O tabagismo é considerado uma doença epidêmica decorrente da dependência à nicotina e se inclui na 10ª CID10 no grupo de transtornos mentais e de comportamento devido ao uso de substâncias psicoativas. Além de ser uma doença, é fator causal de, aproximadamente, cinquenta outras doenças incapacitantes e fatais.

(Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/.pdf. Acesso em: 23/12/2023.)

“O tratamento para cessação do tabagismo no SUS consiste no aconselhamento terapêutico estruturado/abordagem intensiva, acompanhado pelo tratamento medicamentoso, salvo em situações especiais; envolve as etapas de avaliação, intervenção e manutenção da abstinência. O tempo total de tratamento é ____ meses.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

“Os distúrbios hipertensivos da gestação constituem algumas das principais causas de mortalidade materna e perinatal em todo o mundo. A hipertensão gestacional é definida quando as medidas da pressão arterial se apresentam com valores de pressão arterial sistólica ≥ 140 mmHg e/ou pressão arterial diastólica ≥ 90 mmHg, ou ambas medidas em ______ ocasiões com pelo menos ___________ de intervalo.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

“A Profilaxia Pós-Exposição (PEP) ao HIV, Hepatites Virais, Sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis consiste no uso de medicamentos para reduzir o risco de adquirir essas infecções. Sabendo-se que o primeiro atendimento após a exposição ao HIV é uma urgência, a PEP deve ser iniciada o mais precocemente possível, tendo como limite ______________ horas subsequentes à exposição.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Texto para responder às questões de 06 a 10. Leia-o atentamente.

Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que elas viciam tanto

Conferir notificações, curtidas e o feed de redes sociais já são hábitos comuns para quem tem um smartphone na mão. O simples som de uma notificação pode trazer uma sensação boa, mas, ao mesmo tempo, afetar o controle dos nossos impulsos. E, assim como o cigarro ou outros vícios, o uso constante do celular também pode se tornar uma dependência.

Tudo isso é um processo químico, que ocorre dentro do nosso cérebro através da dopamina. Estimulado por comentários e curtidas, o neurotransmissor é liberado, provocando prazer e satisfação.

Só que a dopamina vicia. Checar o celular o tempo todo, clicar em notificações, ficar rolando infinitamente as timelines sem buscar algo determinado, pode gerar um looping altamente perigoso para a saúde.

Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, capaz de nos dar pequenas doses de alívio frente à vida real. “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia”, diz a médica psiquiatra.

Você pode não perceber, mas, ao receber uma mensagem do “crush” ou um elogio inesperado em uma foto postada, um neurotransmissor começa a correr dentro do cérebro: é a dopamina.

A dopamina, então, se desloca até a parte central do cérebro e, ao ser liberada ali, causa imediatamente sensações como prazer e satisfação na pessoa.

Mas ela também vai até a parte da frente do cérebro. Liberada, inibe as funções dessa região, chamada de córtex pré-frontal e responsável pelo controle dos impulsos, moderação do comportamento e tomada de decisões.

Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.

O processo é o mesmo em outros tipos de vícios, como em jogos ou drogas.

“O vício em smartphones é causado por causa desse tipo de recompensa rápida”, afirma a psiquiatra. “Como temos estímulos rápidos no celular, o cérebro não treina mais para se concentrar por um tempo maior. E isso diminui a capacidade de concentração”, diz Julia.

(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/. Acesso em: 08/12/2023.)

Sobre as vírgulas em: “Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, [...]” (4º§), podemos afirmar que se elas separam

A taxa de mortalidade proporcional por idade refere-se à distribuição percentual dos óbitos por faixa etária, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Considerando o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Elevadas proporções de óbitos de menores de um ano de idade estão associadas a más condições de vida e saúde.

( ) O deslocamento da concentração de óbitos para grupos etários mais elevados reflete a redução da mortalidade em idades jovens – sobretudo na infância – e o consequente aumento da expectativa de vida da população.

( ) A subenumeração de óbitos pode estar desigualmente distribuída entre as diversas faixas etárias, resultando em distorções na proporcionalidade dos óbitos informados. Nas faixas etárias extremas (crianças e idosos), a subenumeração é geralmente reduzida.

A sequência está correta em

Em relação a diabetes mellitus, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Diabetes mellitus tipo 1.

2. Diabetes mellitus tipo 2.

( ) Representa o tipo mais comum.

( ) Caracteriza-se por início insidioso.

( ) Sua apresentação clínica geralmente é abrupta ao diagnóstico.

( ) Nos casos de suspeita clínica em adultos, recomenda-se a solicitação de autoanticorpos.

A sequência está correta em

Texto para responder às questões de 06 a 10. Leia-o atentamente.

Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que elas viciam tanto

Conferir notificações, curtidas e o feed de redes sociais já são hábitos comuns para quem tem um smartphone na mão. O simples som de uma notificação pode trazer uma sensação boa, mas, ao mesmo tempo, afetar o controle dos nossos impulsos. E, assim como o cigarro ou outros vícios, o uso constante do celular também pode se tornar uma dependência.

Tudo isso é um processo químico, que ocorre dentro do nosso cérebro através da dopamina. Estimulado por comentários e curtidas, o neurotransmissor é liberado, provocando prazer e satisfação.

