Depressão, ou transtorno depressivo, é uma doença que frequentemente está associada à incapacitação funcional e ao comprometimento da saúde física. Estimativas apontam que, em 2020, essa doença será, no mundo, a segunda maior causa de incapacidade. Em relação a transtornos depressivos, julgue os itens de 32 a 35.
Se um indivíduo tiver histórico de um único episódio depressivo e ocorrer episódio maníaco, então, o diagnóstico deve ser alterado para transtorno afetivo bipolar.
Em relação à farmacologia dos antipsicóticos considere: I. A clorpromazina é de segunda geração, com efeitos colaterais de sedação, hipotensão e colinérgicos. II. A tioridazina é de primeira geração, com efeitos colaterais de aumento do intervalo QTc. III. A risperidona é de terceira geração, com efeitos colaterais de alteração da crase sanguínea e síndrome metabólica. IV. A olanzapina é de segunda geração, com efeitos colaterais de síndrome metabólica. Está correto o que consta APENAS em
Desenvolve-se de forma insidiosa, porém progressiva, com alterações comportamentais, inabilidade de corresponder às demandas da sociedade e declínio da performance global. Os delírios e alucinações podem não ser muito evidentes. Os sintomas negativos desenvolvem-se sem serem precedidos por nenhum sintoma positivo evidente e à medida que o empobrecimento social se estabelece, o paciente pode tornar-se apático, inativo e sem iniciativas.
O quadro descrito acima corresponde ao subtipo da esquizofrenia
Com relação à avaliação psiquiátrica de crianças e adolescentes, julgue o seguinte item.
O quadro mórbido infantil se manifesta de diferentes formas, variando de acordo com o momento evolutivo e o ambiente familiar em que a criança está inserida.
Conforme o que dispõem as resoluções n.º 267, de 15/2/2008, e n.º 283, de 1.º/7/2008, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), julgue os itens seguintes.
Os médicos que pretendam exercer a função de médico perito examinador devem estar regularmente inscritos no Conselho Regional de Medicina, além de serem portadores de título de especialista em medicina de tráfego (conforme normas da Associação Médica Brasileira e do Conselho Federal de Medicina) ou terem concluído curso de capacitação de acordo com o programa aprovado pela Comissão Nacional de Residência Médica.
I. Comprometimento na interação social e nos padrões de comportamento + Interesses restritos com maneirismos e estereotipias + Sem atraso de desenvolvimento e linguagem + Inteligência normal.
II. Desenvolvimento global comprometido + Prejuízo de interação social e de comunicação + Início antes dos 03 anos + Padrões repetitivos de comportamento e interesses.
III. Desenvolvimento normal por, pelo menos 06 meses, seguido por deterioração evolutiva + Perda progressiva de habilidades previamente adquiridas + Perda de habilidades motoras e de coordenação + Ocorre exclusivamente em meninas.
O diagnóstico correto de cada quadro apresentado é:
Nos traumatismos de cotovelo em crianças pode haver dificuldade em distinguir-se nas radiografias o que é fratura e o que são centros de ossificação secundários. O aparecimento radiográfico desses centros inicia em torno dos 2 (dois) anos de idade e vão aparecendo sequencialmente. A sequência em ordem de aparecimento é:
Para atuação em Saúde Mental, a Terapia Ocupacional (TO) incorporou os pressupostos da Reabilitação Psicossocial como um referencial muito utilizado. O paradigma da Reabilitação Psicossocial volta seus interesses e focos de ação para a perda de vínculos e para a fragilização das redes de suporte social das pessoas em sofrimento psíquico intenso, atenta para a precarização do habitar e para a exclusão laboral vivenciadas por elas. Tem-se por meta a abertura de espaços de negociação social, com oportunidades de trocas de recursos e de afetos, buscando-se a reinserção social; o que se tem em vista é: SHIMOGUIRI, Ana Flávia Dias Tanaka; COSTA-ROSA, Abílio da. Do tratamento moral à atenção psicossocial: a terapia ocupacional a partir da reforma psiquiátrica brasileira. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 21, p. 845-856, 2017. I. O processo de facilitar ao indivíduo com limitações, a restauração, no melhor nível possível de autonomia do exercício de suas funções na comunidade. O processo enfatizaria as partes mais sadias e a totalidade de potenciais do indivíduo, mediante uma abordagem compreensiva e um suporte vocacional, residencial, social, recreacional, educacional, ajustados a demandas singulares de cada indivíduo e cada situação de modo personalizado. II. No panorama da Atenção Psicossocial, que veio substituir as estruturas arquitetônicas e teórico-técnicas do Paradigma Psiquiátrico Hospitalocêntrico Medicalizador, a TO opera levando em consideração as reais possibilidades individuais e coletivas, objetivando a promoção da autonomia e da independência para incorporação e participação ativa na sociedade. III. A institucionalização da terapia ocupacional, dada em seu início, resumidamente, pelos aspectos da ocupação como forma de tratamento dos doentes mentais nos manicômios e da reabilitação dos incapacitados físicos nos hospitais do Exército, modifica-se na medida em que passa a ter a função social de contribuir para legitimar as diretrizes constitucionais dos direitos sociais. IV. Evoluindo de seu histórico enraizado em ações tidas como assistencialistas e caritativas para o novo contexto dos direitos sociais que focalizamos aqui na discussão das políticas de saúde, a profissão ganha novos espaços de ação, contribuindo para implementar efetivamente as políticas sociais e, portanto, o SUS, o que, consequentemente, amplia o desenvolvimento da categoria. V. Há também, no âmbito da TO em Saúde Mental, trabalhos que dialogam com a Filosofia da Diferença, propondo práticas grupais que articulam experimentações com o corpo e com a arte; porém percebe-se que as mesmas não foram compreendidas na Atenção Psicossocial restringindo tal ação ao Arte-Educador. Istos posto, sido entendidas como formas de resistência aos processos de subjetivação.
Sobre os transtornos de identidade sexual, marque Vpara as afirmativas verdadeiras e Fpara as falsas.
( ) Não há tratamento medicamentoso específico. ( ) Englobam o transexualismo, desejo que leva o indivíduo a viver e ser aceito como sendo do sexo oposto. ( ) Não há técnica psicoterápica desenvolvida especialmente para estes pacientes. ( ) Em psicoterapia, independentemente da orientação, a atitude básica deve ser de auxiliar o paciente a se reconciliar com papel compatível ao gênero dele.