale of climate breakdown, how we could leave it so late. As the film shows, it’s partly because vested interests keep it that way, but it’s also just because we’re human. Believing in disaster before it strikes is fundamentally not how we work.
The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord. Cop26 was not a failure, though on the surface that was the obvious conclusion – it was more nuanced than that. Soon after the Cop26 circus left Glasgow, the danger of painting the outcome in such blackand-white terms became apparent, as wellmeaning experts concluded – in all seriousness – as talking didn’t work, our best hope would be for billionaires to bypass the UN and geoengineer the climate from space. Because obviously the answer to a vast uncontrolled experiment on the atmosphere is to conduct a vast uncontrolled experiment on the atmosphere.
[…]
Nina Lakhani: ‘Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists’
[…]
How Kate Dibiasky, the postgraduate student played by Jennifer Lawrence who discovered the comet, is portrayed as an unhinged hysterical woman, will resonate with many female climate scientists and activists whose crucial knowledge has been sidelined. The scene where her parents declare that they’re in favour of the jobs the comet will provide will resonate with millions of people, including me, trying to deal with relatives who have bought into political lies.
[…]
Damian Carrington: ‘It highlights the absurdity of staring disaster in the face, then looking away’
I loved Don’t Look Up, both as an entertainment and as a climate crisis parable. But the movie has been panned by many critics, with the main charge being that it is heavy-handed, blunt and too obvious. But that is exactly the point.
Scientists have been issuing blunt warnings about obvious dangers of global heating for years and have been ignored – carbon emissions are still rising. The film perfectly skewers the key ways in which they have been ignored: for short-term political expediency and short-term corporate profit.
In particular, the movie beautifully portrays the incredulity of scientists that their carefully constructed evidence can be dismissed with bluster such as “we’ll sit tight and assess” by leaders more concerned about today’s political weather and a media more interested in the minutiae of celebrities’ lives.
[…]
The point of the film is savagely highlighting the absurdity of staring disaster in the face, then looking away rather than acting. In that respect, it is a triumph.

Source: https://www.theguardian.com/film/2022/jan/08/dont-look-upfour-climate-experts-on-the-polarising-disaster-film. Access: 08/01/2022.
Consider the following excerpts taken from the text and mark the option which presents a verb form in the passive voice.

A questão refere-se à obra As melhores histórias de Fernando Sabino.


O texto a seguir é um excerto da crônica O caso do charuto.


E o ascensorista inflexível. Que o homem guardasse o charuto no bolso, engolisse o charuto, fizesse o que melhor lhe parecesse. Sem o quê, ele não subiria. Distraído pelos próprios argumentos, o homem, em vez de se desfazer do charuto, tirou dele uma baforada. Foi o bastante para generalizar-se a confusão. A senhora do Bronx resolveu intervir, alegando raivosamente que ela não tinha nada com aquela história e queria subir. O panamenho, como se estivesse no mundo da lua, perguntava em vão e em mau inglês em que andar era o Consulado do Panamá. O gordinho gritava que aquilo era um desaforo etc. etc. E o elevador parado. O dono do charuto levou-o novamente à boca, para ter as mãos livres e poder se explicar, provocando indignação geral. Então o gordinho, fora de si, estendeu o braço para com uma tapa derrubar o charuto, resolvendo assim a questão. Acontece, porém, que seu gesto foi mal calculado e o que ele deu foi um bofetão na cara do homem. O charuto saltou no ar largando brasa para cima do panamenho, que até então não entendia coisa nenhuma.

SABINO, Fernando. As melhores histórias de Fernando Sabino. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010. p. 61.

Texto 3


“ALIEN INTERVIEW” (Entrevista com um alienígena)


No momento em que o ser alienígena tinha sido devolvido à base eu já tinha passado várias horas com ela. Como já referi, o Sr. Cavitt me disse para ficar com a extraterrestre, já que eu era a única pessoa entre nós que poderia compreendê-la e manter comunicação telepaticamente. Eu não pude compreender e entender a minha capacidade de me “comunicar” telepaticamente com o ser extraterrestre. Eu nunca antes havia tido experiência com comunicação telepática com alguém.

A comunicação não-verbal que eu experimentei era como a compreensão que se tem quando uma criança ou um cão está tentando fazer você entender alguma coisa, mas muito, muito mais direta e poderosa! Mesmo que não houvesse falado “palavras”, ou comunicação através de sinais, a intenção dos pensamentos eram inconfundíveis para mim. Percebi mais tarde que, apesar de eu receber o pensamento, eu necessariamente não interpretava o seu significado exatamente.

[...]

Disponível em:<http://www.bibliotecapleyades.net/vida_alien/alieninterview/alieninterview.htm) >. Acesso em 10 nov.

Assinale a alternativa correta a respeito do Texto 3 e de seus elementos linguísticos.

O formaldeído é um gás incolor, muito solúvel em água, com odor muito forte e irritante. Em geral, é usado como solução aquosa contendo 40% de formaldeído, sendo assim chamado de formol ou formalina. Na medicina, é utilizado como conservador de cadáveres e peças anatômicas, além do uso como desinfetante. De acordo com a estrutura e as propriedades do formaldeído, assinale a alternativa correta.

