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Mulher de 23 anos de idade, previamente hígida, chegou no PS com quadro de dispneia há ...
Responda: Mulher de 23 anos de idade, previamente hígida, chegou no PS com quadro de dispneia há 2 horas acompanhada de dor torácica, nega tosse e febre. Ao exame: BEG, corada, afebril, acianótica, orienta...
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Por Camila Duarte em 31/12/1969 21:00:00
Gabarito: b)
Nesse caso, a investigação mais adequada a ser realizada é dosar o D-dímero.
O D-dímero é um produto de degradação da fibrina, uma proteína envolvida na coagulação sanguínea. Quando há suspeita de tromboembolismo pulmonar (TEP), como no caso da paciente com dispneia e dor torácica, o dosagem do D-dímero pode ser útil para auxiliar no diagnóstico.
Se o D-dímero estiver elevado, isso pode indicar a presença de coágulos sanguíneos no organismo, o que reforçaria a suspeita de TEP e indicaria a necessidade de investigações adicionais, como a angiotomografia computadorizada (Angio TC) de tórax para confirmar o diagnóstico.
Por outro lado, se o D-dímero estiver dentro da faixa normal, isso pode ajudar a descartar a suspeita de TEP, evitando a exposição desnecessária da paciente a exames mais invasivos.
Portanto, dosar o D-dímero é a conduta mais adequada neste momento para auxiliar na investigação do quadro clínico apresentado pela paciente.
Nesse caso, a investigação mais adequada a ser realizada é dosar o D-dímero.
O D-dímero é um produto de degradação da fibrina, uma proteína envolvida na coagulação sanguínea. Quando há suspeita de tromboembolismo pulmonar (TEP), como no caso da paciente com dispneia e dor torácica, o dosagem do D-dímero pode ser útil para auxiliar no diagnóstico.
Se o D-dímero estiver elevado, isso pode indicar a presença de coágulos sanguíneos no organismo, o que reforçaria a suspeita de TEP e indicaria a necessidade de investigações adicionais, como a angiotomografia computadorizada (Angio TC) de tórax para confirmar o diagnóstico.
Por outro lado, se o D-dímero estiver dentro da faixa normal, isso pode ajudar a descartar a suspeita de TEP, evitando a exposição desnecessária da paciente a exames mais invasivos.
Portanto, dosar o D-dímero é a conduta mais adequada neste momento para auxiliar na investigação do quadro clínico apresentado pela paciente.

Por Fernando Henrique em 31/12/1969 21:00:00
Esse é um cenário clássico de suspeita de tromboembolismo pulmonar (TEP) em paciente jovem, e a chave da questão está no uso correto do escore de probabilidade clínica + exame complementar inicial.
A paciente apresenta início súbito de dispneia associado à dor torácica, além de taquicardia (FC 120 bpm), taquipneia (FR 30 ipm) e leve dessaturação (Sat 92%). Mesmo sem fatores de risco evidentes, esse conjunto de sinais levanta suspeita de TEP. Foi aplicado o escore de Wells, que classificou como baixa probabilidade clínica. Esse ponto é fundamental, pois define o próximo passo da investigação.
Quando a probabilidade clínica é baixa (ou intermediária), a conduta recomendada pelas diretrizes é solicitar o D-dímero como exame inicial. O D-dímero tem alta sensibilidade e alto valor preditivo negativo, ou seja, se vier normal, praticamente exclui TEP, evitando exames mais invasivos e com radiação, como a angiotomografia. Portanto, ele é o exame de triagem ideal nesse contexto.
A angiotomografia de tórax (angio-TC) é o exame padrão-ouro para confirmação, porém deve ser reservada para pacientes com D-dímero positivo ou quando a probabilidade clínica já é alta. Solicitar diretamente a angio-TC em um paciente de baixa probabilidade não é a melhor estratégia inicial. A cintilografia ventilação-perfusão é uma alternativa em casos específicos (como contraindicação à angio-TC), mas não é a primeira escolha aqui. Ecocardiograma, troponina e BNP são úteis para avaliação de gravidade e repercussão hemodinâmica, não para diagnóstico inicial em paciente estável. Por fim, não investigar seria um erro, pois apesar de baixa probabilidade, ainda há suspeita clínica.
Dessa forma, a conduta mais adequada neste momento é dosar o D-dímero, que direcionará a necessidade de investigação adicional.
A paciente apresenta início súbito de dispneia associado à dor torácica, além de taquicardia (FC 120 bpm), taquipneia (FR 30 ipm) e leve dessaturação (Sat 92%). Mesmo sem fatores de risco evidentes, esse conjunto de sinais levanta suspeita de TEP. Foi aplicado o escore de Wells, que classificou como baixa probabilidade clínica. Esse ponto é fundamental, pois define o próximo passo da investigação.
Quando a probabilidade clínica é baixa (ou intermediária), a conduta recomendada pelas diretrizes é solicitar o D-dímero como exame inicial. O D-dímero tem alta sensibilidade e alto valor preditivo negativo, ou seja, se vier normal, praticamente exclui TEP, evitando exames mais invasivos e com radiação, como a angiotomografia. Portanto, ele é o exame de triagem ideal nesse contexto.
A angiotomografia de tórax (angio-TC) é o exame padrão-ouro para confirmação, porém deve ser reservada para pacientes com D-dímero positivo ou quando a probabilidade clínica já é alta. Solicitar diretamente a angio-TC em um paciente de baixa probabilidade não é a melhor estratégia inicial. A cintilografia ventilação-perfusão é uma alternativa em casos específicos (como contraindicação à angio-TC), mas não é a primeira escolha aqui. Ecocardiograma, troponina e BNP são úteis para avaliação de gravidade e repercussão hemodinâmica, não para diagnóstico inicial em paciente estável. Por fim, não investigar seria um erro, pois apesar de baixa probabilidade, ainda há suspeita clínica.
Dessa forma, a conduta mais adequada neste momento é dosar o D-dímero, que direcionará a necessidade de investigação adicional.
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