Disglossia é um distúrbio da articulação resultante das alterações do controle muscular dos mecanismos da fala e provocado por lesões do sistema nervoso central e(ou) periférico.
Comprometimentos que vão desde os órgãos periféricos da audição e fonação até o sistema nervoso central acarretam diferentes distúrbios na linguagem e na comunicação do indivíduo. A respeito desse assunto, julgue o próximo item.
Dislalia é um distúrbio na produção fonológica geralmente
causado pela dificuldade na aprendizagem dos traços
distintivos dos fonemas.
Comprometimentos que vão desde os órgãos periféricos da audição e fonação até o sistema nervoso central acarretam diferentes distúrbios na linguagem e na comunicação do indivíduo. A respeito desse assunto, julgue o próximo item.
Disfemia é um distúrbio na fluência da fala que se manifesta
por uma interrupção do ritmo da expressão verbal de forma
mais ou menos brusca.
Comprometimentos que vão desde os órgãos periféricos da audição e fonação até o sistema nervoso central acarretam diferentes distúrbios na linguagem e na comunicação do indivíduo. A respeito desse assunto, julgue o próximo item.
O atraso de linguagem é um distúrbio da expressão da fala
devido a alterações anatômicas dos órgãos fonoarticulatórios.
Comprometimentos que vão desde os órgãos periféricos da audição e fonação até o sistema nervoso central acarretam diferentes distúrbios na linguagem e na comunicação do indivíduo. A respeito desse assunto, julgue o próximo item.
A disartria é a permanência de padrões linguísticos próprios de
crianças de idade menor do que a real.
Implante coclear é um efetivo recurso clínico suficientemente hábil para melhorar a qualidade de vida de indivíduos com deficiência auditiva neurossensorial e condutiva bilateral.
O implante coclear, que substitui o órgão de Corti, possibilitando ao indivíduo a sensação de audição, é o recurso terapêutico mais utilizado na reabilitação da deficiência auditiva de grau leve a profunda em adultos e crianças.
A propósito dos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio das emissões otoacústicas, julgue o item a seguir.
Em alterações funcionais das estruturas da orelha externa e
média, observa-se ausência ou alteração no registro de
qualquer tipo de emissão otoacústica, mesmo com
funcionalidade normal de células ciliadas externas.
A propósito dos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio das emissões otoacústicas, julgue o item a seguir.
O teste de emissão otoacústica é utilizado no diagnóstico e
monitoramento da função coclear de indivíduos expostos a
ruídos e(ou) medicamentos ototóxicos.
A propósito dos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio das emissões otoacústicas, julgue o item a seguir.
As emissões otoacústicas permitem estimar o grau e a
configuração da perda auditiva em triagem auditiva neonatal.
No que diz respeito ao processamento auditivo, julgue o item seguinte.
Um distúrbio do processamento auditivo pode piorar em
ambiente acústico desfavorável e interfere nas habilidades
escolares.
No que diz respeito ao processamento auditivo, julgue o item seguinte.
No teste de fala com ruído, são apresentados simultaneamente
vinte e cinco monossílabos e ruído branco na mesma orelha
— ipsilateral —, e a habilidade auditiva avaliada é a integração
temporal.
No que diz respeito ao processamento auditivo, julgue o item seguinte.
Os testes de ordenação e sequência temporal envolvem
habilidades de sequencialização de frequência e(ou) de
duração dos sons e reconhecimento do modelo do contorno
acústico ao longo do tempo.
No que diz respeito ao processamento auditivo, julgue o item seguinte.
A ASHA (American Speech-Language-Hearing Association)
considera a interação binaural um dos mecanismos auditivos
principais e recomenda que pelo menos um teste seja incluído
na bateria de testes comportamentais.
No que diz respeito ao processamento auditivo, julgue o item seguinte.
A maioria dos testes disponíveis para diagnóstico do distúrbio
do processamento auditivo requer idade mínima de oito a nove
anos e é de confiabilidade questionável para crianças mais
novas; além disso, esses testes exigem que o indivíduo esteja
apto a entender e realizar a tarefa e a repetir sentenças,
palavras e números.