“Era uma vez um rei muito rico que só tinha uma filha. A moça era linda e muito alegre e, como o rei era viúvo, a filha era toda a sua vida. Num belo dia, não se sabe por quê, a linda princesa perdeu a alegria, passando a ser uma moça solitária e tristonha. (A Princesa Triste – Anônimo)
Uma narrativa traz sempre um fato narrativo inicial a partir do qual todos os outros fatos se sucedem; o fato narrativo inicial desse segmento narrativo é:
As vantagens de minha invenção sobre todos os outros instrumentos que têm o mesmo propósito, são o corte rápido e preciso, assim como a facilidade com que pode ser feito -, uma criança pode usá-lo sem dificuldade e sem correr riscos; o cortador curvo pode ser removido caso precise ser substituído, o que torna possível reaproveitar as outras partes do instrumento, e evita gastos. O furador também faz um orifício na lata sem que o líquido espirre, como ocorre nos instrumentos em que o orifício é feito com um golpe. (Henry Petroski, A evolução das coisas úteis).
O texto acima:
“Os turistas visitaram o Corcovado, conheceram a floresta da Tijuca, telefonaram para seus parentes na Suíca, passearam de bondinho no Pão de Acúcar e tomaram caipirinha na beira da praia de Copacabana”.
A marca desse segmento textual que faz com que ele não possa ser considerado como narrativo é:
“O policial guardou as anotações e a arma na gaveta da sala. Parou os olhos no cartão de ponto... [Falaria ou não com o delegado sobre o caso daquele furto?] Enfiou a caneta no bolso da camisa e dirigiu-se ao estacionamento”.
Esse segmento narrativo mostra uma interrupção marcada por colchetes; esse tipo de interrupção é caracterizado por um(a):
“Havia uma vez um homem muito avarento, que jamais dava qualquer coisa para os outros. Certo dia, bateu à sua porta cansado viandante, que lhe implorou um prato de comida, o qual lhe foi negado, como era de se esperar. (A Sopa de Pedra – Anônimo)”
Sobre o processo de narração desse segmento, a afirmação correta é:
“De Roma, o correspondente da Folha de São Paulo informa que o Papa vai condenar publicamente os atentados terroristas da Espanha”.
Essa é uma notícia de jornal; o elemento argumentativo que dá mais credibilidade à informação dada é:
“João dos Santos Neto trabalhava em Nova Iguaçu, em fábrica de embalagens; ontem, João chega em casa mais cedo e encontra a mulher assistindo à televisão com o vizinho, ambos sentados no sofá da sala”. (O Dia, 10/07/2012)
Sobre os elementos narrativos inseridos nesse segmento do texto a afirmação incorreta é:
Um jornal mostrava, em sua seção de horóscopo, o pequeno texto abaixo:
Dia que mostra mudança positiva, especialmente em relação a seus interesses de trabalho, sentimentos pessoais em torno de amigos e assuntos pendentes. Controle seu temperamento, pois o quadro sugere, entre íntimos, um pouco mais de moderação e cuidados. O ambiente astral de Saturno no quadro ascendente indica favorabilidade”.
Esse texto só não mostra como característica:
“A mulher aproximou-se da beira do cais e olhou em volta. O cenário da baía era lindíssimo, com suas pequenas ilhas cercadas de água azulada. Voltou para dentro do restaurante e chamou o marido”.
Sobre a estruturação narrativa desse segmento a afirmativa adequada é:
Um livro didático, mostrando diferentes objetivos dos vários modos de organização discursiva, indicava:
(texto 1) identificar, localizar e qualificar
(texto 2) relatar
(texto 3) discutir, informar
Considerando as informações dadas, os textos referidos são, respectivamente:
“No restaurante, solicitei a bebida, que me foi trazida junto com o serviço. Pedi a comida, que saboreei com prazer. A sobremesa e o cafezinho fecharam o ritual”.
Nesse segmento narrativo o que pode marcar a passagem de tempo é:
O processo de discursivização corresponde a um conjunto de operações que se encarregam de transformar a língua em discurso, ou seja, que fazem a passagem do significado (sentido de língua) para a significação (sentido de discurso). De fato, vocábulos como homem, bondoso, viajar etc. possuem tãosomente um sentido potencial e só ganham sentido real quando atualizados discursivamente: «o homem é mortal» ,« as criaturas bondosas ganham o reino dos céus», «os turistas japoneses viajam por todo o mundo».
Como fazer para que o significado ganhe significação? Para isso são necessárias algumas operações: operação de semiotização, que consiste na nomeação dos seres do mundo, reais ou fictícios (entidades), das ações e estados ligados a essas entidades (processos) e das características a elas atribuídas (atributos). Observe a seguinte frase: Prefiro um cachorro amigo que um amigo cachorro.
Nessa frase, o vocábulo “cachorro”: