Simulados Psicologia Psicopatologia

Prova de Psicopatologia – Concurso SES DF para Psicólogo

Simulado com questões de prova: Prova de Psicopatologia – Concurso SES DF para Psicólogo. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!

✅ 13 questões
😕 Difícil
👥 0
🏆 0
📈 0%

1Q847741 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente de 46 anos de idade que sofreu um acidente automobilístico, o que sugere a ocorrência de trauma cranioencefálico. O paciente relata, após algum tempo de internação para tratamento dos respectivos agravos, que sente dificuldade em fixar as próprias ideias em qualquer coisa por algum tempo, além de frequentemente se perguntar onde está. Relata também que, às vezes, não percebe que algum ente próximo está chamando por ele; que até escuta o som do próprio nome, mas não se reconhece nesse chamado. A família relata que, desde o acidente, o paciente tem dificuldade de se lembrar de eventos cotidianos, como o que comeu no café da manhã ou o que fez no dia anterior. Atualmente, o paciente encontra-se em reabilitação neuropsicológica. 

Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

A hipótese de amnésia retrógrada, presente no atual estado clínico do paciente, é extremamente factível, uma vez que essa amnésia é caracterizada como uma perda severa da memória explícita específica, relativa a eventos anteriores ao trauma indutor da perda de memória.

  1. ✂️
  2. ✂️

2Q847863 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

Nesse caso, a hipótese de catatonia, é descartada em função da presença de movimentos involuntários.

  1. ✂️
  2. ✂️

3Q848103 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente de 46 anos de idade que sofreu um acidente automobilístico, o que sugere a ocorrência de trauma cranioencefálico. O paciente relata, após algum tempo de internação para tratamento dos respectivos agravos, que sente dificuldade em fixar as próprias ideias em qualquer coisa por algum tempo, além de frequentemente se perguntar onde está. Relata também que, às vezes, não percebe que algum ente próximo está chamando por ele; que até escuta o som do próprio nome, mas não se reconhece nesse chamado. A família relata que, desde o acidente, o paciente tem dificuldade de se lembrar de eventos cotidianos, como o que comeu no café da manhã ou o que fez no dia anterior. Atualmente, o paciente encontra-se em reabilitação neuropsicológica. 

Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

No caso apresentado, é correto afirmar que há a instalação de um quadro de desorientação abúlica.

  1. ✂️
  2. ✂️

4Q848151 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

O fato de o paciente crer que é irmão de Deus e que tem uma missão divina na Terra evidencia a presença de alucinações.

  1. ✂️
  2. ✂️

5Q848897 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

É correto afirmar que o paciente apresenta sintomas positivos.

  1. ✂️
  2. ✂️

6Q849233 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente de 46 anos de idade que sofreu um acidente automobilístico, o que sugere a ocorrência de trauma cranioencefálico. O paciente relata, após algum tempo de internação para tratamento dos respectivos agravos, que sente dificuldade em fixar as próprias ideias em qualquer coisa por algum tempo, além de frequentemente se perguntar onde está. Relata também que, às vezes, não percebe que algum ente próximo está chamando por ele; que até escuta o som do próprio nome, mas não se reconhece nesse chamado. A família relata que, desde o acidente, o paciente tem dificuldade de se lembrar de eventos cotidianos, como o que comeu no café da manhã ou o que fez no dia anterior. Atualmente, o paciente encontra-se em reabilitação neuropsicológica. 

Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

Na anamnese, foi verificada a ausência de casos de transtornos de ordem esquizofrênica no histórico familiar do paciente, portanto, a hipótese de hipoproxesia deve ser descartada.

  1. ✂️
  2. ✂️

7Q849235 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

De acordo com Paulo Dalgalarrondo (2008), os delírios como os do paciente caracterizam uma alteração do conteúdo do pensamento.

  1. ✂️
  2. ✂️

8Q849494 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

Nesse caso a hipótese diagnóstica, para o caso desse paciente, é a de que ele possui transtorno esquizofreniforme, fato que pode ser verificado pelos delírios presentes e persistentes, como também pela conduta desorganizada dele.

  1. ✂️
  2. ✂️

9Q849772 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente de 46 anos de idade que sofreu um acidente automobilístico, o que sugere a ocorrência de trauma cranioencefálico. O paciente relata, após algum tempo de internação para tratamento dos respectivos agravos, que sente dificuldade em fixar as próprias ideias em qualquer coisa por algum tempo, além de frequentemente se perguntar onde está. Relata também que, às vezes, não percebe que algum ente próximo está chamando por ele; que até escuta o som do próprio nome, mas não se reconhece nesse chamado. A família relata que, desde o acidente, o paciente tem dificuldade de se lembrar de eventos cotidianos, como o que comeu no café da manhã ou o que fez no dia anterior. Atualmente, o paciente encontra-se em reabilitação neuropsicológica. 

Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

Nesse caso, uma hipótese diagnóstica para o caso do paciente pode ser a de hipoproxesia, desorientação por redução do nível de consciência e amnésia retrógrada.

