A reflexão sobre as causas do movimento e da mudança era central para os gregos.
Nesse sentido, Aristóteles desenvolveu a teoria das quatro causas. São elas, EXCETO:
O existencialismo é uma das correntes filosóficas mais influentes do século XX. São
pensadores associados, por sua produção ou vínculos intelectuais, ao existencialismo, EXCETO:
“Em cada caso, as correntes hegemônicas dos novos movimentos emancipatórios –
como o feminismo, o antirracismo, o multiculturalismo e os direitos LGBTQ – se tornaram aliados (em
alguns casos, de forma consciente e deliberada e, em outros, não) de forças neoliberais que buscavam
financeirizar a economia capitalista, em particular os setores mais dinâmicos, orientados ao futuro e
globalizados do capital, como Hollywood, TI e finanças. Como sempre, o capital conseguiu a melhor
parte do negócio”.
O trecho acima sintetiza a ideia de “neoliberalismo progressista”, pois aponta como as pautas políticas
de minorias históricas teriam sido apropriadas por grupos econômicos. O conceito de neoliberalismo
progressista foi elaborado pela filósofa:
Na tradição filosófica hermenêutica, a circularidade é objeto de reflexão importante.
Nesse sentido, o círculo hermenêutico deve ser compreendido como:
“A despeito de uma transformação histórica no âmbito de sua competência explicativa – em parte devida à sua enorme fertilidade em gerar novos saberes –, o pensamento filosófico resiste
precisamente porque não abandona seu motivo originário”.
O trecho acima, retirado do documento Parâmetros Curriculares Nacionais (1997), voltados às ciências
humanas, destaca a presença contínua da busca inicial do saber filosófico que inspirou os gregos. De
acordo com o referido documento, é correto afirmar que a Filosofia nasceu com a declarada intenção
de