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Entendendo uma nova concepção de cenografia, ao final do século XIX e início do XX, Edward Gordon Craig propõe que a expressividade da cenografia deve estar ligada ao todo da encenação, que envolve não só o ator, mas tudo que se relaciona com ele no palco. Tal concepção propunha o que seriam as bases da cenografia do futuro, empregando recursos tecnológicos de ponta. Para Koudela (2015), as concepções de Craig acompanham a de outro encenador. Ambos empregaram a luz elétrica, utilizando a luz como instrumento de revelação de estados emocionais e dando início à fusão e integração das artes e ciências.
O descritivo aponta, além de Craig, para as elaborações de
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