Para Santos (2017), um dos mecanismos criados para dar um norte à prática do Tradutor e Intérprete
de Libras é o Código de Ética, que é um documento com o objetivo de pautar os princípios e as normas
de condutas para esse profissional realizar seu ofício. De acordo com o Código de Ética, em seu Capítulo
1, dos princípios fundamentais, Artigo 1º, parágrafo 4º, um dos deveres fundamentais do intérprete é
Lacerda (2014), em sua obra “Intérprete de Libras: em atuação na educação infantil e no ensino
fundamental”, apresenta estudos, práticas de sala de aula e projetos envolvendo o aluno surdo. Na obra,
há relevantes considerações sobre “traduzir versus interpretar” (LACERDA, 2014, p. 14). Sobre o tema,
considere as afirmativas a seguir.
I- Traduzir liga-se à tarefa de versar de uma língua para outra trabalhando com textos escritos. II- Ao traduzir para a língua alvo, pode-se consultar dicionários, livros, pessoas na busca de trazer os sentidos pretendidos do modo mais adequado. III- Interpretar está ligado à tarefa de versar de uma língua para outra nas relações interpessoais, trabalhando na simultaneidade, no curto espaço de tempo entre o ato de enunciar e o ato de dar acesso ao outro àquilo que foi enunciado. IV- O intérprete trabalha nas relações sociais em ato, nas relações face a face, e deve tomar decisões rápidas sobre como versar um termo ou um sentido de uma língua para outra, sem ter tempo para consultas ou reflexões.
Está correto somente o que se afirma em
I- Traduzir liga-se à tarefa de versar de uma língua para outra trabalhando com textos escritos. II- Ao traduzir para a língua alvo, pode-se consultar dicionários, livros, pessoas na busca de trazer os sentidos pretendidos do modo mais adequado. III- Interpretar está ligado à tarefa de versar de uma língua para outra nas relações interpessoais, trabalhando na simultaneidade, no curto espaço de tempo entre o ato de enunciar e o ato de dar acesso ao outro àquilo que foi enunciado. IV- O intérprete trabalha nas relações sociais em ato, nas relações face a face, e deve tomar decisões rápidas sobre como versar um termo ou um sentido de uma língua para outra, sem ter tempo para consultas ou reflexões.
Está correto somente o que se afirma em
Habilidade processual (habilidade de compreender a mensagem e construir a mensagem na língua
alvo), organização processual (monitoramento do tempo, estoque da mensagem em partes, busca de
esclarecimento), competência linguística e cultural, conhecimento (experiência e formação profissional),
preparação, ambiente (físico e psicológico), filtros (hábitos do intérprete, crenças, personalidade e
influências) (GESSER, s/d, p. 28) são aspectos do modelo
Anjos (2006), em sua pesquisa intitulada “O espelho em cacos: análise dos discursos imbricados na
questão da inclusão”, traz reflexões relevantes acerca da escolarização de alunos surdos no município
de Marabá – PA. Em um dos trechos, a autora destaca: [...] “há dois intérpretes para um universo de 58
alunos surdos” (ANJOS, 2006, p. 203). Nesse sentido, o trecho evidencia que
O profissional intérprete é aquele que interpreta a mensagem de forma "precisa e apropriada" de uma
língua para permitir que a comunicação aconteça entre pessoas que não usam a mesma língua, isto é, o
profissional intérprete intermedeia a interação e a comunicação (QUADROS, 2004, p. 70). O trecho dá
foco
O capítulo 2 do Código de Ética do Intérprete de Libras, que trata da relação com o contratante do
serviço, prevê que
A capacidade de compreender a intenção do locutor de acordo com o contexto no qual a comunicação
ocorre é uma definição
De acordo com Quadros (2004, p. 76-77), na obra “O tradutor e intérprete de Língua Brasileira de
Sinais e Língua Portuguesa”, o aspecto fundamental do processo de tradução e interpretação no modelo
sociolinguístico baseia-se nas interações entre os participantes. As categorias que atendem a esse
modelo são