Mulher de 55 anos, portadora de DRC estágio 5D, há 30 dias
confeccionou fístula arteriovenosa em membro superior
esquerdo através de anastomose de veia basílica do antebraço
com a artéria ulnar. Após avaliar clinicamente o frêmito e a
patência da veia, a existência de fluxo de saída, a capacidade de
dilatação venosa com torniquete e a espessura da parede, os
seguintes parâmetros do doppler vascular da FAV indicam
viabilidade da punção para realização de hemodiálise: