Um senhor de 54 anos com lombalgia crônica chega para consulta. A dor lombar o acompanha há tempos e não houve modificação do seu padrão, irradiação ou intensidade (“é aquela dor de sempre, doutor”). Hipertenso leve, controlado com hidroclorotiazida. Dislipidemia também controlada, em uso de estatina. Pai falecido (morte súbita aos 50 anos). Hérnia discal L5/S1 diagnosticada há 20 anos. Exame físico de abordagem sem particularidades, assim como as manobras específicas para lombalgia.
Nesse contexto, devemos: