As lâmpadas fluorescentes apresentam vantagens
como maior eficiência luminosa, vida útil mais longa
e redução do consumo de energia. Contudo, um
dos constituintes dessas lâmpadas é o mercúrio,
que apresenta sérias restrições ambientais em
função de sua toxicidade. Dessa forma, as lâmpadas
fluorescentes devem passar por um processo prévio
de descontaminação antes do descarte ou reciclagem
do material. O ideal é que nesse processo se tenha o
menor impacto ambiental e, se possível, o mercúrio seja
recuperado e empregado em novos produtos.
DURÃO JR., W. A.; WINDMOLLER, C. C. A questão do mercúrio em lâmpadas fluorescentes.
Química Nova na Escola , n. 28, 2008 (adaptado).
Considerando os impactos ambientais negativos, o
processo menos indicado de descontaminação desse
metal presente nas lâmpadas seria o(a)
✂️ a) encapsulamento, no qual as lâmpadas são trituradas
por via seca ou úmida, o material resultante é
encapsulado em concreto e a disposição final do
resíduo é armazenada em aterros. ✂️ b) lixiviação ácida, com a dissolução dos resíduos
sólidos das lâmpadas em ácido (HN03), seguida de
filtração e neutralização da solução para recuperar os
compostos de mercúrio. ✂️ c) incineração, com a oxidação das lâmpadas junto com
o lixo urbano em altas temperaturas, com redução do
material sólido e lançamento dos gases e vapores
para a atmosfera. ✂️ d) processo térmico, no qual o resíduo é aquecido em
sistema fechado para vaporizar o mercúrio e em
seguida ocorre o resfriamento para condensar o
vapor e obter o mercúrio elementar. ✂️ e) separação por via química, na qual as lâmpadas
são trituradas em sistema fechado, em seguida
aditivos químicos são adicionados para precipitação
e separação do mercúrio.