1Q1068957 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Em tumores de sistema nervoso central, a metilação do promotor de MGMT ✂️ a) está associada a melhor resposta à temozolamida. ✂️ b) não deve ser utilizada para decisão terapêutica. ✂️ c) está associada a menor sobrevida em glioblastomas. ✂️ d) é mais frequente em glioblastomas com mutação em EGFR. ✂️ e) raramente se correlaciona a mutações no IDH. 2Q1068958 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Em pacientes com melanoma cutâneo, ressecado, BRAF mutado, estádio III, sem tratamento sistêmico anterior à cirurgia, a conduta mais adequada é ✂️ a) tratamento adjuvante com pembrolizumabe. ✂️ b) tratamento adjuvante com nivolumave e ipilimumabe. ✂️ c) seguimento ativo. ✂️ d) tratamento adjuvante com ipilimumabe. ✂️ e) tratamento adjuvante com dabrafenibe mais trametinibe. 3Q1068959 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Paciente assintomática realiza endoscopia digestiva alta e tem como achado lesão cujo resultado de exame anatomopatológico é compatível com tumor neuroendócrino gástrico, G1, Ki67= 1%. Ela apresenta gastrina sérica dentro da normalidade. Exames de estadiamento não mostram doença metastática nem comprometimento linfonodal. Nesse caso, a melhor conduta é ✂️ a) análogos da somatostatina por via SC. ✂️ b) mucosectomia. ✂️ c) vigilância ativa. ✂️ d) ressecção cirúrgica ou endoscópica. ✂️ e) terapia com lutécio-177. 4Q1068960 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Paciente de 43 anos de idade, sexo feminino, não tabagista, em hormonioterapia adjuvante para carcinoma ductal in situ de mama esquerda com tamoxifeno. Em tomografia computadorizada de rotina, é identificado nódulo suspeito, de 1,2 cm, em terço médio de pulmão esquerdo. Não apresenta adenomegalia mediastinal. A biópsia do nódulo revela tratar-se de um adenocarcinoma. A paciente vai para cirurgia, com ressecção segmentar e linfonodos mediastinais, cujo exame anatomopatológico é compatível com adenocarcinoma lepídico de 0,9 cm, com margens negativas, e linfonodos negativos (0/4). Exames de imagem sem evidência de metástases. Nesse caso, a melhor conduta é ✂️ a) seguimento. ✂️ b) radioterapia adjuvante. ✂️ c) quimiorradioterapia adjuvante. ✂️ d) erlotinibe adjuvante. ✂️ e) quimioterapia adjuvante. 5Q1068961 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Pacientes com carcinoma de pulmão de não pequenas células, ECOG 0 ou 1, estádio IIIA após ressecção cirúrgica e exames de estadiamento, perfil molecular: PD-L1 1%, ausência de rearranjos em ALK e deleção do exon 19 no EGFR. Assinale a alternativa correta em relação a esses pacientes. ✂️ a) Têm indicação de tratamento adjuvante com atezolizumabe. ✂️ b) Têm indicação de tratamento adjuvante com osimertinibe. ✂️ c) Não são candidatos a tratamento adjuvante. ✂️ d) Têm indicação de tratamento adjuvante com alectinibe. ✂️ e) Têm indicação de radioterapia adjuvante. 6Q1068962 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Paciente de 47 anos de idade, sexo masculino, tabagista de 30 anos/maço, etilista social, sem comorbidades, com diagnóstico de carcinoma de células escamosas de boca, não relacionado ao HPV, estádio III, com comprometimento linfonodal N2, recusa a cirurgia em virtude de potencial deformidade decorrente do tratamento. Nesse caso, a melhor conduta é ✂️ a) quimoradioterapia com cisplatina 100 mg/m2/semana. ✂️ b) pembrolizumabe 200 mg/21 dias. ✂️ c) quimioterapia de indução com cisplatina, 5-FU e docetaxel seguida de radioterapia. ✂️ d) cuidados paliativos exclusivos. ✂️ e) quimioradioterapia com cisplatina 40 mg/m2/21 dias. 7Q1068963 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Paciente do sexo feminino, de 72 anos de idade, com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica controlada e diabetes mellitus do tipo II, controlado com medicação oral, apresenta quadro de aumento de volume abdominal há dois meses, empachamento pós-prandial e alteração do hábito intestinal. Exames de imagem revelam cisto complexo em topografia de ovário à direita, de 16 cm, ascite moderada e carcinomatose peritoneal, além de derrame pleural moderado à direita. Citologia oncótica do derrame pleural positiva para células neoplásicas. É realizada cirurgia, com citorredução incompleta do tumor. Anátomo patológico: carcinoma seroso de alto grau, p53 mutado. Análise molecular mostra HDR e mutação somática em BRCA1. O tratamento indicado para essa paciente é ✂️ a) tratamento sistêmico com carboplatina, paclitaxel, bevacizumabe, seguido de bevacizumabe e olaparibe de manutenção. ✂️ b) nova citorredução com equipe cirúrgica altamente especializada. ✂️ c) peritonectomia com HIPEC com cisplatina 100 mg/m2. ✂️ d) tratamento sistêmico com carboplatina, paclitaxel, bevacizumabe, seguido de bevacizumabe de manutenção. ✂️ e) tratamento sistêmico com carboplatina, paclitaxel, bevacizumabe, seguido de bevacizumabe e niraparibe de manutenção. 8Q1068964 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Paciente de 35 anos de idade, sexo feminino, procura o ginecologista por ter apresentado recentemente sangramento pós coito. Exame clínico revela lesão em colo uterino, friável. É realizada biópsia da lesão, cujo anatomopatológico é compatível com carcinoma de células escamosas de colo uterino. A ressonância magnética de pelve mostra lesão de 8 cm centrada no colo uterino, com acometimento de paramétrios e linfonodos pélvicos. Não foram identificadas metástases a distância nos exames de imagem. Exames de sangue revelam hemograma, função hepática e função renal normais. Nesse caso, a conduta adequada é ✂️ a) quimioterapia sistêmica com cisplatina e paclitaxel. ✂️ b) quimiorradioterapia com carboplatina e pembrolizumabe. ✂️ c) quimioterapia sistêmica com carboplatina, paclitaxel e pembrolizumabe. ✂️ d) quimiorradioterapia concomitante com cisplatina e pembrolizumabe. ✂️ e) quimiorradioterapia concomitante com cisplatina e bevacizumabe. 9Q1068965 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Em paciente de 65 anos de idade, sexo feminino, com diagnóstico recente de câncer de mama esquerda, é realizada biópsia da lesão. Anatomopatológico: carcinoma invasor tipo não especial, G3H, G3N, com presença de invasão angiolinfática e perineural. Imuno-histoquímica: receptor de estrogênio positivo 90%, receptor de progesterona positivo 30%, HER2 positivo escore 3+/3+, Ki67 positivo 50%. A lesão tem 3 cm no maior eixo e a punção de linfonodo ipsilateral é positiva para neoplasia. Não há sinais de metástases a distância em exames de imagem. Nesse caso, a melhor conduta é ✂️ a) quimioterapia sistêmica neoadjuvante com AC-TH (doxorrubicina, ciclofosfamida, paclitaxel e trastuzumabe). ✂️ b) cirurgia upfront. ✂️ c) quimioterapia sistêmica neoadjuvante com AC-T dose densa (doxorrubicina, ciclofosfamida e paclitaxel). ✂️ d) quimioterapia sistêmica neoadjuvante com trastuzumabe entansina. ✂️ e) quimioterapia sistêmica neoadjuvante com TCHP (docetaxel, carboplatina, trastuzumabe e pertuzumabe). 10Q1068968 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Os sarcomas de partes moles constituem um grupo heterogêneo de doenças de origem mesenquimal. Em relação a seu tratamento, é correto afirmar que ✂️ a) a radioterapia neoadjuvante deve ser sempre indicada. ✂️ b) a cirurgia não poder ser considerada tratamento padrão, dada a raridade dessas neoplasias. ✂️ c) radioterapia e a quimioterapia neoadjuvantes devem ser indicadas em todos os estádios. ✂️ d) o tratamento adjuvante padrão está baseado na combinação de doxorrubicina e ifosfamida. ✂️ e) a cirurgia é raramente indicada na doença localizada. 11Q1068969 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025Para o estadiamento do linfoma não Hodgkin, pelo sistema Ann Arbor, são levados em consideração: ✂️ a) febre, sudorese noturna, perda de peso, prurido. ✂️ b) idade, performance status, DHL. ✂️ c) envolvimento de região(ões) linfonodal(is) e órgão/ tecido(s) extranodal(is). ✂️ d) idade, hemoglobina, DHL. ✂️ e) tamanho da lesão e comprometimento de órgãos parenquimatosos. 12Q1068974 | Medicina, Oncologia, Especialidade Cancerologia Oncologia, EsFCEx, VUNESP, 2025São manifestações tóxicas clínicas frequentes da radioterapia em pelve: ✂️ a) azoospermia/oligoespermia e mielodepressão. ✂️ b) fibrose e paralisia. ✂️ c) alopecia e náuseas. ✂️ d) obstipação e fibrose. ✂️ e) osteonecrose e anovulação. 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