Os instrumentos gerenciais de controle patrimoniais proporcionam informações fundamentais para a tomada de
decisões do administrador público. Contudo, a falta de informação contábil sobre depreciação na atual administração pública pode restringir o potencial de decisão das entidades. A análise da depreciação é valiosa tanto para os
gestores de patrimônio quanto para a alta administração,
desempenhando um papel fundamental na maximização
da eficiência e eficácia das decisões organizacionais.
Nesse sentido, um ativo imobilizado que sofre manutenções frequentes teve sua vida útil revisada, havendo, consequentemente, alteração no padrão esperado do método
de depreciação, o que fez com que o gestor público se
deparasse com duas situações: (1) o método linear apresenta o padrão esperado de consumo dos benefícios econômicos futuros do ativo; (2) o método dos saldos decrescentes apresenta um valor menor de depreciação e mais
vantajoso em termos monetários do que o método linear.
Considerando-se as informações apresentadas, o administrador público deve
✂️ a) considerar a alteração na vida útil como mudança de
política contábil para a entidade. ✂️ b) cessar a depreciação do ativo, pois a diferença de valores entre os métodos exige nova revisão. ✂️ c) cessar a depreciação do ativo, pois a manutenção
afasta a necessidade de depreciá-lo. ✂️ d) utilizar o método linear de depreciação, pois apresenta o padrão esperado de consumo dos benefícios econômicos futuros do ativo. ✂️ e) utilizar o método dos saldos decrescentes, dada a
abordagem do resultado mais vantajoso.