Um paciente de 70 anos encontra-se internada na unidade de terapia intensiva (UTI) no pós-operatório de colecistectomia com sepse biliar. Durante a internação, evolui com dor e distensão abdominal, vômitos e constipação. Exames laboratoriais: hemoglobina de 9g/dl; hematócrito de 33% e leucócitos de 10.000 céls/mm3 , sódio de 130mEq/L. Tomografia computadorizada mostra distensão de alças colônicas, ceco com diâmetro de 10 cm e presença de gás na ampola retal. Não há sinais de isquemia. O plantonista da UTI pensa na possibilidade de síndrome de Ogilve e inicia tratamento de suporte com dieta zero e passagem de sonda nasogástrica, deixando-a em sifonagem, além de corrigir a hiponatremia.
No manejo desse paciente, o próximo passo é: