Um paciente de 87 anos é internado para tratamento de pneumonia com antibioticoterapia venosa. Durante a internação, apresenta episódios de agitação, necessitando de contenção mecânica para que não saia do leito. Ao ser avaliado pelo médico, afirma que está em casa. O quadro flutua durante o dia, alternando com períodos assintomáticos.

Considerando o quadro do paciente acima, o diagnóstico mais provável é:

Um idoso passou a apresentar dificuldades da marcha (passo magnético) e incontinência urinária. Recentemente também passou a apresentar déficit cognitivo caracterizado principalmente por prejuízo atencional e síndrome disexecutiva.

O diagnóstico provável é:

Um paciente de 54 anos foi atendido com queixa de lentidão e tremor nas mãos iniciado 7 meses antes. Ao exame, apresentava hipomimia facial, marcha em pequenos passos e quadro simétrico de rigidez em roda dentada, tremor e repouso e bradicinesia em membros superiores. Suspeitou-se de que o quadro poderia ter origem medicamentosa.
A medicação que mais provavelmente está associada a essa clínica é:
A Lei nº 10.216 de 2001 dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais.
Segundo essa lei, a internação compulsória:
Um paciente de 20 anos, estudante universitário, reside com os pais. Não tem histórico de problemas clínicos ou neurológicos significativos. É tabagista e faz uso eventual de bebidas alcoólicas. Nega uso de drogas ilícitas. Seus pais começaram a ficar preocupados com ele, especialmente nos últimos 6 meses, quando começou a ter comportamentos estranhos. Dizia que estava sendo seguido por agentes secretos e começou a passar cada vez mais tempo sozinho, fechado no seu quarto. Perguntado sobre o que lhe estava ocorrendo, disse que ouvia vozes comentando seus atos ou o insultando. Disse também que seus professores da universidade estavam conspirando para prejudicar sua carreira.
O diagnóstico mais provável e o tratamento mais adequado são, respectivamente:
Um homem de 60 anos sem história de doença psiquiátrica prévia ou de alterações cognitivas, encontra-se na emergência em coma por intoxicação alcoólica aguda.
A melhor conduta inicial é:

Um paciente de 37 anos é encontrado inconsciente no chão de sua casa, pela sua mãe, às 11h da manhã. A última vez que tiveram contato foi por ligação telefônica às 16h do dia anterior. Ao seu lado, sua mãe encontrou cartelas vazias de clonazepam 2 mg. Ela estimou que o filho tenha ingerido entre 15 a 25 comprimidos. O paciente foi levado à unidade de saúde, onde acordou após a aplicação de flumazenil. Ao acordar, confirmou tentativa de autoextermínio e notou que o seu pé esquerdo estava caído e formigando. O exame físico confirmou dificuldade em realizar a dorsiflexão do pé e parestesia em dorso do pé, com o restante do exame sem outra alteração.

A provável causa dessa alteração é:

Uma paciente de 47 anos relata preocupação constante com a sua saúde, tendo receio de que algo ruim aconteça. Quando está pior, relata dor precordial, que atribui ao coração “disparado”, e tem sensações de “morte iminente”, tonteira e parestesias. Geralmente esses sintomas duram apenas alguns minutos, mas são bastante desconfortáveis. A paciente já compareceu várias vezes à unidade de pronto atendimento durante as crises mais graves. Em geral é liberada para casa com a justificativa de que não apresentava nenhuma doença. Nega outras patologias ou o uso de drogas.
O diagnóstico mais provável é:
Leonardo, 67 anos, comparece com a sua esposa a consulta médica. A esposa reclama que o paciente fica muito agitado no meio da madrugada, falando e chegando a chutá-la, inclusive já tendo a machucado. Afirma que isso ocorre enquanto ele está dormindo e que esse comportamento é recorrente.
O provável diagnóstico é:
Considerando as drogas estabilizadoras do humor, é correto afirmar que: