Considere uma mulher de 30 anos de idade que procura
atendimento ambulatorial relatando disúria há três dias,
polaciúria e urgência miccional. Refere ainda episódio
isolado de hematúria macroscópica e leve dor suprapúbica.
Nega febre, náuseas, vômitos ou dor lombar. Ao exame
físico, apresenta‑se em bom estado geral, afebril, abdome
flácido e doloroso à palpação suprapúbica, sem sinais
de peritonismo; ausência de dor à punho‑percussão
lombar bilateral. Os exames laboratoriais prévios mostram
hemograma sem leucocitose, urina tipo I com leucocitúria
e hematúria discretas.
Diante desse quadro, a conduta mais adequada a ser
adotada é:
Consideram-se medidas preventivas de insuficiência renal aguda associada a procedimentos contrastados, EXCETO:
Caso clínico 2A2-II
Um indivíduo de 36 anos de idade relatou cólica renal iniciada havia dois dias. Na ocasião, ele foi medicado com cetoprofeno e o médico solicitou uma ultrassonografia (US). O paciente apresentava histórico de diversos episódios de cólica renal devido à litíase de composição de oxalato de cálcio por hipercalciúria idiopática, sem outras comorbidades. Compareceu assintomático ao ambulatório com o resultado da US, que indicava cálculo de 4 mm no ureter distal.
No caso clínico 2A2-II, a estratégia de tratamento mais
recomendada atualmente para o paciente é