Só que a dopamina vicia. Checar o celular o tempo todo, clicar em notificações, ficar rolando infinitamente as timelines sem buscar algo determinado, pode gerar um looping altamente perigoso para a saúde.

Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, capaz de nos dar pequenas doses de alívio frente à vida real. “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia”, diz a médica psiquiatra.

Você pode não perceber, mas, ao receber uma mensagem do “crush” ou um elogio inesperado em uma foto postada, um neurotransmissor começa a correr dentro do cérebro: é a dopamina.

A dopamina, então, se desloca até a parte central do cérebro e, ao ser liberada ali, causa imediatamente sensações como prazer e satisfação na pessoa.

Mas ela também vai até a parte da frente do cérebro. Liberada, inibe as funções dessa região, chamada de córtex pré-frontal e responsável pelo controle dos impulsos, moderação do comportamento e tomada de decisões.

Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.

O processo é o mesmo em outros tipos de vícios, como em jogos ou drogas.

“O vício em smartphones é causado por causa desse tipo de recompensa rápida”, afirma a psiquiatra. “Como temos estímulos rápidos no celular, o cérebro não treina mais para se concentrar por um tempo maior. E isso diminui a capacidade de concentração”, diz Julia.

(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/. Acesso em: 08/12/2023.)

A função sintática da palavra “que” em “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia [...]” (4º§) é:

De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, em relação ao profissional de enfermagem, assinale a afirmativa INCORRETA.

Considere a seguinte situação hipotética: paciente adulto possui certa doença que exige a prescrição de medicamentos e se recusa a tomar os remédios. Considerando a bioética e os seus princípios, a atitude correta do profissional de enfermagem é:

A disponibilidade de informação, apoiada em dados válidos e confiáveis, é condição essencial para a análise objetiva da situação sanitária, assim como para a tomada de decisões baseadas em evidências e para a programação de ações de saúde. Acerca da informação em saúde, assinale a afirmativa INCORRETA.

Texto para responder às questões de 06 a 10. Leia-o atentamente.

Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que elas viciam tanto

Conferir notificações, curtidas e o feed de redes sociais já são hábitos comuns para quem tem um smartphone na mão. O simples som de uma notificação pode trazer uma sensação boa, mas, ao mesmo tempo, afetar o controle dos nossos impulsos. E, assim como o cigarro ou outros vícios, o uso constante do celular também pode se tornar uma dependência.

Tudo isso é um processo químico, que ocorre dentro do nosso cérebro através da dopamina. Estimulado por comentários e curtidas, o neurotransmissor é liberado, provocando prazer e satisfação.

Só que a dopamina vicia. Checar o celular o tempo todo, clicar em notificações, ficar rolando infinitamente as timelines sem buscar algo determinado, pode gerar um looping altamente perigoso para a saúde.

Julia Khoury, que fez mestrado e doutorado em dependência digital, afirma que o mundo digital é uma fonte inesgotável de estímulos rápidos, capaz de nos dar pequenas doses de alívio frente à vida real. “As pessoas vão em busca desses estímulos rápidos que geram prazer para se livrar de sentimentos ruins ou para ter pequenos prazeres ao longo do dia”, diz a médica psiquiatra.

Você pode não perceber, mas, ao receber uma mensagem do “crush” ou um elogio inesperado em uma foto postada, um neurotransmissor começa a correr dentro do cérebro: é a dopamina.

A dopamina, então, se desloca até a parte central do cérebro e, ao ser liberada ali, causa imediatamente sensações como prazer e satisfação na pessoa.

Mas ela também vai até a parte da frente do cérebro. Liberada, inibe as funções dessa região, chamada de córtex pré-frontal e responsável pelo controle dos impulsos, moderação do comportamento e tomada de decisões.

Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.

O processo é o mesmo em outros tipos de vícios, como em jogos ou drogas.

“O vício em smartphones é causado por causa desse tipo de recompensa rápida”, afirma a psiquiatra. “Como temos estímulos rápidos no celular, o cérebro não treina mais para se concentrar por um tempo maior. E isso diminui a capacidade de concentração”, diz Julia.

(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/. Acesso em: 08/12/2023.)

Com isso, pode causar impulsividade e afetar o controle do uso – nesse caso, uso do celular.” (8º§) O vocábulo sublinhado pode ser substituído, adequadamente, por:

Na saúde mental, o exame mental constitui-se de uma análise que se processa mediante informações coletadas na entrevista/ história, associada à expressão verbal e à observação do comportamento, tendo como referência a realidade sociocultural e familiar da pessoa avaliada. No final do exame, descrevem-se os achados identificados nas funções psíquicas.

(Marcolan, 2013.)

Dentre os aspectos que podem ser observados no exame mental está o delírio persecutório, que é caracterizado por:

O Papanicolau é um exame realizado para detectar alterações nas células do colo do útero; de acordo com o Ministério da Saúde, ele também pode ser chamado de esfregaço cervicovaginal e colpocitologia oncótica-cervical. Em relação a tal exame e ao câncer do colo do útero, assinale a afirmativa INCORRETA.