Leia o fragmento a seguir:

“[Esse grupo é formado por] países emergentes de grande expressão populacional e territorial, que, por apresentarem grande crescimento econômico e recursos produtivos, passaram a participar com maior intensidade da dinâmica global [especialmente, na primeira década do século XXI]. (...). Esse grupo já demonstrou que tem força econômica capaz de impor seus interesses no cenário global [pois] dispõem de consideráveis recursos econômicos, humanos e naturais e têm obtido maior protagonismo político diante de organismos internacionais, como o FMI e o Banco Mundial. [Visando ampliar a cooperação entre seus membros foi criado um banco de reservas emergenciais para socorro econômico entre os participantes, se necessário] ”.

Fonte: BALDRAIS, André. Ser protagonista – geografia. São Paulo. Edições SM. 2016. p. 115. Adaptado.

O trecho descreve o grupo, cuja sigla é:

Durante a Conferência de São Francisco, realizada em junho de 1945 nos Estados Unidos, representantes de 50 países redigiram a carta das Nações Unidas, que daria origem, no mesmo ano, à Organização das Nações Unidas (ONU).

Sobre a ONU e sua atuação, é INCORRETO afirmar que:

As briófitas mais conhecidas são os musgos, que formam extensos tapetes verdes sobre rochas, troncos de árvores e barrancos. Quando habitam rochas, fazem parte de um importante processo ecológico denominado sucessão ecológica. Em relação ao papel das briófitas nesse processo, assinale a alternativa correta.
Don’t Look Up: four climate experts on the polarising disaster film

Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it. Here four give their views
Rarely has a film been as divisive as Adam McKay’s climate satire Don’t Look Up. Although it has been watched by millions, and is already Netflix’s third most watched film ever, the response from critics was largely negative. Many found its story of scientists who discover an asteroid heading for Earth a clumsy allegory for the climate crisis, while others just found it boring. But many in the climate movement have praised the film, and audience reviews have been generally positive.
We asked four climate experts to give their views on the film. Warning: spoilers ahead.

Ketan Joshi: ‘The main character of the climate crisis is absent’
[…]
Fiona Harvey: ‘The role of the technoloon, played by Mark Rylance, struck a chord’
[…]
After 17 years of reporting on the climate crisis, I doubted at first that the film had much to tell me about the frustrations of communicating a hypothetical catastrophe. As the film’s scientists first struggled to clothe their data in sober, measured terms, then broke into swearing, armwaving shrieks about provable imminent apocalypse, I nodded along. Yes, that’s what it feels like, and no, no one listens, not until it is too late.
Yet it was illuminating in unexpected ways – something I’ve always struggled with is how rational people can fail to grasp the scale of climate breakdown, how we could leave it so late. As the film shows, it’s partly because vested interests keep it that way, but it’s also just because we’re human. Believing in disaster before it strikes is fundamentally not how we work.
The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord. Cop26 was not a failure, though on the surface that was the obvious conclusion – it was more nuanced than that. Soon after the Cop26 circus left Glasgow, the danger of painting the outcome in such blackand-white terms became apparent, as wellmeaning experts concluded – in all seriousness – as talking didn’t work, our best hope would be for billionaires to bypass the UN and geoengineer the climate from space. Because obviously the answer to a vast uncontrolled experiment on the atmosphere is to conduct a vast uncontrolled experiment on the atmosphere.
[…]
Nina Lakhani: ‘Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists’
[…]
How Kate Dibiasky, the postgraduate student played by Jennifer Lawrence who discovered the comet, is portrayed as an unhinged hysterical woman, will resonate with many female climate scientists and activists whose crucial knowledge has been sidelined. The scene where her parents declare that they’re in favour of the jobs the comet will provide will resonate with millions of people, including me, trying to deal with relatives who have bought into political lies.
[…]
Damian Carrington: ‘It highlights the absurdity of staring disaster in the face, then looking away’
I loved Don’t Look Up, both as an entertainment and as a climate crisis parable. But the movie has been panned by many critics, with the main charge being that it is heavy-handed, blunt and too obvious. But that is exactly the point.
Scientists have been issuing blunt warnings about obvious dangers of global heating for years and have been ignored – carbon emissions are still rising. The film perfectly skewers the key ways in which they have been ignored: for short-term political expediency and short-term corporate profit.
In particular, the movie beautifully portrays the incredulity of scientists that their carefully constructed evidence can be dismissed with bluster such as “we’ll sit tight and assess” by leaders more concerned about today’s political weather and a media more interested in the minutiae of celebrities’ lives.
[…]
The point of the film is savagely highlighting the absurdity of staring disaster in the face, then looking away rather than acting. In that respect, it is a triumph.

Source: https://www.theguardian.com/film/2022/jan/08/dont-look-upfour-climate-experts-on-the-polarising-disaster-film. Access: 08/01/2022.
The text talks about Netflix climate satire Don’t look up. Mark the correct option concerning how the movie was received by critics.
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