As assertivas descrevem processos de incorporação da negação nas frases em Língua Brasileira de Sinais – Libras, EXCETO:
A cultura e a identidade surdas fundamentam-se na crença de que é primordial para o desenvolvimento da pessoa surda que ela se reconheça como parte da comunidade surda, identificando seus limites e formas de expressão porque
A Língua Brasileira de Sinais – Libras é uma modalidade de língua articulada através das mãos, das expressões faciais e do corpo, apresentando algumas peculiaridades. Em relação a Libras, é pertinente afirmar que:
Durante o decorrer dos séculos, tem-se proposto uma variedade de abordagens e métodos para a educação dos aprendizes surdos, os quais, em sua maioria, fundamentam-se na substituição da audição por um outro canal. As três abordagens principais são: oralismo; comunicação total; e, bilinguismo. Para alcançar seus objetivos, a abordagem oralista utiliza como metodologia:
Durante muito tempo, erroneamente, afirmou-se que as línguas de sinais não eram línguas porque os sinais apenas estabeleciam relação de semelhança com o dado da realidade que representavam. A grande maioria dos sinais da Libras não mantém relação de semelhança alguma com seu referente devido à sua característica de:
EliS (Escrita da Língua de Sinais) é um sistema de escrita, criado em 1977, por Mariângela Estelita, que tem base alfabética e linear como o português; organiza-se a partir dos parâmetros dos sinais propostos por Stokoe, ou seja, seus símbolos representam fonemas da língua de sinais. Sendo assim, a EliS representa quatro parâmetros das línguas de sinais: a Configuração de Dedo (CD) – que substituiu a Configuração de Mão, a partir dos estudos de 2006; a Orientação da Palma (OP); o Ponto de Articulação (PA); e, o Movimento (MOV).

(Quadros e Perlin, 2007. Adaptado.)

A partir dos parâmetros citados, constituiu-se um conjunto de símbolos que irá corresponder ao “alfabeto”, sendo cada um dos símbolos deste alfabeto chamado de: