Questões de Concursos

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______________________ é a teoria escatológica desenvolvida por ______________________ segundo a qual, na consumação dos tempos, haverá a reconciliação universal, a restauração da unidade original do mundo e a salvação de todos, inclusive dos demônios decaídos.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Segundo a Unitatis Redintegratio, pode-se definir como um dos propósitos do Ecumenismo
Na perspectiva da teologia católica, como se deve interpretar a dupla narrativa da criação no Gênesis (Gn 1 e Gn 2) à luz da Antropologia Teológica?
Segundo a Tradição da Igreja e a reflexão teológica, o fato de ser criado “à imagem e semelhança de Deus” (Gn 1,26) significa que o ser humano
Sobre a eficácia e a validade de um sacramento, assinale a alternativa correta, segundo a doutrina católica.
Segundo _______________________, importante pensador da Escatologia, o cristão acredita que é possível contribuir para a evolução do mundo pelo exercício da técnica e, a partir disso, dominá-lo e aperfeiçoá-lo, mas sempre baseado na fé revelada e voltado para a esperança de um mundo futuro. Dessa maneira, consegue superar a dicotomia entre o interesse pelo mundo ou pela fé.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.
Leia o texto para responder às questão.

O descobridor das coisas

A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.

(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Na perspectiva de tempo presente, a passagem – Se não estivesse na rua eu começava a cantar. –, assume a seguinte forma:
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