Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.
Nas línguas orais, os fonemas se relacionam com a
passagem de ar pela laringe, pelo nariz e pela boca, ao
passo que, nas línguas de sinais, a estrutura fonológica
se organiza a partir de unidades mínimas denominadas
parâmetros.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.
William Stokoe, linguista e pesquisador da Língua de
Sinais Americana (ASL), defendeu o uso do termo
“quirologia” para tratar da fonologia das línguas de
sinais.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.
Na sentença ‘LIVRO 3PEGAR1’, o verbo é direcional
revertido ou verbo reverso, porque o movimento do
verbo é iniciado no espaço do objeto e se movimenta
rumo ao espaço do sujeito.
A Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga (EBT) conta com um time de professores totalmente bilíngues, sendo que quatro profissionais são surdos. Criada em 2013, atende apenas estudantes surdos, deficientes auditivos e codas — filhos ouvintes de pais surdos. Atualmente, a escola oferta da educação linguística precoce até o ensino de jovens e adultos. Desde sua inauguração, a instituição tem evoluído a partir das necessidades que surgem ao longo da caminhada. “Nossos profissionais são muito estudiosos e estão sempre se atualizando e criando novas estratégias e metodologias para aperfeiçoar as condições de aprendizagem dos alunos”, afirma a diretora da escola.
A Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga (EBT) conta com um time de professores totalmente bilíngues, sendo que quatro profissionais são surdos. Criada em 2013, atende apenas estudantes surdos, deficientes auditivos e codas — filhos ouvintes de pais surdos. Atualmente, a escola oferta da educação linguística precoce até o ensino de jovens e adultos. Desde sua inauguração, a instituição tem evoluído a partir das necessidades que surgem ao longo da caminhada. “Nossos profissionais são muito estudiosos e estão sempre se atualizando e criando novas estratégias e metodologias para aperfeiçoar as condições de aprendizagem dos alunos”, afirma a diretora da escola.
Considerando o texto acima e o que se refere à educação especial e à inclusão de estudantes surdos, julgue o item.
Em consonância com o Decreto n.º 5.626/2005, a EBT
oferta a disciplina língua portuguesa como língua
materna para os surdos oralizados e como segunda
língua para os surdos usuários de Libras.
A Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga (EBT) conta com um time de professores totalmente bilíngues, sendo que quatro profissionais são surdos. Criada em 2013, atende apenas estudantes surdos, deficientes auditivos e codas — filhos ouvintes de pais surdos. Atualmente, a escola oferta da educação linguística precoce até o ensino de jovens e adultos. Desde sua inauguração, a instituição tem evoluído a partir das necessidades que surgem ao longo da caminhada. “Nossos profissionais são muito estudiosos e estão sempre se atualizando e criando novas estratégias e metodologias para aperfeiçoar as condições de aprendizagem dos alunos”, afirma a diretora da escola.
Considerando o texto acima e o que se refere à educação especial e à inclusão de estudantes surdos, julgue o item.
De acordo com o Decreto n.º 7.611/2011, a educação
especial deve garantir os serviços de apoio especializado
voltado a eliminar as barreiras que possam obstruir o
processo de escolarização de estudantes com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e
altas habilidades ou superdotação.
A Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga (EBT) conta com um time de professores totalmente bilíngues, sendo que quatro profissionais são surdos. Criada em 2013, atende apenas estudantes surdos, deficientes auditivos e codas — filhos ouvintes de pais surdos. Atualmente, a escola oferta da educação linguística precoce até o ensino de jovens e adultos. Desde sua inauguração, a instituição tem evoluído a partir das necessidades que surgem ao longo da caminhada. “Nossos profissionais são muito estudiosos e estão sempre se atualizando e criando novas estratégias e metodologias para aperfeiçoar as condições de aprendizagem dos alunos”, afirma a diretora da escola.
A Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga (EBT) conta com um time de professores totalmente bilíngues, sendo que quatro profissionais são surdos. Criada em 2013, atende apenas estudantes surdos, deficientes auditivos e codas — filhos ouvintes de pais surdos. Atualmente, a escola oferta da educação linguística precoce até o ensino de jovens e adultos. Desde sua inauguração, a instituição tem evoluído a partir das necessidades que surgem ao longo da caminhada. “Nossos profissionais são muito estudiosos e estão sempre se atualizando e criando novas estratégias e metodologias para aperfeiçoar as condições de aprendizagem dos alunos”, afirma a diretora da escola.
Considerando o texto acima e o que se refere à educação especial e à inclusão de estudantes surdos, julgue o item.
Na EBT, a acessibilidade linguística se dá por meio de
professores bilíngues; quando a disciplina é ofertada por
um profissional não proficiente em língua de sinais, o
docente é acompanhado por um tradutor e um
intérprete de Libras.