  1. ✂️
  2. ✂️

10Q849870 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Um homem de 63 anos de idade é um paciente antigo da ala psiquiátrica de um tradicional instituto de saúde mental da sua região. Está institucionalizado há 36 anos, tendo perdido seus vínculos familiares e comunitários originais. É conhecido por ser inteligente e articulado, mas também agitado e com pensamentos de onipotência, como nas diversas situações em que afirma ser “irmão de Deus”, enviado para libertar a humanidade do satanismo. Frequentemente, o paciente fica sentado em uma cadeira no pátio da instituição, de forma que é possível perceber a boca dele se contraindo, bem como a respectiva cabeça que, constantemente, se contrai para o lado esquerdo, de maneira involuntária. O paciente passa boa parte do dia sentado nessa cadeira, quase imóvel, com olhar vago em uma única direção. No horário do almoço, cotidianamente, algum enfermeiro se aproxima do paciente e o convida para almoçar, ao que ele responde, prontamente, caminhando em direção ao refeitório. Costuma iniciar a refeição usando as mãos para levar o alimento até a boca, mas, sempre que é repreendido por algum cuidador, passa a utilizar os talheres disponíveis. A equipe relata que o paciente realiza as próprias atividades fisiológicas de maneira independente, mas que necessita, continuamente, de ser lembrado pela equipe de ir ao banheiro, beber água etc. Regularmente, a instituição que acolhe o paciente recebe visitas de estudantes de psicologia e de psiquiatria, e ele sempre é entrevistado por tais estudantes. Relata, nessas ocasiões, o respectivo grau de parentesco com Deus e adentra um diálogo acerca de sua missão divina, mas, sempre que indagado quanto a pontos da própria história, age como se tivesse se esquecido do que estava falando, afirmando sempre “não sei, não lembro”. A rotina desse paciente tem sido essa, com pouquíssimas mudanças ao longo dos últimos 36 anos.  

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

O quadro clínico do paciente pode ser classificado, de acordo com o DSM-5, como esquizofrenia catatônica.

  1. ✂️
  2. ✂️

11Q850391 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente de 46 anos de idade que sofreu um acidente automobilístico, o que sugere a ocorrência de trauma cranioencefálico. O paciente relata, após algum tempo de internação para tratamento dos respectivos agravos, que sente dificuldade em fixar as próprias ideias em qualquer coisa por algum tempo, além de frequentemente se perguntar onde está. Relata também que, às vezes, não percebe que algum ente próximo está chamando por ele; que até escuta o som do próprio nome, mas não se reconhece nesse chamado. A família relata que, desde o acidente, o paciente tem dificuldade de se lembrar de eventos cotidianos, como o que comeu no café da manhã ou o que fez no dia anterior. Atualmente, o paciente encontra-se em reabilitação neuropsicológica. 

Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

A hipótese diagnóstica para o caso desse paciente, no que se refere à memória, seria a de amnésia anterógrada.

  1. ✂️
  2. ✂️

12Q851232 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente de 46 anos de idade que sofreu um acidente automobilístico, o que sugere a ocorrência de trauma cranioencefálico. O paciente relata, após algum tempo de internação para tratamento dos respectivos agravos, que sente dificuldade em fixar as próprias ideias em qualquer coisa por algum tempo, além de frequentemente se perguntar onde está. Relata também que, às vezes, não percebe que algum ente próximo está chamando por ele; que até escuta o som do próprio nome, mas não se reconhece nesse chamado. A família relata que, desde o acidente, o paciente tem dificuldade de se lembrar de eventos cotidianos, como o que comeu no café da manhã ou o que fez no dia anterior. Atualmente, o paciente encontra-se em reabilitação neuropsicológica. 

Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

No caso desse paciente, verifica-se que há comprometimento na respectiva orientação alopsíquica.

  1. ✂️
  2. ✂️

13Q851549 | Psicologia, Psicopatologia, Psicólogo, SES DF, IADES, 2020

Considere um paciente de 46 anos de idade que sofreu um acidente automobilístico, o que sugere a ocorrência de trauma cranioencefálico. O paciente relata, após algum tempo de internação para tratamento dos respectivos agravos, que sente dificuldade em fixar as próprias ideias em qualquer coisa por algum tempo, além de frequentemente se perguntar onde está. Relata também que, às vezes, não percebe que algum ente próximo está chamando por ele; que até escuta o som do próprio nome, mas não se reconhece nesse chamado. A família relata que, desde o acidente, o paciente tem dificuldade de se lembrar de eventos cotidianos, como o que comeu no café da manhã ou o que fez no dia anterior. Atualmente, o paciente encontra-se em reabilitação neuropsicológica. 

Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

Pode-se observar que, no caso desse paciente, há comprometimento na respectiva orientação autopsíquica.

  1. ✂️
  2. ✂️

🖨️ Baixar PDF

Deixe seu comentário

Participe, faça um comentário.

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.