Durante o acompanhamento psicoterápico de um homem
de 29 anos diagnosticado com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), observa-se uma grande dificuldade em compreender as motivações alheias, interpretar
corretamente os estados emocionais de outras pessoas
e manter vínculos afetivos estáveis. Em situações de
conflito, o paciente demonstra reações impulsivas e dificuldade em reconhecer as intenções dos outros, levando
a rupturas frequentes nos relacionamentos interpessoais.
Com base em Cordioli e Grevet (2018), a abordagem
psicoterápica mais adequada ao caso descrito seria a
terapia