Os vocábulos “ex-doméstica” (título), “desigualdade” (linha 3), “meiguinha” (...

Os vocábulos “ex-doméstica” (título), “desigualdade” (linha 3), “meiguinha” (linha 16), formam-se, respectivamente, pelos processos de:


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Ex-doméstica, primeira comandante da Guarda de SP quer intensificar proteção à mulher
Guilherme Seto - Paulo Gomes
    Primeira mulher nomeada comandante
da maior guarda do país, Elza Paulina de
Souza, 52 anos, viveu a desigualdade de
gêneros durante sua trajetória. Mãe soltei-
ra, chegou a ter que esconder a filha pe- (L.05)
quena em um banheiro do seu posto de
trabalho por não ter com quem deixá-la.
    Trabalhou como empregada doméstica
e dirigiu trator na roça. Entrou na Guarda Civil
Metropolitana de São Paulo no ano em que a (L.10)
instituição foi criada, em 1986, época em que as
agentes tinham que usar uma saia que limitava
os movimentos e não podiam andar armadas.
    Alta e com postura retilínea, Elza é
uma figura imponente. Diz que nunca foi co- (L.15)
nhecida por ser “meiguinha” – “muito pelo
contrário, não passo a mão na cabeça,
sou meio bruta, tropeços nos ambientes”.
    Essa postura, ressalta, não tem a ver com
uma maneira de marcar território em uma ins- (L.20)
tituição historicamente masculina. “Não preci-
so cuspir no chão para mostrar que sou mais
capaz que um homem”. Formada em fisiotera-
pia, medicina oriental e filosofia, ela diz usar o
conhecimento e o diálogo como maneiras de (L.25)
refletir sobre o espaço e a relação com o outro.
    No programa Guardiã Maria da Penha,
Elza foi a responsável pela instalação de
uma espécie de botão de pânico virtual no
aplicativo SP + Segura, da Secretaria Mu- (L.30)
nicipal de Segurança Urbana. “Eu falei para
o desenvolvedor aprimorar, porque eu não
tinha como dar o botão do pânico para as
meninas, mas eu tenho o aplicativo”, diz. ‘É
muito mais prático. O botão ela pode (L.35)
esquecer. O celular ela não esquece”, explica.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/04/ex-domestica-primeira-comandante-d-guarda-de-sp-quer-intensificar-protecao-a-mulher.shtml. Acesso em 12 jul. 2019. Adaptado.
Os vocábulos “ex-doméstica” (título), “desigualdade” (linha 3), “meiguinha” (linha 16), formam-se, respectivamente, pelos processos de:

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Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

  • Rodrigo Ferreira
    Rodrigo Ferreira
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: e)

    Vamos analisar cada vocábulo e o processo de formação:

    1. "ex-doméstica": O prefixo "ex-" indica algo que foi antes, um estado anterior. Aqui, temos a adição do prefixo "ex-" à palavra "doméstica". Portanto, o processo é prefixação.

    2. "desigualdade": A palavra é formada pela junção do prefixo "des-" com o radical "igualdade". O prefixo "des-" indica negação ou oposição. Logo, o processo é prefixação.

    3. "meiguinha": A palavra é formada a partir do radical "meigo" com o sufixo diminutivo "-inha". Isso caracteriza um processo de sufixação.

    Assim, os processos são, respectivamente, prefixação; prefixação e sufixação, que corresponde à alternativa e.

    Checagem dupla:

    - "ex-doméstica" não é locução, conversão ou composição, pois há um prefixo adicionado.
    - "desigualdade" não é parassíntese, pois não há simultânea prefixação e sufixação, apenas prefixação.
    - "meiguinha" não é conversão ou parassíntese, mas sufixação clara.

    Portanto, a alternativa correta é a letra e.
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