Uma paciente de 34 anos, G1 P0 A0, com 32 semanas de gestação, é submetida a ultrassonografia de terceiro trimestre. Nega sangramentos ou dor em baixo ventre. Durante o exame ultrassonográfico, é visualizada uma massa hipoecoica, arredondada, de bordos bem definidos, localizada próximo à inserção do cordão umbilical, associada a áreas anecoicas de permeio, que apresentam fluxo vascular ao Doppler colorido em seu interior.

Considerando-se o caso clínico e os achados de imagem, o diagnóstico mais provável é:

Um paciente, hoje com 73 anos, foi operado há onze anos por AAA infrarrenal com instalação de endoprótese bifurcada mais embolização de artéria ilíaca interna direita, que também se encontrava muito dilatada. Sem complicações importantes, houve uma certa demora para a cicatrização da ferida inguinal direita, por onde foi introduzido o corpo principal da endoprótese (embora não houvesse infecção) e claudicação glútea decorrente da oclusão da hipogástrica, mas que cedeu após vários meses de caminhada programada e fisioterapia.

O paciente foi acompanhado regularmente ao longo desse período, e até o momento estava assintomático. Seus exames agora mostram aneurismas das artérias ilíacas esquerdas (comum = 1,3 cm; externa = 1,5 cm; interna = 1,9 cm). Confirmam a adequação do tratamento antigo (sem migração, fratura, endoleaks etc.), porém há progressão da doença.

Nesse quadro, deve-se optar por:

Um paciente de 45 anos de idade, em pré-operatório de varizes de membros inferiores, apresentou, na telerradiografia de tórax (PA e perfil), imagem compatível com dilatação do arco aórtico, escoliose e pectus excavatum.

Nesse paciente é importante observar outros estigmas clínicos que possam sugerir a síndrome de:

Em relação aos achados ultrassonográficos das lesões hepáticas, é correto afirmar que:
Imagem “em colar de contas” visibilizada em topografia da artéria renal é sugestiva ______.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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