Gabarito: c) Plasmídeo pX01.
O Bacillus anthracis, agente causador do antraz, possui fatores de virulência importantes que são codificados em plasmídeos específicos. Entre esses fatores, destacam-se as toxinas, que incluem o antígeno de proteção, o fator letal e o fator edema.
Essas toxinas são codificadas pelo plasmídeo pX01. Esse plasmídeo é fundamental para a virulência da bactéria, pois permite a produção dessas toxinas que causam os efeitos patológicos da doença.
Já o plasmídeo pX02 é responsável pela codificação dos genes da cápsula polipeptídica, que protege a bactéria contra a fagocitose, mas não codifica as toxinas.
As outras alternativas mencionam plasmídeos relacionados a outras bactérias ou funções, como o plasmídeo EAF, que está associado a Escherichia coli, o pCF10, relacionado a Enterococcus faecalis, e o plasmídeo Ti, típico de Agrobacterium tumefaciens, não relacionados ao Bacillus anthracis.
Portanto, a alternativa correta é a letra c, plasmídeo pX01, que codifica as toxinas do Bacillus anthracis.
O Bacillus anthracis, agente causador do antraz, possui fatores de virulência importantes que são codificados em plasmídeos específicos. Entre esses fatores, destacam-se as toxinas, que incluem o antígeno de proteção, o fator letal e o fator edema.
Essas toxinas são codificadas pelo plasmídeo pX01. Esse plasmídeo é fundamental para a virulência da bactéria, pois permite a produção dessas toxinas que causam os efeitos patológicos da doença.
Já o plasmídeo pX02 é responsável pela codificação dos genes da cápsula polipeptídica, que protege a bactéria contra a fagocitose, mas não codifica as toxinas.
As outras alternativas mencionam plasmídeos relacionados a outras bactérias ou funções, como o plasmídeo EAF, que está associado a Escherichia coli, o pCF10, relacionado a Enterococcus faecalis, e o plasmídeo Ti, típico de Agrobacterium tumefaciens, não relacionados ao Bacillus anthracis.
Portanto, a alternativa correta é a letra c, plasmídeo pX01, que codifica as toxinas do Bacillus anthracis.