Segundo Hutz et al. (2016), no contexto do psicodiagnóstico, ao se trabalhar com testes que avaliam aspectos da
personalidade, é importante ter em mente que
✂️ a) a validade de um teste de personalidade se refere à
estabilidade das características mensuradas, e não
à sua adequação contextual, cujos aspectos devem
ser ignorados na interpretação. ✂️ b) a avaliação da personalidade é uma prática essencialmente clínica, na qual os testes de autorrelato
devem ser considerados como a principal fonte de
informação, por serem menos suscetíveis a interpretações subjetivas do avaliador. ✂️ c) a interpretação dos testes de personalidade, quando
feita com domínio teórico e prático suficiente, fornece
um retrato suficiente do funcionamento psicológico
do indivíduo, dispensando o uso de outras técnicas. ✂️ d) dada a diversidade de instrumentos que podem ser
usados ao avaliar a personalidade, é recomendável
que o psicólogo adote uma postura ateórica, focada
no resultado dos testes que ele administra. ✂️ e) testes projetivos e objetivos oferecem perspectivas
complementares na avaliação da personalidade,
sendo importante integrar métodos qualitativos e
quantitativos, e não os opor rigidamente.